Mensagens de Nossa Senhora em Medjugorje no dia 02/08/2018

“Queridos filhos,

Com amor materno os convido a abrirem os seus corações à paz, a abrirem os seus corações ao MEU FILHO, a cantar em seus corações o amor ao MEU FILHO, porque somente através deste amor chega a paz da alma.

Filhos MEUS, EU sei que vocês tem a bondade, sei que vocês tem o amor, o amor misericordioso. Mas, muitos dos MEUS filhos ainda tem os corações fechados, pensam que podem agir sem colocar os seus pensamentos ao PAI CELESTIAL que ilumina, diante do MEU FILHO que está sempre e novamente com vocês na EUCARISTIA e que deseja ouvi-los.

Filhos Meus, porque não falam para eles ? A vida de cada um de vocês é importante e preciosa porque é um dom do PAI CELESTIAL para a ETERNIDADE, por isso nunca se esqueçam de agradecê-LO e falar com ELE.

Eu sei, filhos MEUS, que para vocês é desconhecido aquilo que virá depois, porém quando chegar o “depois” de vocês, terão todas as respostas. O MEU amor materno deseja que vocês estejam prontos.

Filhos MEUS, com a vida de vocês coloquem sentimentos bons nos corações das pessoas que vocês encontrarem, sentimentos de paz, de bondade, de amor e de perdão. Através da oração escutem o que lhes diz o MEU FILHO e assim o façam.

Novamente os convido a rezarem pelos seus sacerdotes, por aqueles a quem o MEU FILHO chamou; lembrem-se que eles tem necessidade de orações e de amor.

Obrigada.”

OBS: Esta mensagem é um carinho de Nossa Senhora para você... As matérias do blog seguem abaixo, aproveite!

Assunção de Nossa Senhora


Celebramos, nesta semana, a festa da Assunção de Nossa Senhora. Mas, o que é a Assunção de Nossa Senhora? Trata-se de um dogma em que a Igreja afirma que Maria Santíssima, preservada do pecado desde a eternidade, escolhida para ser a Mãe de Deus encarnado, é associada ou assunta ao céu em corpo e alma; não por força própria, mas elevada aos céus por uma ação divina.

No dia 1º de novembro de 1950, o grande Papa Pio XII promulgou esta verdade de nossa fé, com a Constituição Apostólica “Munificentissimus Deus”, quando o Pastor Angélico nos diz: “Depois de elevar a Deus muitas e reiteradas preces e de invocar a luz do Espírito da Verdade, para glória de Deus onipotente, que outorgou à Virgem Maria sua peculiar benevolência; para honra do seu Filho, Rei imortal dos séculos e vencedor do pecado e da morte; para aumentar a glória da mesma augusta Mãe e para gozo e alegria de toda a Igreja, com a autoridade de nosso Senhor Jesus Cristo, dos bem-aventurados apóstolos Pedro e Paulo e com a nossa, pronunciamos, declaramos e definimos ser dogma divinamente revelado que a Imaculada Mãe de Deus e sempre Virgem Maria, terminado o curso da sua vida terrena, foi assunta em corpo e alma à glória do céu”.

No entanto, essa piedosa devoção e crença de que a Virgem Maria foi elevada ao céu em corpo e alma, “terminado o curso de sua vida terrena”, é uma das mais antigas do calendário litúrgico. A proclamação do dogma veio, apenas, confirmar esse tesouro contido na história da Igreja. Esclarece-nos, ainda, o Catecismo que “a Assunção da Santíssima Virgem constitui uma participação singular na Ressurreição do seu Filho e uma antecipação da Ressurreição dos demais cristãos”. A importância da Assunção para nós, cristãos, radica-se na relação que existe entre a Ressurreição de Cristo e a nossa. A presença da Virgem Maria, mulher da nossa raça, ser humano como nós, quem se encontra em corpo e alma já glorificada no Céu, nos apresenta o ideário da vida cristã: a feliz antecipação da nossa própria ressurreição.

O Papa Bento XVI na solenidade da Assunção de 2008 disse com propriedade: “Como é grandioso o mistério de amor que hoje se repropõe à nossa contemplação! Cristo venceu a morte com a onipotência do seu amor. Só o amor é onipotente. Este amor impeliu Cristo a morrer por nós e assim a vencer a morte. Sim, unicamente o amor faz entrar no reino da vida! E Maria entrou após o Filho, associada à sua glória, depois que foi associada à sua paixão. Entrou com um ímpeto irrefreável, conservando depois de si mesma o caminho aberto para todos nós. É por isso que no dia de hoje a invocamos. ‘Porta do céu’, ‘Rainha dos anjos’ e ‘Refúgio dos pecadores’. Sem dúvida, não são os raciocínios que nos fazem compreender estas realidades tão sublimes, mas sim a fé simples, pura, e o silêncio da oração que nos põe em contacto com o Mistério que nos ultrapassa infinitamente. A oração ajuda-nos a falar com Deus e a sentir como o Senhor fala ao nosso coração”.

Bento XVI ressaltou que devemos pedir a Deus, por Maria Santíssima, que “nos conceda hoje o dom da sua fé, a fé que nos faça viver já nesta dimensão entre o finito e o infinito, a fé que transforma também o sentimento do tempo e do transcorrer da nossa existência, aquela fé na qual sentimos intimamente que a nossa vida não se encontra encerrada no passado, mas orientada para o futuro, para Deus, aonde Cristo e, depois dele, Maria nos precederam”.

A festa da Assunção de Maria ao céu renova o nosso compromisso de construir já aqui na Terra o céu que nos espera no fim da vida!

Dom Bernardino Marchió
Bispo Diocesano de Caruaru


Domingo, 16/08/2015 - Fonte: Site da Diocese / Postado por: Paulo Alves
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