Mensagens de Nossa Senhora em Medjugorje no dia 02/05/2018

Queridos filhos, tudo o que MEU FILHO, que é a Luz do AMOR, tem feito e faz, ELE tem feito por amor. Também vocês, meus filhos, quando vocês vivem no amor e amam seus próximos, vocês estão fazendo a vontade do MEU FILHO. Apóstolos do Meu Amor, tornem-se pequenos, abram seus corações puros ao MEU FILHO para que ELE possa operar através de vocês. Com a ajuda da fé, sejam preenchidos com amor. Mas, meus filhos, não esqueçam que a EUCARISTIA é o coração da fé. Isto é MEU FILHO que os alimenta com SEU CORPO e fortalece vocês com o SEU SANGUE. Isto é um milagre de amor: MEU FILHO, que sempre vem novamente, vivo, trazer de volta a vida para as almas. Meus filhos, Meu desejo maternal é para vocês sempre O amarem mais, porque ELE está chamando vocês com SEU AMOR. ELE está-lhes dando amor para que vocês possam espalhá-lo para todos aqueles ao redor de vocês. Como uma mãe, através do SEU AMOR, EU estou com vocês para falar palavras de amor e esperança para vocês – para falar para vocês as palavras eternas que são vitoriosas no tempo e da morte – para chamá-los para serem ao Meus Apóstolos de Amor. Obrigada.

OBS: Esta mensagem é um carinho de Nossa Senhora para você... As matérias do blog seguem abaixo, aproveite!

Será que no céu eu poderei abraçar meu filho não nascido?

Uma leitora nos perguntou:

“Será que no céu eu poderei ver o meu filho não nascido? Quando estivermos na comunhão eterna dos céus, onde não haverá vínculos terrenos (mulher, marido, filhos etc.) e desfrutaremos só da presença de Deus, como uma mãe poderá não ser mais mãe, não sentir a necessidade de voltar a abraçar seus filhos (talvez um filho perdido, não nascido), o marido? Será possível?”

O que acontece no céu?

Giovanni Ancona, professor de Teologia Dogmática e decano da faculdade de teologia na Pontifícia Universidade Urbaniana, responde à pergunta partindo de uma belíssima interpretação do céu feita por um autor contemporâneo, J. B. Russell, que, sem seu livro sobre a história do Paraíso, afirma:

“O céu é a comunidade daqueles a quem Deus ama e que amam a Deus. Nós conservamos nossa peculiar personalidade, mas, unidos em uma caridade perfeita, pois, no abraço misericordioso de Deus, todos amam todos. (...). No céu, veremos todo o nosso amor; a graça e a paz se transmitirão a todos e por meio de todos, e tudo isso se realizará em cada um, de maneira que o amor de cada um seja completo e se estenda perfeitamente a todos. A mútua união dos homens em Cristo não é só no céu: é o céu.”

Segundo explicou o Prof. Ancona, o autor, indo além do que se pode dizer sobre uma realidade que nos supera, defende, antes de tudo e corretamente, “a ideia de que no céu cada um de nós conservará sua própria personalidade. A fé cristã, de fato, compreende a ressurreição de cada pessoa como plenitude da própria vida e na unidade do seu ser, que o identifica pessoalmente, em relação à ressurreição de Jesus Cristo”.

Os vínculos terremos serão recuperados

Em outras palavras, “a ressurreição comporta para o homem a recuperação de toda a sua vida, do seu histórico de relações, de vínculos; a ressurreição é o completo amadurecimento, no Corpo de Cristo, da história pessoal de cada um. Trata-se, assim, de uma condição transfigurada e, portanto, não comparável à condição histórica terrena”.

Por isso, Jesus “afirma que as relações no céu não podem ser equiparadas às da terra. Isso não significa, no entanto, que não voltaremos a encontrar nossos vínculos”.

“Precisamente porque a ressurreição nos coloca no céu, que é o próprio Deus, lá voltaremos a encontrar todas as relações (parentais, afetivas etc.) que fizeram parte da nossa história de pessoas. Um filho não nascido é sempre parte da história de uma mãe; portanto, ela voltará a encontrá-lo em uma relação totalmente nova, em união a Cristo e aos demais irmãos na fé”, concluiu.  



Terça, 09/06/2015 - Fonte: Aleteia / Postado por: Paulo Alves
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