Mensagens de Nossa Senhora em Medjugorje no dia 02/09/2017

Queridos filhos !

Quem melhor do que EU poderia falar para vocês do Amor e da existência do MEU FILHO ?

Vivi com ELE, EU sofri com ele, vivendo a vida terrena, EU provei da dor porque era MÃE.

MEU FILHO amou com pensamentos e obras o PAI CELESTIAL, o DEUS VERDADEIRO, e como ME dizia veio para redimi-los. EU escondi a minha dor com o amor. Vocês, filhos MEUS, tem numerosas perguntas, não compreendem a dor, não compreendem que através do Amor de Deus devem aceitar a dor e suportá-la. Todas as pessoas provam-na em maior ou menor medida, mas com a paz na alma e em estado de graça a esperança existe.

Este é o MEU FILHO, DEUS, nascido de DEUS. As SUAS PALAVRAS são sementes de Vida Eterna e semeadas nas boas almas produzem muitos frutos.

MEU FILHO suportou a dor porque tomou para si os pecados de vocês.

Por isso vocês, filhos MEUS, Apóstolos do MEU Amor, vocês que sofrem, saibam que as suas dores se tornarão luz e glória.

Filhos MEUS, enquanto vocês suportam a dor o CÉU entra em vocês, e em todos em torno de vocês é dado um pouco de Céu e muita esperança !

Obrigada !

OBS: Esta mensagem é um carinho de Nossa Senhora para você... As matérias do blog seguem abaixo, aproveite!

É correto que as meninas sejam coroinhas?

As meninas podem ser coroinhas? A resposta poderia ser tão breve quanto uma palavra: “sim”. Mas vamos acrescentar um pouco de história.

Quando a legislação canônica (em particular, o novo Código de 1983) ampliou as funções que os leigos podem desempenhar nas cerimônias litúrgicas, entendeu-se que, seguindo o que havia sido tradicional com relação a isso, as mulheres poderiam realizar todas, menos o chamado “serviço do altar”, que coincide com o que comumente chamamos de ser “coroinha”.

Em termos mais jurídicos, entendeu-se que, apesar de ser mais recente a norma do Código, que era genérica, continuavam em vigor normas mais específicas que limitavam o serviço do altar aos homens, tais como a Ordenação Geral do Missal Romano (instruções sobre a celebração da Missa) e algumas instruções, a última delas de 1980.

No início dos anos 90, levou-se à Santa Sé uma consulta por parte de vários bispos sobre este tema. A resposta, do Conselho Pontifício para a Interpretação dos Textos Legislativos e confirmada por João Paulo II, é que as mulheres também podem ser incluídas no serviço do altar. De qualquer maneira, acrescenta algumas precisões que convém levar em consideração.

A primeira delas é que o bispo diocesano pode decidir outra coisa. A norma permite, não ordena, e a normativa deixa ao prudente critério do bispo, em sua diocese, tanto este como muitos outros aspectos litúrgicos.

A segunda precisão é que se exorta a não abandonar a existência de coroinhas homens nas paróquias, porque isso sempre foi uma inestimável fonte de vocações sacerdotais. De fato, ambos os aspectos podem coincidir, e já houve bispos que não renunciaram a ter somente meninos como coroinhas, precisamente para não perder seus “canteiros” para o seminário.

Há um aspecto a mais, com menor relevância prática, que poderíamos resumir no seguinte: trata-se de um serviço temporal, não de uma condição permanente; tanto para a mulher quanto para o homem, este é um serviço que se solicita, nunca um direito a ser exigido.

Em resumo, ao ver uma mulher sendo coroinha, o que é preciso levar em consideração é que esta função seja feita bem e dignamente, sem que tenha uma particular relevância o fato de a pessoa ser homem ou mulher.


Quarta, 16/09/2015 - Fonte: Aleteia / Postado por: Paulo Alves
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