Mensagens de Nossa Senhora em Medjugorje no dia 02/04/2018

“Queridos filhos,

Através do Grande Amor do PAI CELESTIAL, EU estou com vocês como sua MÃE e vocês estão comigo como MEUS filhos, como Apóstolos do Meu Amor que sem cessar, reúnem-se em torno de MIM.

Filhos MEUS, vocês são aqueles que, como a oração, devem abandonar-se totalmente ao MEU FILHO, a fim de que não sejam mais vocês a viverem, mas o MEU FILHO em vocês; de modo que todos aqueles que não O conheçam, O vejam em vocês e desejem conhecê-lo.

Rezem para que eles vejam em vocês uma humildade decidida e bondade, disponibilidade a servir os outros; que vejam que vocês vivem a sua vocação no mundo com o coração, em comunhão com o MEU FILHO. Que eles vejam em vocês mansidão, ternura e amor ao MEU FILHO, como também aos seus irmãos e irmãs. Apóstolos do MEU AMOR, vocês devem rezar muito e purificar os seus corações de odo que sejam vocês os primeiros a caminhar no caminho do MEU FILHO de modo que sejam vocês os justos unidos pela JUSTIÇA do MEU FILHO.

Filhos MEUS, como MEUS Apóstolos vocês devem estar unidos na comunhão que flui do MEU FILHO, a fim de que os MEUS filhos que não conhecem o MEU FILHO reconheçam uma comunhão de amor e desejem caminhar no caminho da vida, no caminho da unidade com o MEU FILHO.

Obrigada.”

OBS: Esta mensagem é um carinho de Nossa Senhora para você... As matérias do blog seguem abaixo, aproveite!

DOMINGO - PÁSCOA DA RESSURREIÇÃO

Evangelho do dia 05/04/2015 - João: 20, 1-9


No primeiro dia da semana, Maria Madalena foi ao túmulo de Jesus, bem de madrugada, quando ainda estava escuro, e viu que a pedra tinha sido tirada do túmulo. Então ela saiu correndo e foi encontrar Simão Pedro e o outro discípulo, aquele que Jesus amava, e lhes disse: “Tiraram o Senhor do túmulo, e não sabemos onde o colocaram”. Saíram, então, Pedro e o outro discípulo e foram ao túmulo. Ambos corriam juntos, mas o outro discípulo correu mais depressa que Pedro e chegou primeiro ao túmulo.  Olhando para dentro, viu as faixas de linho no chão, mas não entrou. Chegou também Simão Pedro, que vinha correndo atrás, e entrou no túmulo. Viu as faixas de linho deitadas no chão e o pano que tinha estado sobre a cabeça de Jesus, não posto com as faixas, mas enrolado num lugar à parte. Então entrou também o outro discípulo, que tinha chegado primeiro ao túmulo. Ele viu, e acreditou. De fato, eles ainda não tinham compreendido a Escritura, segundo a qual ele devia ressuscitar dos mortos.
 
- Palavra da salvação. 

- Glória a vós, Senhor!


Comentário do Evangelho

Ambos corriam juntos... (Jo 20, 1-9)
 
Madrugada de domingo. Ainda está “meio escuro”. Mas todos parecem ter pressa... Depois do silêncio e da imobilidade do Sábado Santo, quando os corações estavam de luto pela morte do Senhor, os primeiros boatos sobre a Ressurreição injetam adrenalina e mobilizam os músculos... das pernas! É hora de correr!
 
De fato, Madalena corre até Simão Pedro para anunciar que o túmulo estava vazio. Pedro e o outro discípulo (João, que narra a cena) também correm. Correm juntos, diz o texto do Evangelho: duo simul, traduziu São Jerônimo.
 
Temos aqui dois tópicos para nossa reflexão. Se nosso cristianismo estacionou no Cristo morto da Sexta feira Santa, adotaremos todos uma atitude estática, morna, rotineira. Deixaremos as coisas como estão. Teremos as pernas pesadas. Mas se ouvimos a boa notícia da Ressurreição do Senhor, de imediato moveremos as pernas e nos poremos a caminhar. No mínimo, nos moveremos para “verificar” a boa notícia. E, uma vez verificada, nós seremos os missionários que o Senhor deseja. Madre Teresa de Calcutá confirma: “Se queremos ser missionários, precisamos mover as pernas!”
 
O segundo ponto é que Pedro e João – isto é, a instituição e o carisma – corriam juntos. E se João, muito mais moço, chega primeiro, tem o cuidado e a reverência de aguardar por Simão Pedro. Este entrará primeiro no túmulo vazio. E ambos – juntos – contemplarão vazio o casulo formado pelas bandagens que antes envolveram o corpo do Senhor. Os 32kg de aromas (mirra em pó e aloés líquido) com que José de Arimatéia envolvera o cadáver de Jesus, produziram, após algumas horas, uma crosta sólida que manteve o formato do “casulo” depois que Jesus, ao ressuscitar, abandonou seu invólucro temporário. Foi isto que levou o discípulo a ver e crer (v. 8).
 
Nossa Igreja precisa levar em conta esta lição: a Instituição precisa do ânimo novo do Carisma e não pode sufocá-lo. Este, por sua vez, depende da estabilidade e do discernimento da Hierarquia. Como ensina o Concílio Vaticano II, o Espírito Santo “dota e dirige a Igreja mediante os diversos dons hierárquicos e carismáticos”. (Cf. Lumen Gentium, 4.)
 
Inaugurando um novo tempo pascal, qual o novo trajeto que devemos caminhar? Como estamos procurando harmonizar nossos carismas com a instituição eclesial? 
 

Orai sem cessar: “Fazei-nos, Senhor, testemunhas de vossa ressurreição!”


Texto de Antônio Carlos Santini, da Comunidade Católica Nova Aliança.
santini@novaalianca.com.br
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