Mensagens de Nossa Senhora em Medjugorje no dia 02/09/2017

Queridos filhos !

Quem melhor do que EU poderia falar para vocês do Amor e da existência do MEU FILHO ?

Vivi com ELE, EU sofri com ele, vivendo a vida terrena, EU provei da dor porque era MÃE.

MEU FILHO amou com pensamentos e obras o PAI CELESTIAL, o DEUS VERDADEIRO, e como ME dizia veio para redimi-los. EU escondi a minha dor com o amor. Vocês, filhos MEUS, tem numerosas perguntas, não compreendem a dor, não compreendem que através do Amor de Deus devem aceitar a dor e suportá-la. Todas as pessoas provam-na em maior ou menor medida, mas com a paz na alma e em estado de graça a esperança existe.

Este é o MEU FILHO, DEUS, nascido de DEUS. As SUAS PALAVRAS são sementes de Vida Eterna e semeadas nas boas almas produzem muitos frutos.

MEU FILHO suportou a dor porque tomou para si os pecados de vocês.

Por isso vocês, filhos MEUS, Apóstolos do MEU Amor, vocês que sofrem, saibam que as suas dores se tornarão luz e glória.

Filhos MEUS, enquanto vocês suportam a dor o CÉU entra em vocês, e em todos em torno de vocês é dado um pouco de Céu e muita esperança !

Obrigada !

OBS: Esta mensagem é um carinho de Nossa Senhora para você... As matérias do blog seguem abaixo, aproveite!

Quem é o autor do Apocalipse?

O João do último livro da Bíblia é o mesmo que o do Evangelho e das cartas? Uma resposta surpreendentemente esclarecedora.

Pergunta

Na Bíblia, além do Evangelho de João, encontramos 3 cartas escritas por São João Apóstolo e o último livro, que é o Apocalipse, ou seja, a visão que João teve sobre os que um dia serão “novos céus e novas terras”. Minha pergunta é: todos estes são escritos do apóstolo São João em pessoa?

Resposta

Na origem do Evangelho de João encontra-se o “discípulo amado”: isso é o que sabemos pela tradição da Igreja antiga, que identifica o discípulo amado convertido em testemunha (João 21, 24) com João, filho de Zebedeu. Esta tradição nunca foi discutida seriamente antes do começo do século XIX.

A análise literária dos textos levou os especialistas a pensarem que os escritos de João poderiam ter sido realizados por vários autores. Mas isso não significa que o testemunho do apóstolo João não seja a fonte original de todos eles.

É preciso compreender que o conceito de “autor” na Bíblia não se refere tanto ao escritor material dos livros, e sim ao autor no sentido amplo, ou seja, aquele que inspirou e cuja experiência e/ou ensinamento é a base desse texto.

Apesar das diversas teorias, podemos dizer, contudo, que, ainda que o autor material seja diferente, a base do Evangelho de João continua sendo o filho de Zebedeu e seu cuidado particular em anunciar a memória de Jesus, bem como o esforço por penetrar no mistério da sua pessoa e da sua vida terrena.

A data da redação do Evangelho de João é calculada entre os anos 85-95 d.C., quando o judaísmo excluiu os discípulos de Jesus da sinagoga (o Templo de Jerusalém havia sido construído quase 20 anos antes), e o começo do século II. A descoberta do célebre Papiro 52, encontrado no Egito e datado de 125 d.C., já fala da existência desse Evangelho.

O mesmo acontece com relação às Cartas: aceita-se hoje que elas foram escritas por um representante autorizado da “tradição joânica”: o autor se identifica nelas com o nome de “presbítero”. Ainda que a tradição antiga seja unânime ao atribuí-la ao apóstolo João, o bispo Papias de Gerápolis (70-130) fala de um “presbítero João, discípulo do Senhor”.

Justamente sobre o Apocalipse, a questão se torna muito complexa. O autor tem uma importante familiaridade com toda a tradição judaica, um conhecimento tão vasto e profundo das Escrituras, que inclusive supera o próprio apóstolo Paulo: no livro são contadas mais de 800 passagens do Antigo Testamento, tomadas diretamente do texto judaico, contra cerca de 200 utilizadas por Paulo, quem costumava utilizar a tradição grega.

Finalmente, é preciso acrescentar que, dada a natureza do escrito – um livro de revelação (é este o significado de “apocalipse”) – em tempos de perseguição declarada (como a ocorrida durante o reinado de Domiciano, 81-96) se caracteriza pelo anonimato do autor, quem, de qualquer maneira, remete à autoridade do próprio apóstolo. 


Quinta, 25/06/2015 - Fonte: Aleteia / Postado por: Paulo Alves
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