Mensagens de Nossa Senhora em Medjugorje no dia 02/10/2017

Queridos filhos,

Falo a vocês como MÃE, com palavras simples mas cheias de amor e de preocupação, que ME foram confiados por MEU FILHO. É ELE que, do ETERNO PRESENTE, fala a vocês com palavras de vida e semeia o amor nos corações abertos, Por esta razão os peço, apóstolos do MEU AMOR, tenham os corações abertos, sempre prontos à misericórdia e ao perdão.

Pelo MEU FILHO, perdoem sempre ao próximo porque assim vocês terão a paz. Filhos MEUS, preocupem-se com a alma de vocês porque é a única coisa que pertence a vocês realmente. Vocês se esqueceram da importância da família.

A família não deveria ser lugar de sofrimento e de dor mas local de compreensão e de ternura. As famílias que vivem segundo o MEU FILHO, vivem em amor recíproco.

Quando o MEU FILHO era ainda pequeno, ELE ME dizia que todos os homens são SEUS irmãos; por isso lembrem-se, apóstolos do MEU AMOR, que todos os homens que vocês encontrarem são família, irmãos pelo MEU FILHO.

Meus filhos, não gastem seu tempo pensando sobre o futuro, se preocupando. Que sua única preocupação seja viver bem cada momento de acordo com MEU FILHO. Lá está – paz para vocês!

Filhos MEUS, não esqueçam nunca de rezar pelos seus sacerdotes. Rezem para que possam aceitar todos os homens como seus próprios filhos e segundo o MEU FILHO, sejam pais espirituais. Obrigada.


OBS: Esta mensagem é um carinho de Nossa Senhora para você... As matérias do blog seguem abaixo, aproveite!

Santa Sé lança um novo apelo junto à ONU para a abolição da pena de morte

O Observador Permanente da Santa Sé junto da ONU, Dom Silvano Tomasi, lançou um novo apelo por “uma moratória global sobre o uso da pena de morte” no âmbito da 28ª reunião do Conselho dos Direitos Humanos das Nações Unidas em Genebra, Suíça.

O Prelado citou as afirmações neste sentido de São João Paulo II na encíclica “Evangelium vitae” para recordar que é cada vez mais evidente que existem outros meios que não a pena de morte “para defender as vidas humanas contra o agressor e para proteger a ordem pública e segurança”.

Do mesmo modo, assinalou que o Papa Francisco advertiu em uma oportunidade sobre “a possibilidade da existência de erro judicial e o uso que fazem dela os regimes totalitários e ditatoriais... como instrumento de supressão da dissidência política ou de perseguição das minorias religiosas e culturais”.

Dom Tomasi também destacou o fato de que “nenhum claro efeito positivo de dissuasão resulta da aplicação da pena de morte e que a irreversibilidade desta pena não permite eventuais correções em caso de erros judiciários”.


O Arcebispo reclamou também “melhorar as condições de detenção, com o objetivo de garantir o respeito pela dignidade das pessoas privadas e da sua liberdade”.



Segunda, 09/03/2015 - ACI/EWTN Noticias / Paulo Alves
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