Mensagens de Nossa Senhora em Medjugorje no dia 02/09/2018

Queridos filhos,

As Minhas palavras são simples, mas repletas de amor materno e de preocupação. Filhos MEUS, sobre vocês se alargam sempre mais as sombras das trevas e do engano, Eu os chamo em direção a luz e a verdade, Eu os chamo na direção de Meu Filho. Somente Ele pode converter o desespero e a dor em paz e serenidade, somente ELE pode dar esperança nas dores mais profundas. O MEU FILHO é a VIDA do mundo, e quanto mais O conhecerem, mais se aproximarão DELE e mais O amarão porque o MEU FILHO é AMOR e o AMOR muda tudo.

ELE torna maravilhoso também aquilo que sem amor pareça para vocês insignificante. Por isso novamente os digo que vocês devem amar muito se desejarem crescer espiritualmente. EU sei, apóstolos do MEU AMOR, que não sempre fácil, porém, filhos MEUS, também as estradas dolorosas são caminhos que levam ao crescimento espiritual, à fé e ao MEU FILHO.

Filhos MEUS, rezem, pensem em MEU FILHO durante todos os momentos do dia, elevem as suas almas até ELE e EU recolherei as suas orações como flores do jardim mais belo e as darei de presente ao MEU FILHO.

Sejam realmente apóstolos do MEU AMOR, deem a todos o AMOR de MEU FILHO, sejam jardins com as flores mais belas.

Com a oração ajudem os seu sacerdotes para que possam ser pais espirituais cheios de amor para todos os homens.

Obrigada.

OBS: Esta mensagem é um carinho de Nossa Senhora para você... As matérias do blog seguem abaixo, aproveite!

Divórcio e segundo casamento: como equilibrar a misericórdia de Deus com a fidelidade à doutrina cristã?


O Evangelho é claro sobre a indissolubilidade do matrimônio, mas também é claro sobre a misericórdia. 


Em outubro próximo, a Igreja realiza no Vaticano a Assembleia Geral Ordinária do Sínodo dos Bispos, cujo tema central será a família.

Apesar de que o encontro preveja muitos outros temas de grande relevância, a tendência é que mídia dedique grande atenção à polêmica situação dos divorciados que voltaram a se casar: como a Igreja pode manter-se fiel à indissolubilidade do matrimônio e, ao mesmo tempo, não excluir as pessoas que se encontram em "situação irregular" do ponto de vista doutrinal?

Dom Mario Grech, bispo da diocese de Gozo, localizada no pequeno arquipélago de Malta, refletiu sobre esta delicada questão na carta pastoral "Um bálsamo de misericórdia para a família", publicada por ele neste mês de agosto.

Alguns pontos fundamentais da carta de dom Mario:
 
- O sínodo sobre a família deve destacar uma Igreja de portas abertas: um "refúgio para todos os pecadores, dotado de vida e de esperança na conversão".
 
- Não se pode mudar a doutrina sobre o matrimônio: ele é um sacramento que une um homem e uma mulher mediante um amor indissolúvel, fiel, aberto à vida e que constitui a base da família, uma instituição natural que nos beneficia "humana, social e espiritualmente", a ponto de que "o desejo de formar uma família tem raízes profundas na própria natureza humana".
 
- Apesar deste conceito irrenunciável do casamento, a Igreja não pode ignorar a complexa realidade das separações, divórcios, adultérios e segundas núpcias de divorciados, nem as ideologias que questionam a "família tradicional" e procuram disseminar práticas como as uniões informais e a reprodução assistida, além de perspectivas pseudocientíficas como a ideologia de gênero.
 
- Estas realidades "reduzem e enfraquecem" o matrimônio, fato que, por sua vez, produz uma " crise de fé" na qual é fácil "virar as costas para Deus".
 
- Os divorciados que se casam em segundas núpcias estão em "situação contrária ao sacramento cristão", mas, como esclareceu o papa Francisco na audiência geral do recente dia 5 de agosto, eles "não estão excomungados". A Igreja tem espaço "para todos aqueles que acreditam em Deus: ninguém é excluído nem descartado".
 
- É fundamental preservar a fidelidade à doutrina cristã sobre a indissolubilidade do matrimônio, mas também é fundamental a misericórdia, que é " o coração da doutrina cristã". 
 
- O "bálsamo da misericórdia de Deus" deve ser oferecido às pessoas cuja união se encontra em desacordo com o Evangelho, mediante um " caminho penitencial" que, obviamente, "não contradiz o Evangelho"; afinal, "o Deus da misericórdia toca as chagas abertas da humanidade para saná-las".
 
- Deus é justo, mas a misericórdia de Deus " vai além da justiça": Deus sempre "oferece à humanidade muito mais do que ela merece".
 
- A Igreja pode e deve, portanto, "permanecer fiel ao Evangelho da família e dar apoio às famílias fiéis", mas deve também "ser fiel ao Evangelho da misericórdia", assegurando a esperança na misericórdia divina e a experiência da alegria do amor de Deus para todas as pessoas "que fracassaram no seu casamento". 


Sexta, 21/08/2015 - Fonte: Aleteia / Postado por: Paulo Alves
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