Mensagens de Nossa Senhora em Medjugorje no dia 02/08/2018

“Queridos filhos,

Com amor materno os convido a abrirem os seus corações à paz, a abrirem os seus corações ao MEU FILHO, a cantar em seus corações o amor ao MEU FILHO, porque somente através deste amor chega a paz da alma.

Filhos MEUS, EU sei que vocês tem a bondade, sei que vocês tem o amor, o amor misericordioso. Mas, muitos dos MEUS filhos ainda tem os corações fechados, pensam que podem agir sem colocar os seus pensamentos ao PAI CELESTIAL que ilumina, diante do MEU FILHO que está sempre e novamente com vocês na EUCARISTIA e que deseja ouvi-los.

Filhos Meus, porque não falam para eles ? A vida de cada um de vocês é importante e preciosa porque é um dom do PAI CELESTIAL para a ETERNIDADE, por isso nunca se esqueçam de agradecê-LO e falar com ELE.

Eu sei, filhos MEUS, que para vocês é desconhecido aquilo que virá depois, porém quando chegar o “depois” de vocês, terão todas as respostas. O MEU amor materno deseja que vocês estejam prontos.

Filhos MEUS, com a vida de vocês coloquem sentimentos bons nos corações das pessoas que vocês encontrarem, sentimentos de paz, de bondade, de amor e de perdão. Através da oração escutem o que lhes diz o MEU FILHO e assim o façam.

Novamente os convido a rezarem pelos seus sacerdotes, por aqueles a quem o MEU FILHO chamou; lembrem-se que eles tem necessidade de orações e de amor.

Obrigada.”

OBS: Esta mensagem é um carinho de Nossa Senhora para você... As matérias do blog seguem abaixo, aproveite!

O amor sem rotina

Descubra como evitar a ferrugem do coração.

“Estou enferrujado – dizia-me um amigo –, faz tempo que não jogo bola”.

Esta ferrugem não preocupa. Provavelmente bastará treinar um pouco e fazer “academia”. Preocupante é a ferrugem do coração.

Há muitas pessoas que, depois de um tempo de convivência – especialmente os casais – sentem que o amor, o interesse e os sonhos se desgastaram e até se apagaram. A monotonia dos dias, das reações, das conversas, das tarefas, dos problemas…,  cansou. “Isso cansa! Sempre a mesma coisa!”

O entusiasmo ou a amor perderam a graça. Foram atacados pelo tédio: “Tudo isso não me diz nada, assim não dá para aguentar!”.

Mas, será que essa rotina que enferruja é causada realmente pela repetição dos mesmos hábitos, das mesmas coisas? Na realidade, não.  Uma prova disso são os casais que envelhecem numa aparente mesmice sem perder o brilho dos olhos, sentindo-se mais e mais necessitados um do outro e descobrindo uma nova ternura em plena velhice.

O mal não está nas coisas, nem nas outras pessoas, nem na repetição das ações e das tarefas… Na vida cotidiana não podemos evitar as repetições, mas podemos evitar a inércia. O mal está no nosso coração, que cochilou e nos deixou presos a hábitos egoístas,  cegos para a eterna novidade das coisas mínimas vividas por amor.

Um amor que cada dia se renova

Quase no fim de uma vida longa, após muitos anos de entrega plena a Deus e aos outros, São Josemaria afirmava com simplicidade: «Sinto-me como um criança que balbucia…, e o meu Amor é um amor que todos os dias se renova».
Não ama quem se deixa arrastar pelo fluxo mecânico dos dias, mas quem cria em cada dia um sonho novo e age com espírito novo.

Como conseguir isso?

a) Em primeiro lugar: Tendo um ideal de vida, pelo qual valha a pena lutar e sofrer.

Um coração sem ideal fica gasto, envelhecido. Imagine um professor num bom laboratório. Se ele se limita a repetir rotineiramente as mesmas experiências didáticas, com ar entediado e sem mais aspiração que a de receber os vencimentos no fim do mês, logo se afogará na rotina.
Pelo contrário, se é um idealista empenhado na pesquisa; se procura a criatividade didática; se não desiste de continuar a procurar apesar das muitas tentativas falhas; se até mesmo dormindo sonha em novas soluções…, esse terá, em todas as suas tarefas, a chama da alegria e contagiaria o entusiasmo aos seus colaboradores.

Pense que se poderiam descrever esses mesmos dois quadros aplicando-os ao relacionamento familiar, ao trabalho cotidiano, à amizade… . Se não tivermos no coração um ideal que empolga, ficaremos cobertos da ferrugem do tédio e do mau humor.

b) Em segundo lugar: O ideal, para ser consistente, tem que ter uma motivação consistente. 

Agir por ideais efêmeros, baseados no entusiasmo ou na empolgação do momento, isso não tem consistência nenhuma.

Para um cristão, o ideal consistente chama-se vocação: saber que todos recebemos uma chamada de Deus para realizar uma tarefa única – a nossa – no mundo; por outras palavras, que temos uma vocação e uma missão a cumprir. A nossa realização consistirá em cumprir essa missão (na família, na profissão, na sociedade), fazendo dela um caminho ascendente de amor a Deus e ao próximo.

Quando existe esse sentido vocacional da vida, tudo muda, assim como o sol transforma as sombras noturnas em paisagem colorida.

Guiado pela fé e o amor, o coração cristão aprende então a descobrir, em cada pequeno dever, em cada um dos empenhos necessários para o bom convívio familiar e a realização das tarefas cotidianas, uma oportunidade – renovada em cada dia – de se dar mais, de servir melhor, de alcançar um novo grau de perfeição, de expressar uma generosidade mais alegre… E isso porque aprendeu a captar, nos pequenos pormenores do dia-a-dia, o convite de Deus. Aquelas mesmas realidades cansativas que a rotina faz murchar, o ideal cristão revigora com viço inesgotável. Quem ama, ensina São João, é trasladado da morte para a vida (1 Jn 3, 14).

Deus, se vivemos com Ele, dá-nos «o dom de iluminar o trivial com resplendores eternos», como Ronald Knox dizia de Chesterton, e entendemos o programa sugerido por  São Josemaria: «Nos detalhes monótonos de cada dia, tens que descobrir o segredo – para tantos escondido – da grandeza e da novidade: o Amor» (Sulco, n. 489).

As “novidades” e as “surpresas”

Lembra-se da parábola do trigo e o joio? Enquanto os homens – os trabalhadores do campo – dormiam, veio o inimigo e semeou joio no meio do trigo (Mt 13,25). Quando o nosso coração dorme, o joio, a erva daninha (no caso, a rotina desgastante) estraga tudo.

Jesus não se cansa de pedir-nos que estejamos acordados e vigilantes: Vigiai em todo tempo e orai  (Lc 21,36). Vigiai e orai  (Mc 14,38). Inspirado por essa contínua exortação, São Paulo convida-nos: Já é hora de despertardes do sono! (Rm 13,11), de viverdes uma vida cristã consciente e vigilante.
Hora de acordar! Como seria bom que – entre outras iniciativas espirituais – nos propuséssemos pelo menos estas duas coisas:

a) Cada noite, juntamente com as minhas orações e o breve exame de consciência, vou perguntar-me: “Quantas coisas fiz hoje mecanicamente, como um robô ou uma fotocopiadora? Que pormenores “novos” (de carinho, de capricho nas palavras e ações, de ajuda, de delicadeza e compreensão…) plantei, como sementes de amor, neste dia?”

b) Cada manhã, após as minhas breves orações e o oferecimento do dia a Deus, vou perguntar-me: – “Que novidade (de oração, de presença de Deus, de visita ao Sacrário, de devoção sincera…) vou oferecer a Deus no dia de hoje?” – “E que surpresa agradável estou preparando para dar hoje a essa, àquela, àquela outra pessoa, que, acostumada com meu jeitão habitual, não está nem imaginando o novo pormenor de atenção ou de carinho que lhe vou oferecer?”

Vigiar, orar e renovar. Esse é o caminho para que o nosso coração vá se parecendo cada vez mais com o coração do Senhor, que diz: Eis que faço novas todas as coisas (Ap 21,5).


Domingo, 27/09/2015 - Fonte: Aleteia, padrefaus.org / Postado por: Paulo Alves
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