Mensagens de Nossa Senhora em Medjugorje no dia 02/04/2018

“Queridos filhos,

Através do Grande Amor do PAI CELESTIAL, EU estou com vocês como sua MÃE e vocês estão comigo como MEUS filhos, como Apóstolos do Meu Amor que sem cessar, reúnem-se em torno de MIM.

Filhos MEUS, vocês são aqueles que, como a oração, devem abandonar-se totalmente ao MEU FILHO, a fim de que não sejam mais vocês a viverem, mas o MEU FILHO em vocês; de modo que todos aqueles que não O conheçam, O vejam em vocês e desejem conhecê-lo.

Rezem para que eles vejam em vocês uma humildade decidida e bondade, disponibilidade a servir os outros; que vejam que vocês vivem a sua vocação no mundo com o coração, em comunhão com o MEU FILHO. Que eles vejam em vocês mansidão, ternura e amor ao MEU FILHO, como também aos seus irmãos e irmãs. Apóstolos do MEU AMOR, vocês devem rezar muito e purificar os seus corações de odo que sejam vocês os primeiros a caminhar no caminho do MEU FILHO de modo que sejam vocês os justos unidos pela JUSTIÇA do MEU FILHO.

Filhos MEUS, como MEUS Apóstolos vocês devem estar unidos na comunhão que flui do MEU FILHO, a fim de que os MEUS filhos que não conhecem o MEU FILHO reconheçam uma comunhão de amor e desejem caminhar no caminho da vida, no caminho da unidade com o MEU FILHO.

Obrigada.”

OBS: Esta mensagem é um carinho de Nossa Senhora para você... As matérias do blog seguem abaixo, aproveite!

Assunção de Nossa Senhora


Celebramos, nesta semana, a festa da Assunção de Nossa Senhora. Mas, o que é a Assunção de Nossa Senhora? Trata-se de um dogma em que a Igreja afirma que Maria Santíssima, preservada do pecado desde a eternidade, escolhida para ser a Mãe de Deus encarnado, é associada ou assunta ao céu em corpo e alma; não por força própria, mas elevada aos céus por uma ação divina.

No dia 1º de novembro de 1950, o grande Papa Pio XII promulgou esta verdade de nossa fé, com a Constituição Apostólica “Munificentissimus Deus”, quando o Pastor Angélico nos diz: “Depois de elevar a Deus muitas e reiteradas preces e de invocar a luz do Espírito da Verdade, para glória de Deus onipotente, que outorgou à Virgem Maria sua peculiar benevolência; para honra do seu Filho, Rei imortal dos séculos e vencedor do pecado e da morte; para aumentar a glória da mesma augusta Mãe e para gozo e alegria de toda a Igreja, com a autoridade de nosso Senhor Jesus Cristo, dos bem-aventurados apóstolos Pedro e Paulo e com a nossa, pronunciamos, declaramos e definimos ser dogma divinamente revelado que a Imaculada Mãe de Deus e sempre Virgem Maria, terminado o curso da sua vida terrena, foi assunta em corpo e alma à glória do céu”.

No entanto, essa piedosa devoção e crença de que a Virgem Maria foi elevada ao céu em corpo e alma, “terminado o curso de sua vida terrena”, é uma das mais antigas do calendário litúrgico. A proclamação do dogma veio, apenas, confirmar esse tesouro contido na história da Igreja. Esclarece-nos, ainda, o Catecismo que “a Assunção da Santíssima Virgem constitui uma participação singular na Ressurreição do seu Filho e uma antecipação da Ressurreição dos demais cristãos”. A importância da Assunção para nós, cristãos, radica-se na relação que existe entre a Ressurreição de Cristo e a nossa. A presença da Virgem Maria, mulher da nossa raça, ser humano como nós, quem se encontra em corpo e alma já glorificada no Céu, nos apresenta o ideário da vida cristã: a feliz antecipação da nossa própria ressurreição.

O Papa Bento XVI na solenidade da Assunção de 2008 disse com propriedade: “Como é grandioso o mistério de amor que hoje se repropõe à nossa contemplação! Cristo venceu a morte com a onipotência do seu amor. Só o amor é onipotente. Este amor impeliu Cristo a morrer por nós e assim a vencer a morte. Sim, unicamente o amor faz entrar no reino da vida! E Maria entrou após o Filho, associada à sua glória, depois que foi associada à sua paixão. Entrou com um ímpeto irrefreável, conservando depois de si mesma o caminho aberto para todos nós. É por isso que no dia de hoje a invocamos. ‘Porta do céu’, ‘Rainha dos anjos’ e ‘Refúgio dos pecadores’. Sem dúvida, não são os raciocínios que nos fazem compreender estas realidades tão sublimes, mas sim a fé simples, pura, e o silêncio da oração que nos põe em contacto com o Mistério que nos ultrapassa infinitamente. A oração ajuda-nos a falar com Deus e a sentir como o Senhor fala ao nosso coração”.

Bento XVI ressaltou que devemos pedir a Deus, por Maria Santíssima, que “nos conceda hoje o dom da sua fé, a fé que nos faça viver já nesta dimensão entre o finito e o infinito, a fé que transforma também o sentimento do tempo e do transcorrer da nossa existência, aquela fé na qual sentimos intimamente que a nossa vida não se encontra encerrada no passado, mas orientada para o futuro, para Deus, aonde Cristo e, depois dele, Maria nos precederam”.

A festa da Assunção de Maria ao céu renova o nosso compromisso de construir já aqui na Terra o céu que nos espera no fim da vida!

Dom Bernardino Marchió
Bispo Diocesano de Caruaru


Domingo, 16/08/2015 - Fonte: Site da Diocese / Postado por: Paulo Alves
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