Mensagens de Nossa Senhora em Medjugorje no dia 02/09/2017

Queridos filhos !

Quem melhor do que EU poderia falar para vocês do Amor e da existência do MEU FILHO ?

Vivi com ELE, EU sofri com ele, vivendo a vida terrena, EU provei da dor porque era MÃE.

MEU FILHO amou com pensamentos e obras o PAI CELESTIAL, o DEUS VERDADEIRO, e como ME dizia veio para redimi-los. EU escondi a minha dor com o amor. Vocês, filhos MEUS, tem numerosas perguntas, não compreendem a dor, não compreendem que através do Amor de Deus devem aceitar a dor e suportá-la. Todas as pessoas provam-na em maior ou menor medida, mas com a paz na alma e em estado de graça a esperança existe.

Este é o MEU FILHO, DEUS, nascido de DEUS. As SUAS PALAVRAS são sementes de Vida Eterna e semeadas nas boas almas produzem muitos frutos.

MEU FILHO suportou a dor porque tomou para si os pecados de vocês.

Por isso vocês, filhos MEUS, Apóstolos do MEU Amor, vocês que sofrem, saibam que as suas dores se tornarão luz e glória.

Filhos MEUS, enquanto vocês suportam a dor o CÉU entra em vocês, e em todos em torno de vocês é dado um pouco de Céu e muita esperança !

Obrigada !

OBS: Esta mensagem é um carinho de Nossa Senhora para você... As matérias do blog seguem abaixo, aproveite!

Assunção de Nossa Senhora


Celebramos, nesta semana, a festa da Assunção de Nossa Senhora. Mas, o que é a Assunção de Nossa Senhora? Trata-se de um dogma em que a Igreja afirma que Maria Santíssima, preservada do pecado desde a eternidade, escolhida para ser a Mãe de Deus encarnado, é associada ou assunta ao céu em corpo e alma; não por força própria, mas elevada aos céus por uma ação divina.

No dia 1º de novembro de 1950, o grande Papa Pio XII promulgou esta verdade de nossa fé, com a Constituição Apostólica “Munificentissimus Deus”, quando o Pastor Angélico nos diz: “Depois de elevar a Deus muitas e reiteradas preces e de invocar a luz do Espírito da Verdade, para glória de Deus onipotente, que outorgou à Virgem Maria sua peculiar benevolência; para honra do seu Filho, Rei imortal dos séculos e vencedor do pecado e da morte; para aumentar a glória da mesma augusta Mãe e para gozo e alegria de toda a Igreja, com a autoridade de nosso Senhor Jesus Cristo, dos bem-aventurados apóstolos Pedro e Paulo e com a nossa, pronunciamos, declaramos e definimos ser dogma divinamente revelado que a Imaculada Mãe de Deus e sempre Virgem Maria, terminado o curso da sua vida terrena, foi assunta em corpo e alma à glória do céu”.

No entanto, essa piedosa devoção e crença de que a Virgem Maria foi elevada ao céu em corpo e alma, “terminado o curso de sua vida terrena”, é uma das mais antigas do calendário litúrgico. A proclamação do dogma veio, apenas, confirmar esse tesouro contido na história da Igreja. Esclarece-nos, ainda, o Catecismo que “a Assunção da Santíssima Virgem constitui uma participação singular na Ressurreição do seu Filho e uma antecipação da Ressurreição dos demais cristãos”. A importância da Assunção para nós, cristãos, radica-se na relação que existe entre a Ressurreição de Cristo e a nossa. A presença da Virgem Maria, mulher da nossa raça, ser humano como nós, quem se encontra em corpo e alma já glorificada no Céu, nos apresenta o ideário da vida cristã: a feliz antecipação da nossa própria ressurreição.

O Papa Bento XVI na solenidade da Assunção de 2008 disse com propriedade: “Como é grandioso o mistério de amor que hoje se repropõe à nossa contemplação! Cristo venceu a morte com a onipotência do seu amor. Só o amor é onipotente. Este amor impeliu Cristo a morrer por nós e assim a vencer a morte. Sim, unicamente o amor faz entrar no reino da vida! E Maria entrou após o Filho, associada à sua glória, depois que foi associada à sua paixão. Entrou com um ímpeto irrefreável, conservando depois de si mesma o caminho aberto para todos nós. É por isso que no dia de hoje a invocamos. ‘Porta do céu’, ‘Rainha dos anjos’ e ‘Refúgio dos pecadores’. Sem dúvida, não são os raciocínios que nos fazem compreender estas realidades tão sublimes, mas sim a fé simples, pura, e o silêncio da oração que nos põe em contacto com o Mistério que nos ultrapassa infinitamente. A oração ajuda-nos a falar com Deus e a sentir como o Senhor fala ao nosso coração”.

Bento XVI ressaltou que devemos pedir a Deus, por Maria Santíssima, que “nos conceda hoje o dom da sua fé, a fé que nos faça viver já nesta dimensão entre o finito e o infinito, a fé que transforma também o sentimento do tempo e do transcorrer da nossa existência, aquela fé na qual sentimos intimamente que a nossa vida não se encontra encerrada no passado, mas orientada para o futuro, para Deus, aonde Cristo e, depois dele, Maria nos precederam”.

A festa da Assunção de Maria ao céu renova o nosso compromisso de construir já aqui na Terra o céu que nos espera no fim da vida!

Dom Bernardino Marchió
Bispo Diocesano de Caruaru


Domingo, 16/08/2015 - Fonte: Site da Diocese / Postado por: Paulo Alves
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