Mensagens de Nossa Senhora em Medjugorje no dia 02/02/2018

Queridos filhos !

Vocês a quem o MEU FILHO ama, vocês a quem EU amo imensamente com o MEU AMOR MATERNO, não permitam que o egoísmo e o amar muito a si mesmo reinem no mundo. Não permitam que o amor e a bondade fiquem escondidos. Vocês que são amados, vocês que conheceram o AMOR do MEU FILHO, lembrem-se que ser amado significa amar. Filhos MEUS, tenham fé: quando vocês tem fé, vocês são felizes e difundem a paz. As suas almas exultam de alegria. Nestas almas está o MEU FILHO: quando se doam pela fé, quando se doam pelo amor, quando fazem o bem ao próximo, o MEU FILHO sorri em suas almas. Apóstolos do MEU AMOR, ME dirijo a vocês como MÃE, os reúno em torno de MIM porque desejo conduzí-los no caminho do AMOR e da FÉ, no caminho que leva até a LUZ DO MUNDO. EU estou aqui pelo AMOR e pela FÈ; porque desejo abençoá-los, porque EU desejo, com a MINHA BENÇÂO MATERNA, dar a vocês força e esperança no seu caminho. Porque a estrada que conduz ao MEU FILHO não é fácil, é cheia de renúncias, de dar-se, do sacrifício, do perdão e muito, muito amor mas este caminho conduz à paz e à alegria. Filhos MEUS, não acreditem nas vozes falsas que falam de coisas falsas e de luzes falsas: vocês, filhos MEUS, voltem para a SAGRADA ESCRITURA. Com imenso amor EU os vejo e, PELA GRAÇA DE DEUS, EU ME MANIFESTO A VOCÊS. Filhos Meus, caminham COMIGO. Que as almas de vocês exultem de alegria.

Obrigada.

OBS: Esta mensagem é um carinho de Nossa Senhora para você... As matérias do blog seguem abaixo, aproveite!

Francisco abraça os prisioneiros em Santa Cruz-Palmasola

Esta manhã às 9, 30 horas de Bolívia, 15, 30 horas de Roma, o Papa Francisco visitou o Centro de re-educação de Santa Cruz-Palmasola da Bolívia. Após ter escutado com grande atenção, comoção e espírito paterno, o testemunho de três jóvens que falaram em nome de todos os prisioneiros residentes neste centro de re-educação, Francisco dirigiu à todos umas palavras de encorajamento, de esperança e de fé no Deus que ama e perdoa: Deus misericordioso. Eis na íntegra, o discurso pronunciado pelo Santo Padre, antes de proceder à bênção dos presentes:

Queridos irmãos e irmãs!

Não podia deixar a Bolívia sem vir ver-vos, sem deixar de partilhar a fé e a esperança que nascem do amor entregue na cruz.

Obrigado por me receberem. Sei que se prepararam e rezaram por mim. Muito obrigado!

Nas palavras de D. Jesús Juárez e no testemunho de quem falou, pude comprovar que a dor não é capaz de apagar a esperança no mais fundo do coração e que a vida continua a jorrar com força em circunstâncias adversas.

Quem está diante de vós? Poderiam perguntar-se. Gostaria de responder-lhes à pergunta com uma certeza da minha vida, com uma certeza que me marcou para sempre. Aquele que está diante de vós é um homem perdoado. Um homem que foi e está salvo de seus muitos pecados. E é assim como me apresento. Não tenho muito mais para lhes dar ou oferecer, mas o que tenho e amo quero dar-vo-lo, quero partilhá-lo: Jesus Cristo, a misericórdia do Pai.

Ele veio para nos mostrar, fazer visível o amor que Deus tem por nós. Por vós, por mim. Um amor activo, real. Um amor que levou a sério a realidade do seus. Um amor que cura, perdoa, levanta, cuida. Um amor que se aproxima e devolve a dignidade. Uma dignidade, que podemos perder de muitas maneiras e formas. Mas, nisto, Jesus é um obstinado: deu a sua vida por isto, para nos devolver a identidade perdida.

Lembro-me duma experiência que nos pode ajudar. Pedro e Paulo, discípulos de Jesus, também estiveram encarcerados; também foram privados da liberdade. Nessa circunstância, houve algo que os sustentou, algo que não os deixou cair no desespero, na escuridão que pode brotar da falta de sentido: foi a oração. Pessoal e comunitária. Eles rezaram, e por eles se rezava. Dois movimentos, duas acções que geram entre si uma rede que sustenta a vida e a esperança. Sustenta-nos contra o desespero e incentiva-nos a prosseguir o caminho. Uma rede que vai sustentando a vida, a vossa e a das vossas famílias.

Porque uma pessoa, quando Jesus entra na sua vida, não fica detida no seu passado, mas começa a olhar o presente de outra forma, com outra esperança. A pessoa começa a ver com outros olhos a si mesma, a sua própria realidade. Não fica enclausurado no que aconteceu, mas é capaz de chorar e encontrar nisso a força para voltar a começar. E, se em determinados momentos nos sentimos tristes, mal, abatidos, convido-vos a fixar o rosto de Jesus crucificado. No seu olhar, todos podemos encontrar espaço. Todos podemos colocar junto d’Ele as nossas feridas, as nossas dores e também os nossos pecados. Nas suas chagas, encontram lugar as nossas chagas; para serem curadas, lavadas, transformadas, ressuscitadas. Ele morreu por vós, por mim, para nos dar a mão e levantar-nos. 
Conversem com os sacerdotes que aqui vêm, conversem… Jesus sempre nos quer levantar.

Esta certeza move-nos a trabalhar pela nossa dignidade. Reclusão não é o mesmo que exclusão, porque a reclusão faz parte dum processo de reinserção na sociedade. Há muitos elementos – bem o sei – que jogam contra este lugar: a superlotação, a morosidade da justiça, a falta de terapias ocupacionais e de políticas de reabilitação, a violência… Tudo isso torna necessário uma pronta e eficaz aliança interinstitucional para se encontrar respostas.

Mas, enquanto se luta por isso, não podemos dar tudo por perdido. Hoje há coisas que já podemos fazer.

Aqui, neste Centro de Reabilitação, a convivência depende em parte de vós. O sofrimento e a privação podem tornar o nosso coração egoísta e levar a confrontos, mas também temos a capacidade de os transformar em ocasião de autêntica fraternidade. Ajudai-vos mutuamente. Não tenhais medo de vos ajudar entre vós. O diabo procura a rivalidade, a divisão, os bandos; lutai para sairdes vencedores contra ele.

Gostaria de vos pedir que leveis a minha saudação às vossas famílias. É tão importante a sua presença e a sua ajuda! Os avós, o pai, a mãe, os irmãos, o cônjuge, os filhos. Lembram-nos que vale a pena viver e lutar por um mundo melhor.

Finalmente, uma palavra de encorajamento a todos os que trabalham neste Centro: aos seus dirigentes, aos agentes da Polícia Carcerária, a todo o pessoal. Realizam um serviço público fundamental. Desempenham uma tarefa importante neste processo de reinserção; tarefa de levantar e não rebaixar, de dignificar e não humilhar, de animar e não acabrunhar. É um processo que requer deixar a lógica de bons e maus para passar a uma lógica centrada na ajuda à pessoa. Gerará melhores condições para todos, porque um processo assim vivido dignifica-nos, anima-nos e levanta-nos a todos.

Antes de vos dar a bênção, gostaria que rezássemos uns momentos em silêncio. Cada um faça-o como sabe.


Por favor, peço-vos que continueis a rezar por mim, porque também eu tenho os meus erros e devo fazer penitência. Obrigado!


Sexta, 10/07/2015 - Fonte: Radio Vaticano / Postado por: Paulo Alves
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