Mensagens de Nossa Senhora em Medjugorje no dia 02/09/2017

Queridos filhos !

Quem melhor do que EU poderia falar para vocês do Amor e da existência do MEU FILHO ?

Vivi com ELE, EU sofri com ele, vivendo a vida terrena, EU provei da dor porque era MÃE.

MEU FILHO amou com pensamentos e obras o PAI CELESTIAL, o DEUS VERDADEIRO, e como ME dizia veio para redimi-los. EU escondi a minha dor com o amor. Vocês, filhos MEUS, tem numerosas perguntas, não compreendem a dor, não compreendem que através do Amor de Deus devem aceitar a dor e suportá-la. Todas as pessoas provam-na em maior ou menor medida, mas com a paz na alma e em estado de graça a esperança existe.

Este é o MEU FILHO, DEUS, nascido de DEUS. As SUAS PALAVRAS são sementes de Vida Eterna e semeadas nas boas almas produzem muitos frutos.

MEU FILHO suportou a dor porque tomou para si os pecados de vocês.

Por isso vocês, filhos MEUS, Apóstolos do MEU Amor, vocês que sofrem, saibam que as suas dores se tornarão luz e glória.

Filhos MEUS, enquanto vocês suportam a dor o CÉU entra em vocês, e em todos em torno de vocês é dado um pouco de Céu e muita esperança !

Obrigada !

OBS: Esta mensagem é um carinho de Nossa Senhora para você... As matérias do blog seguem abaixo, aproveite!

Bispo norte-americano dá quatro dicas para que padres e diáconos não façam "homilias chatas"

Através de uma carta com conselhos práticos dirigida aos sacerdotes e diáconos, o Arcebispo de Detroit (Estados Unidos), Dom Allen H. Vigneron, descreveu os tipos de pessoas que assistem a Missa e qual é a melhor maneira de pregar para eles.
 
1. O primeiro conselho que o Prelado dá em sua carta “O Pregador – Servo da Palavra de Deus” é a necessidade de recordar que "a chave não é oferecer comentários, mas ajudar que essas pessoas que estão nos bancos entendam o que acontece no texto e desta maneira compreendam o que está acontecendo agora e respondam com sua fé".
 
2. Em vez de permitir que as leituras fiquem no nível da teoria, o Prelado indicou que os pregadores devem aplicá-las a uma "situação concreta" da comunidade e oferecer sugestões para que os fiéis possam colocá-las em prática. Para isto é necessária uma preparação adequada e antecipada da homilia.
 
3. Tristemente, lamentou Dom Vigneron, muitas pessoas nos bancos ouviram a frase "Deus te ama", mas não a interiorizaram. "As últimas estatísticas revelam que muitos católicos nem sequer acreditam na possibilidade de ter uma amizade com Deus, por isso sem dúvida não sabem que são amados infinita e apaixonadamente por Aquele que tudo criou", explicou.
 
"E este amor, o conhecimento deste amor, o encontro com este amor, é o que transforma a vida; é o que nos leva a responder ao seguimento Daquele que entregou sua vida por nós".
 
Dom Vigneron explicou que assim como o aço deve ser esquentado antes que possa ser moldado ou dobrado, o coração humano deve ser esquentado pelo amor de Deus com o fim de superar o medo e ser moldado pela verdade do Evangelho. Sem um encontro com o amor de Cristo, "a fé simplesmente se vê como um conjunto de normas e regulamentos".
 
4. Em última instância, refletiu o Prelado, os sacerdotes e diáconos fomentam um encontro com Deus quando pregam um Cristo crucificado: "a Cruz é a maior prova de amor nunca antes vista. Por isso, ajudem-lhes a entender, compreender que Deus não nos diz somente que nos ama, mas também nos demonstra isso", ressaltou.
 
O Arcebispo de Detroit explicou, logo, como são alguns dos tipos de pessoas que participam da Missa: "Muitas pessoas foram ‘sacramentadas’ mas nunca evangelizadas", sustentou Dom Vigneron. Embora se encontraram com Cristo através dos sacramentos, tinham pouco conhecimento destes, portanto, "sabiam coisas de Deus, mas não O conheciam".
 
"Infelizmente, devemos admitir nossa parte de responsabilidade nisto", continuou o Arcebispo, que afirmou que pregar o Evangelho a este grupo de pessoas, que pode ser uma maioria durante uma Missa dominical, parece quando "tentamos plantar sementes no cimento: nada crescerá".
 
Portanto, o Prelado enfatizou que a chave está em uma evangelização que promova um encontro com Cristo.
 
Outro grupo de pessoas presentes na Missa são os "ateus práticos", explicou Dom Vigneron. Estas pessoas não rejeitam diretamente a Deus, mas separam sua fé da sua vida cotidiana e passam a maior parte de tempo em um "mundo do consumo secular", isto é, vivem como se Deus não existisse ou como se não tivesse significado em suas vidas.
 
Além disso, continuou o Prelado, atualmente muitas pessoas se consideram espirituais. Têm grande fome de "uma paz interior que lhes ajude de algum jeito a obter seus projetos na vida". Outras pessoas vêm à Missa com ideias adquiridas pelos meios de comunicação, o entretenimento e o mundo acadêmico, que lhes dizem que a fé é incompatível com a razão.
 
Também estão presentes os "que parecem mortos", ou seja, que chegam tarde e vão embora cedo da Missa, que não prestam atenção, não participam e parecem não querer estar ali, assim como "o chateado e desinteressado", aqueles que somente viram uma versão "reduzida" de Cristo e do Evangelho.
 

Mas no fundo, disse Dom Vigneron, todos aqueles que participam da Missa querem a mesma coisa: um encontro com Cristo, e esta é responsabilidade do sacerdote: ajudar neste encontro através da sua pregação.


Segunda, 20/07/2015 - Fonte: ACI digital / Postado por: Paulo Alves
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