Mensagens de Nossa Senhora em Medjugorje no dia 02/02/2018

Queridos filhos !

Vocês a quem o MEU FILHO ama, vocês a quem EU amo imensamente com o MEU AMOR MATERNO, não permitam que o egoísmo e o amar muito a si mesmo reinem no mundo. Não permitam que o amor e a bondade fiquem escondidos. Vocês que são amados, vocês que conheceram o AMOR do MEU FILHO, lembrem-se que ser amado significa amar. Filhos MEUS, tenham fé: quando vocês tem fé, vocês são felizes e difundem a paz. As suas almas exultam de alegria. Nestas almas está o MEU FILHO: quando se doam pela fé, quando se doam pelo amor, quando fazem o bem ao próximo, o MEU FILHO sorri em suas almas. Apóstolos do MEU AMOR, ME dirijo a vocês como MÃE, os reúno em torno de MIM porque desejo conduzí-los no caminho do AMOR e da FÉ, no caminho que leva até a LUZ DO MUNDO. EU estou aqui pelo AMOR e pela FÈ; porque desejo abençoá-los, porque EU desejo, com a MINHA BENÇÂO MATERNA, dar a vocês força e esperança no seu caminho. Porque a estrada que conduz ao MEU FILHO não é fácil, é cheia de renúncias, de dar-se, do sacrifício, do perdão e muito, muito amor mas este caminho conduz à paz e à alegria. Filhos MEUS, não acreditem nas vozes falsas que falam de coisas falsas e de luzes falsas: vocês, filhos MEUS, voltem para a SAGRADA ESCRITURA. Com imenso amor EU os vejo e, PELA GRAÇA DE DEUS, EU ME MANIFESTO A VOCÊS. Filhos Meus, caminham COMIGO. Que as almas de vocês exultem de alegria.

Obrigada.

OBS: Esta mensagem é um carinho de Nossa Senhora para você... As matérias do blog seguem abaixo, aproveite!

É correto que as meninas sejam coroinhas?

As meninas podem ser coroinhas? A resposta poderia ser tão breve quanto uma palavra: “sim”. Mas vamos acrescentar um pouco de história.

Quando a legislação canônica (em particular, o novo Código de 1983) ampliou as funções que os leigos podem desempenhar nas cerimônias litúrgicas, entendeu-se que, seguindo o que havia sido tradicional com relação a isso, as mulheres poderiam realizar todas, menos o chamado “serviço do altar”, que coincide com o que comumente chamamos de ser “coroinha”.

Em termos mais jurídicos, entendeu-se que, apesar de ser mais recente a norma do Código, que era genérica, continuavam em vigor normas mais específicas que limitavam o serviço do altar aos homens, tais como a Ordenação Geral do Missal Romano (instruções sobre a celebração da Missa) e algumas instruções, a última delas de 1980.

No início dos anos 90, levou-se à Santa Sé uma consulta por parte de vários bispos sobre este tema. A resposta, do Conselho Pontifício para a Interpretação dos Textos Legislativos e confirmada por João Paulo II, é que as mulheres também podem ser incluídas no serviço do altar. De qualquer maneira, acrescenta algumas precisões que convém levar em consideração.

A primeira delas é que o bispo diocesano pode decidir outra coisa. A norma permite, não ordena, e a normativa deixa ao prudente critério do bispo, em sua diocese, tanto este como muitos outros aspectos litúrgicos.

A segunda precisão é que se exorta a não abandonar a existência de coroinhas homens nas paróquias, porque isso sempre foi uma inestimável fonte de vocações sacerdotais. De fato, ambos os aspectos podem coincidir, e já houve bispos que não renunciaram a ter somente meninos como coroinhas, precisamente para não perder seus “canteiros” para o seminário.

Há um aspecto a mais, com menor relevância prática, que poderíamos resumir no seguinte: trata-se de um serviço temporal, não de uma condição permanente; tanto para a mulher quanto para o homem, este é um serviço que se solicita, nunca um direito a ser exigido.

Em resumo, ao ver uma mulher sendo coroinha, o que é preciso levar em consideração é que esta função seja feita bem e dignamente, sem que tenha uma particular relevância o fato de a pessoa ser homem ou mulher.


Quarta, 16/09/2015 - Fonte: Aleteia / Postado por: Paulo Alves
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