Mensagens de Nossa Senhora em Medjugorje no dia 02/08/2018

“Queridos filhos,

Com amor materno os convido a abrirem os seus corações à paz, a abrirem os seus corações ao MEU FILHO, a cantar em seus corações o amor ao MEU FILHO, porque somente através deste amor chega a paz da alma.

Filhos MEUS, EU sei que vocês tem a bondade, sei que vocês tem o amor, o amor misericordioso. Mas, muitos dos MEUS filhos ainda tem os corações fechados, pensam que podem agir sem colocar os seus pensamentos ao PAI CELESTIAL que ilumina, diante do MEU FILHO que está sempre e novamente com vocês na EUCARISTIA e que deseja ouvi-los.

Filhos Meus, porque não falam para eles ? A vida de cada um de vocês é importante e preciosa porque é um dom do PAI CELESTIAL para a ETERNIDADE, por isso nunca se esqueçam de agradecê-LO e falar com ELE.

Eu sei, filhos MEUS, que para vocês é desconhecido aquilo que virá depois, porém quando chegar o “depois” de vocês, terão todas as respostas. O MEU amor materno deseja que vocês estejam prontos.

Filhos MEUS, com a vida de vocês coloquem sentimentos bons nos corações das pessoas que vocês encontrarem, sentimentos de paz, de bondade, de amor e de perdão. Através da oração escutem o que lhes diz o MEU FILHO e assim o façam.

Novamente os convido a rezarem pelos seus sacerdotes, por aqueles a quem o MEU FILHO chamou; lembrem-se que eles tem necessidade de orações e de amor.

Obrigada.”

OBS: Esta mensagem é um carinho de Nossa Senhora para você... As matérias do blog seguem abaixo, aproveite!

Hoje a Igreja celebra São João Maria Vianney e o Dia do Padre

A Igreja celebra nesta terça-feira, 4 de agosto, a memória litúrgica de São João Maria Vianney, o Cura D’Ars. Como ele é o padroeiro dos sacerdotes, nesta mesma data, comemora-se o Dia do Padre.

O Dia do Padre é celebrado oficialmente desde 1929, quando o Papa Pio XI proclamou São João Maria Vianney “homem extraordinário e todo apostólico, padroeiro celeste de todos os párocos de Roma e do mundo católico”. 

João Maria Vianney nasceu na França, no ano de 1786, e depois de passar por muitas dificuldades, por conta das poucas habilidades, foi ordenado sacerdote. Mas, o Bispo que o ordenou acreditou que o seu ministério não seria o do confessionário, entendendo que sua capacidade intelectual seria muito limitada para dar conselhos.

É conhecido como o Cura D’Ars por causa do nome do povoado no qual serviu durante 41 anos. Foi um grande confessor, tinha o dom da profecia, recebia ataques físicos do demônio e viveu entregue à mortificação e à oração. É o padroeiro dos párocos.

Seu grande amor pela salvação das almas o levava a passar cerca de 11 horas no confessionário onde arrancou muitas almas do demônio que furioso o atacou, inclusive fisicamente, durante 35 anos.

Em fevereiro de 1818 o transferiram para Ars. O Vigário Geral lhe disse: “não há muito amor nessa paróquia, você lhe infundirá um pouco”. Quando chegou ao lugar disse uma profecia, “a paróquia não será capaz de conter as multidões que virão aqui”.

Como era um povoado muito atraído pelo mundano, quando saía para rezar pelos prados falava com os camponeses sobre as colheitas, o tempo, suas famílias. Preocupava-se com os pobres e vivia intensamente a virtude da humildade.

Era muito desapegado das coisas materiais, dormia no chão do seu quarto porque deu a cama de presente, comia somente batatas e de vez em quando um ovo cozido.

Sempre dizia que “o demônio não tem tanto medo da disciplina; mas teme realmente à redução de comida, bebida e sono”.

Uma vez, o demônio tremeu a sua casa por 15 minutos, em outra ocasião, quis tirá-lo da Missa e incendiou a sua cama, mas o santo mandou outras pessoas apagarem o fogo e não deixou o altar. O demônio fazia muito barulho para não o deixar dormir e também lhe gritava da janela: “Vianney, Vianney come batatas”.

Uma das sequelas da Revolução Francesa – que foi marcadamente anticatólica – foi a ignorância religiosa. Para tentar remediá-la passava noites inteiras na pequena sacristia de sua paróquia escrevendo e tentando memorizar os seus sermões. Não tinha boa memória e tinha muita dificuldade de lembrar o que escrevia.

Ensinava o Catecismo às crianças e lutou para que as pessoas não trabalhassem ou estivessem em bares aos domingos.

Sua popularidade foi crescendo e eram milhares as pessoas de todas as partes que chegavam para confessar-se com ele. Confessou mais de 100 mil pessoas no último ano de sua vida.

Concederam ao povo a permissão de construir uma Igreja, o que garantiria a permanência do santo. Seu doce amor pela Virgem Maria levou a que consagre a sua Paróquia à Mãe de Deus. Até agora, a imagem de Nossa Senhora que ele colocou na entrada continua no mesmo local.

Na madrugada do sábado, 4 de agosto de 1859, o Cura D’Ars partiu para a Casa do Pai. Seu corpo permanece incorrupto na igreja de Ars.

Em 8 de janeiro de 1905, o Papa Pio X o beatificou e, na festa de Pentecostes em 31 de maio de 1925, o Papa Pio XI o declarou Santo.


Neste ano, as Dioceses francesas de Lyon, Grenoble e Belley-Ars, celebram o Ano Jubilar em comemoração aos 200 anos da ordenação sacerdotal de São João Maria Vianney. Ele foi ordenado sacerdote em 13 de agosto de 1815 no Grande Seminário de Grenoble. Por este motivo, tais Dioceses vivem o Ano Jubilar desde o dia 8 de fevereiro até 8 de dezembro.


Terça, 04/08/2015 - Fonte: ACI digital / Postado por: Paulo Alves.
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