Mensagens de Nossa Senhora em Medjugorje no dia 02/08/2018

“Queridos filhos,

Com amor materno os convido a abrirem os seus corações à paz, a abrirem os seus corações ao MEU FILHO, a cantar em seus corações o amor ao MEU FILHO, porque somente através deste amor chega a paz da alma.

Filhos MEUS, EU sei que vocês tem a bondade, sei que vocês tem o amor, o amor misericordioso. Mas, muitos dos MEUS filhos ainda tem os corações fechados, pensam que podem agir sem colocar os seus pensamentos ao PAI CELESTIAL que ilumina, diante do MEU FILHO que está sempre e novamente com vocês na EUCARISTIA e que deseja ouvi-los.

Filhos Meus, porque não falam para eles ? A vida de cada um de vocês é importante e preciosa porque é um dom do PAI CELESTIAL para a ETERNIDADE, por isso nunca se esqueçam de agradecê-LO e falar com ELE.

Eu sei, filhos MEUS, que para vocês é desconhecido aquilo que virá depois, porém quando chegar o “depois” de vocês, terão todas as respostas. O MEU amor materno deseja que vocês estejam prontos.

Filhos MEUS, com a vida de vocês coloquem sentimentos bons nos corações das pessoas que vocês encontrarem, sentimentos de paz, de bondade, de amor e de perdão. Através da oração escutem o que lhes diz o MEU FILHO e assim o façam.

Novamente os convido a rezarem pelos seus sacerdotes, por aqueles a quem o MEU FILHO chamou; lembrem-se que eles tem necessidade de orações e de amor.

Obrigada.”

OBS: Esta mensagem é um carinho de Nossa Senhora para você... As matérias do blog seguem abaixo, aproveite!

Cidadãos de Roma dão exemplo às demais sociedades: grande manifestação laica vai defender a família!

Não partidária e não confessional; não contra o governo nem contra os homossexuais; a favor da família natural, que se baseia no casamento entre um homem e uma mulher abertos à vida e à criação amorosa dos filhos. Este é, em resumo, o objetivo da manifestação que vai acontecer em Roma neste sábado, dia 20, por iniciativa de grupos laicos e de leigos católicos agindo em parceria.

Várias características do evento são chamativas, a começar pelo fato de que não se trata de uma manifestação religiosa, mas sim civil, reunindo cidadãos comuns de diferentes crenças e orientações políticas.

Além disso, a manifestação não conta com uma organização "de cima para baixo", mas segue a dinâmica das emergências sistêmicas "de baixo para cima": ela começou com a ideia de um pequeno grupo de cidadãos italianos, que criaram a “Comissão Defendamos nossos Filhos” e organizaram reuniões em todo o país para informar as pessoas sobre a “teoria de gênero”, amplamente desconhecida do grande público.

Essa teoria, que não tem qualquer embasamento científico, prega que a identidade sexual masculina ou feminina não é natural, mas sim uma “construção social” imposta por contextos culturais “machistas e opressores”; se a sociedade “se livrasse dessa imposição cultural”, segundo os defensores da teoria, cada pessoa seria livre para “escolher seu próprio gênero”, num movimento que eliminaria toda diferenciação sexual entre homens e mulheres a fim de substituí-la por um “gênero fluido”, sem papéis definidos para os sexos masculino e feminino. Se fosse posta em prática, tal ideologia destruiria os conceitos básicos de família natural, com consequências sociais, morais e psicológicas imprevisíveis.

Embora não seja claramente divulgada ao grande público (propositalmente), essa teoria já vem se infiltrando há décadas nos governos de dezenas de países de todo o Ocidente graças ao trabalho agressivo de lobbies que se disfarçam de “promotoras da igualdade entre os sexos”. A ideologia de gênero já vem sendo aplicada nas escolas e está transmitindo às crianças ideias e conceitos ideológicos e cientificamente infundados sobre identidade sexual.

Na Itália, as reuniões organizadas pela Comissão Defendamos nossos Filhos foram o primeiro passo para uma reação em cadeia de vários segmentos da população, incluindo tanto associações católicas quanto grupos laicos. Esta foi a origem da manifestação agendada para o próximo sábado, que reage a dois fenômenos bem específicos: a “colonização ideológica da teoria de gênero nas escolas” e a “ideia de que as uniões civis homossexuais equivalem à família natural”. A proposta da manifestação não é impedir que os parceiros homossexuais se unam civilmente conforme desejarem: é apenas deixar claro que existe uma diferença objetiva entre a família natural e quaisquer outras formas de união, e que esta especificidade da família natural não pode ser ignorada pelas leis como se não existisse. A família natural, assim, demanda proteção jurídica e não relativização. Neste sentido, a manifestação quer mandar um claro recado ao parlamento italiano, que está discutindo o projeto de lei Cirinnà: o projeto propõe precisamente a equiparação, na Itália, entre as uniões civis homossexuais e a família natural.

Há projetos similares em dezenas de outros países, com muito pouca divulgação aos cidadãos. Por que será?



Quinta, 18/06/2015 - Fonte: Aleteia / Postado por: Paulo Alves
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