Mensagens de Nossa Senhora em Medjugorje no dia 02/09/2018

Queridos filhos,

As Minhas palavras são simples, mas repletas de amor materno e de preocupação. Filhos MEUS, sobre vocês se alargam sempre mais as sombras das trevas e do engano, Eu os chamo em direção a luz e a verdade, Eu os chamo na direção de Meu Filho. Somente Ele pode converter o desespero e a dor em paz e serenidade, somente ELE pode dar esperança nas dores mais profundas. O MEU FILHO é a VIDA do mundo, e quanto mais O conhecerem, mais se aproximarão DELE e mais O amarão porque o MEU FILHO é AMOR e o AMOR muda tudo.

ELE torna maravilhoso também aquilo que sem amor pareça para vocês insignificante. Por isso novamente os digo que vocês devem amar muito se desejarem crescer espiritualmente. EU sei, apóstolos do MEU AMOR, que não sempre fácil, porém, filhos MEUS, também as estradas dolorosas são caminhos que levam ao crescimento espiritual, à fé e ao MEU FILHO.

Filhos MEUS, rezem, pensem em MEU FILHO durante todos os momentos do dia, elevem as suas almas até ELE e EU recolherei as suas orações como flores do jardim mais belo e as darei de presente ao MEU FILHO.

Sejam realmente apóstolos do MEU AMOR, deem a todos o AMOR de MEU FILHO, sejam jardins com as flores mais belas.

Com a oração ajudem os seu sacerdotes para que possam ser pais espirituais cheios de amor para todos os homens.

Obrigada.

OBS: Esta mensagem é um carinho de Nossa Senhora para você... As matérias do blog seguem abaixo, aproveite!

Igreja na Venezuela fica sem hóstias por escassez de farinha


A crise econômica na Venezuela golpeia novamente à Igreja Católica: a produção de hóstias caiu cerca de 60 por cento durante o último mês, afetando três estados do país sul-americano.

Giovanni Luisio Mass, encarregado da fabricação das hóstias por parte da Ordem dos Pobres Cavaleiros de Cristo do Templo de Jerusalém, no estado de Anzoátegui, explicou aos meios locais que há um mês aumentou a escassez da farinha de trigo sem fermento, a qual necessitam para fabricar as hóstias.

Segundo informou a TV Caracol, a produção mensal de hóstias diminuiu de 80 mil a 30 mil. Esta queda, indicou Mass, afetou todos os templos dos três estados venezuelanos. Acrescentou que somente podem enviar 1500 hóstias às Igrejas do norte do país, pois não têm a farinha suficiente para fabricar as 8000 que estavam acostumados a enviar.

Do mesmo modo, várias Igrejas junto às comunidades se organizaram para conseguir a farinha de trigo necessária para as hóstias.

A grave crise econômica

A Venezuela enfrenta um desabastecimento que vai desde alimentos, papel higiênico e remédios a peças para automóveis, chocolate, petróleo e ferro de passar roupa. Conforme expressou o Banco Central da Venezuela, no ano passado o preço dos alimentos subiu cerca de 92 por cento e durante os últimos dez anos a inflação subiu 1250 por cento.

Segundo o jornal colombiano ‘El Tiempo’ e ‘GDA’ (Grupo de Jornais da América), desde o ano 2003 o Governo elaborou uma lista de 165 produtos cujo preço é regulado pelas autoridades: azeite de cozinha, sabão, leite, farinha, carnes, cereais, papel higiênico, produtos de limpeza, detergente, fraldas, pasta de dente, açúcar, entre outros.

Esta medida ocasionou uma diferença entre os custos de produção e provocou um grande aumento nos preços, levando várias empresas à falência.

O Governo também estabeleceu políticas para controlar as vendas, como por exemplo a distribuição de ingressos para entrar por turnos aos supermercados e colocaram sensores de impressões digitais nas lojas, a fim de evitar que “ultrapassem” na quantidade de produtos adquiridos.

Segundo informou a BBC, diariamente os venezuelanos são obrigados a enfrentar grandes filas nos supermercados, mas muitas vezes não encontram os produtos de que necessitam e vão a outro e novamente devem enfrentar uma enorme fila. No melhor dos casos, quando encontram o produto que querem, o preço normalmente está muito elevado.

Em média, um venezuelano demora cinco horas semanais para fazer compras.

A BBC cita a pesquisa venezuelana Datanálisis, a qual afirma que em cerca de 80 por cento dos supermercados existe uma escassez de produtos básicos. Por isso, o mercado negro cresceu ou o “bachaqueo” – lugar no qual os produtos custam quatro vezes mais caros –, e 65 por cento das pessoas que estão nas filas dos supermercados são revendedores.


Sexta, 14/08/2015 - Fonte: ACI digital, Maria Ximena Rondon / Postado por: Paulo Alves
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