Mensagens de Nossa Senhora em Medjugorje no dia 02/09/2018

Queridos filhos,

As Minhas palavras são simples, mas repletas de amor materno e de preocupação. Filhos MEUS, sobre vocês se alargam sempre mais as sombras das trevas e do engano, Eu os chamo em direção a luz e a verdade, Eu os chamo na direção de Meu Filho. Somente Ele pode converter o desespero e a dor em paz e serenidade, somente ELE pode dar esperança nas dores mais profundas. O MEU FILHO é a VIDA do mundo, e quanto mais O conhecerem, mais se aproximarão DELE e mais O amarão porque o MEU FILHO é AMOR e o AMOR muda tudo.

ELE torna maravilhoso também aquilo que sem amor pareça para vocês insignificante. Por isso novamente os digo que vocês devem amar muito se desejarem crescer espiritualmente. EU sei, apóstolos do MEU AMOR, que não sempre fácil, porém, filhos MEUS, também as estradas dolorosas são caminhos que levam ao crescimento espiritual, à fé e ao MEU FILHO.

Filhos MEUS, rezem, pensem em MEU FILHO durante todos os momentos do dia, elevem as suas almas até ELE e EU recolherei as suas orações como flores do jardim mais belo e as darei de presente ao MEU FILHO.

Sejam realmente apóstolos do MEU AMOR, deem a todos o AMOR de MEU FILHO, sejam jardins com as flores mais belas.

Com a oração ajudem os seu sacerdotes para que possam ser pais espirituais cheios de amor para todos os homens.

Obrigada.

OBS: Esta mensagem é um carinho de Nossa Senhora para você... As matérias do blog seguem abaixo, aproveite!

Santa Sé lança um novo apelo junto à ONU para a abolição da pena de morte

O Observador Permanente da Santa Sé junto da ONU, Dom Silvano Tomasi, lançou um novo apelo por “uma moratória global sobre o uso da pena de morte” no âmbito da 28ª reunião do Conselho dos Direitos Humanos das Nações Unidas em Genebra, Suíça.

O Prelado citou as afirmações neste sentido de São João Paulo II na encíclica “Evangelium vitae” para recordar que é cada vez mais evidente que existem outros meios que não a pena de morte “para defender as vidas humanas contra o agressor e para proteger a ordem pública e segurança”.

Do mesmo modo, assinalou que o Papa Francisco advertiu em uma oportunidade sobre “a possibilidade da existência de erro judicial e o uso que fazem dela os regimes totalitários e ditatoriais... como instrumento de supressão da dissidência política ou de perseguição das minorias religiosas e culturais”.

Dom Tomasi também destacou o fato de que “nenhum claro efeito positivo de dissuasão resulta da aplicação da pena de morte e que a irreversibilidade desta pena não permite eventuais correções em caso de erros judiciários”.


O Arcebispo reclamou também “melhorar as condições de detenção, com o objetivo de garantir o respeito pela dignidade das pessoas privadas e da sua liberdade”.



Segunda, 09/03/2015 - ACI/EWTN Noticias / Paulo Alves
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