Mensagens de Nossa Senhora em Medjugorje no dia 02/09/2017

Queridos filhos !

Quem melhor do que EU poderia falar para vocês do Amor e da existência do MEU FILHO ?

Vivi com ELE, EU sofri com ele, vivendo a vida terrena, EU provei da dor porque era MÃE.

MEU FILHO amou com pensamentos e obras o PAI CELESTIAL, o DEUS VERDADEIRO, e como ME dizia veio para redimi-los. EU escondi a minha dor com o amor. Vocês, filhos MEUS, tem numerosas perguntas, não compreendem a dor, não compreendem que através do Amor de Deus devem aceitar a dor e suportá-la. Todas as pessoas provam-na em maior ou menor medida, mas com a paz na alma e em estado de graça a esperança existe.

Este é o MEU FILHO, DEUS, nascido de DEUS. As SUAS PALAVRAS são sementes de Vida Eterna e semeadas nas boas almas produzem muitos frutos.

MEU FILHO suportou a dor porque tomou para si os pecados de vocês.

Por isso vocês, filhos MEUS, Apóstolos do MEU Amor, vocês que sofrem, saibam que as suas dores se tornarão luz e glória.

Filhos MEUS, enquanto vocês suportam a dor o CÉU entra em vocês, e em todos em torno de vocês é dado um pouco de Céu e muita esperança !

Obrigada !

OBS: Esta mensagem é um carinho de Nossa Senhora para você... As matérias do blog seguem abaixo, aproveite!

Será que no céu eu poderei abraçar meu filho não nascido?

Uma leitora nos perguntou:

“Será que no céu eu poderei ver o meu filho não nascido? Quando estivermos na comunhão eterna dos céus, onde não haverá vínculos terrenos (mulher, marido, filhos etc.) e desfrutaremos só da presença de Deus, como uma mãe poderá não ser mais mãe, não sentir a necessidade de voltar a abraçar seus filhos (talvez um filho perdido, não nascido), o marido? Será possível?”

O que acontece no céu?

Giovanni Ancona, professor de Teologia Dogmática e decano da faculdade de teologia na Pontifícia Universidade Urbaniana, responde à pergunta partindo de uma belíssima interpretação do céu feita por um autor contemporâneo, J. B. Russell, que, sem seu livro sobre a história do Paraíso, afirma:

“O céu é a comunidade daqueles a quem Deus ama e que amam a Deus. Nós conservamos nossa peculiar personalidade, mas, unidos em uma caridade perfeita, pois, no abraço misericordioso de Deus, todos amam todos. (...). No céu, veremos todo o nosso amor; a graça e a paz se transmitirão a todos e por meio de todos, e tudo isso se realizará em cada um, de maneira que o amor de cada um seja completo e se estenda perfeitamente a todos. A mútua união dos homens em Cristo não é só no céu: é o céu.”

Segundo explicou o Prof. Ancona, o autor, indo além do que se pode dizer sobre uma realidade que nos supera, defende, antes de tudo e corretamente, “a ideia de que no céu cada um de nós conservará sua própria personalidade. A fé cristã, de fato, compreende a ressurreição de cada pessoa como plenitude da própria vida e na unidade do seu ser, que o identifica pessoalmente, em relação à ressurreição de Jesus Cristo”.

Os vínculos terremos serão recuperados

Em outras palavras, “a ressurreição comporta para o homem a recuperação de toda a sua vida, do seu histórico de relações, de vínculos; a ressurreição é o completo amadurecimento, no Corpo de Cristo, da história pessoal de cada um. Trata-se, assim, de uma condição transfigurada e, portanto, não comparável à condição histórica terrena”.

Por isso, Jesus “afirma que as relações no céu não podem ser equiparadas às da terra. Isso não significa, no entanto, que não voltaremos a encontrar nossos vínculos”.

“Precisamente porque a ressurreição nos coloca no céu, que é o próprio Deus, lá voltaremos a encontrar todas as relações (parentais, afetivas etc.) que fizeram parte da nossa história de pessoas. Um filho não nascido é sempre parte da história de uma mãe; portanto, ela voltará a encontrá-lo em uma relação totalmente nova, em união a Cristo e aos demais irmãos na fé”, concluiu.  



Terça, 09/06/2015 - Fonte: Aleteia / Postado por: Paulo Alves
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