Mensagens de Nossa Senhora em Medjugorje no dia 25/10/2018

Queridos filhos! Vocês tem uma grande graça de serem chamados a uma nova vida através das mensagens que EU estou lhes dando. Este, filhinhos, é um tempo de graça, um tempo e um chamado à conversão para vocês e às gerações futuras. Portanto, EU estou chamando vocês, filhinhos, rezem mais e abram seu coração ao MEU FILHO JESUS. EU estou com vocês e amo a todos vocês e abençôo vocês com a Minha Bênção Maternal. Obrigada por terem respondido ao Meu Chamado.

OBS: Esta mensagem é um carinho de Nossa Senhora para você... As matérias do blog seguem abaixo, aproveite!

Por que nos ajoelhamos durante a missa?

Na hora da consagração, podemos ficar em pé? Depois da comunhão, podemos nos sentar? Estas e outras perguntas respondidas pelos especialistas


Pergunta

Percebi uma tendência na missa. Talvez eu esteja errado, mas me parece que a atitude de ajoelhar-se em alguns momentos da missa está se perdendo. É algo que estou vendo em várias igrejas: na hora da consagração, muitos permanecem de pé, outros se sentam, poucos se ajoelham. A mesma coisa acontece após a comunhão. É só impressão minha? É aceitável? Ou é um gesto litúrgico e deveria ser respeitado (a menos que a pessoa tenha impedimentos reais)?

Resposta – por Roberto Gulino, professor de liturgia

Infelizmente, não é só uma impressão do nosso amigo leitor: muitas vezes se vê, durante as liturgias eucarísticas, uma variedade de comportamentos que indicam a pouca consciência do que estamos fazendo.

Há pessoas que se calam durante os cânticos (mesmo conhecendo a letra e a melodia); quem prefere recitar o Glória, o Credo ou o Pai-Nosso sussurrando (“Para rezar melhor, interiormente”, dizem); e quem decide pessoalmente que postura seguir e qual evitar (“Sabe, padre, depois da comunhão eu fico sentada até o final da missa, acho que é melhor para estar em intimidade com Jesus...”).

Agindo assim, no entanto, esquecemos (muitos nem sabem disso) que a natureza profunda e mais íntima da liturgia é precisamente ser oração da Igreja, ou seja, do corpo místico de Cristo, que, no Espírito Santo, está sempre dirigido ao Pai.

Esta essência “eclesial” da liturgia nos pede que participemos da celebração com uma atenção comunitária, rezando juntos com as mesmas palavras e com os mesmos gestos, inserindo-nos completamente na oração de toda a comunidade que, com um só coração e uma só alma, celebra seu Senhor.

A atitude comum do corpo na liturgia é sinal da unidade dos membros da comunidade cristã.

Portanto, é necessário rezar juntos e realizar comunitariamente os mesmos gestos, como sinal de comunhão, e para viver a dimensão eclesial da oração litúrgica (que é diferente da oração pessoal).

O que foi dito até agora vale também e sobretudo para a postura de joelhos: a Igreja nos pede (OGMR, 43) que nos ajoelhemos na hora da consagração, pois é o momento em que o pão e o vinho se convertem em Corpo e Sangue de Jesus.

Nesse momento, nosso corpo é convidado a expressar, na oração, toda a adoração, respeito e reverência pela grandeza do amor de Deus que se renova no dom total de Cristo na cruz e no seu tornar-se alimento por nós em seu Corpo e Sangue.

Diante de tal grandeza, de joelhos, queremos expressar também nossa pequenez, nossa humildade, nossa necessidade de acolher seu dom para a nossa salvação.

Nem sempre é possível que todos fiquem de joelhos, devido à idade, problemas de saúde ou circunstâncias do lugar da celebração (pequeno demais, lotado etc.).

Neste caso, quem não pode se ajoelhar deve fazer uma profunda inclinação enquanto o sacerdote faz a genuflexão depois da consagração.

É importante compreender que nossos gestos e atitudes na missa demonstram o verdadeiro e pleno significado de cada uma das suas partes, favorecendo a participação de todos.

Portanto, como sempre no âmbito litúrgico, mais que uma observância cega e absoluta das normas, é preciso tentar compreender e sobretudo viver o sentido destas indicações, para viver uma liturgia autêntica e real, capaz de envolver o coração das pessoas que participam dela.

Terço, 12/05/2015 - Aleteia, Toscana Oggi / Paulo Alves
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