Mensagens de Nossa Senhora em Medjugorje no dia 02/09/2018

Queridos filhos,

As Minhas palavras são simples, mas repletas de amor materno e de preocupação. Filhos MEUS, sobre vocês se alargam sempre mais as sombras das trevas e do engano, Eu os chamo em direção a luz e a verdade, Eu os chamo na direção de Meu Filho. Somente Ele pode converter o desespero e a dor em paz e serenidade, somente ELE pode dar esperança nas dores mais profundas. O MEU FILHO é a VIDA do mundo, e quanto mais O conhecerem, mais se aproximarão DELE e mais O amarão porque o MEU FILHO é AMOR e o AMOR muda tudo.

ELE torna maravilhoso também aquilo que sem amor pareça para vocês insignificante. Por isso novamente os digo que vocês devem amar muito se desejarem crescer espiritualmente. EU sei, apóstolos do MEU AMOR, que não sempre fácil, porém, filhos MEUS, também as estradas dolorosas são caminhos que levam ao crescimento espiritual, à fé e ao MEU FILHO.

Filhos MEUS, rezem, pensem em MEU FILHO durante todos os momentos do dia, elevem as suas almas até ELE e EU recolherei as suas orações como flores do jardim mais belo e as darei de presente ao MEU FILHO.

Sejam realmente apóstolos do MEU AMOR, deem a todos o AMOR de MEU FILHO, sejam jardins com as flores mais belas.

Com a oração ajudem os seu sacerdotes para que possam ser pais espirituais cheios de amor para todos os homens.

Obrigada.

OBS: Esta mensagem é um carinho de Nossa Senhora para você... As matérias do blog seguem abaixo, aproveite!

O Papa convocou um Ano Santo: O que isto quer dizer?

O surpreendente anúncio do Papa Francisco sobre a realização de um Ano Santo da Misericórdia levou os católicos a aprofundarem no significado do acontecimento que para alguns pode resumir-se em que o Santo Padre quer que todos saibam quanto Deus os ama.

Em 13 de março, o Papa Francisco anunciou na Basílica de São Pedro a celebração de um Jubileu Extraordinário da Misericórdia, que começará a finais deste ano na solenidade da Imaculada Conceição, 8 de dezembro, e terminará na solenidade de Cristo Rei, em 20 de novembro de 2016.

A Ordem sacerdotal dos Padres da Misericórdia, que se descreve como "de pregação missionária itinerante", manifestou sua particular alegria por esta decisão. "Vemos de primeira mão a realidade e beleza da conversão, a misericórdia de Deus em ação", disse o Pe. Wade.

"A misericórdia é quem Deus é. É o segundo nome do amor", disse por sua parte o Pe. Menezes, para quem a conversão é a sua "expressão mais concreta", citando a encíclica de São João Paulo II Dives in Misericórdia (1980) sobre a misericórdia divina.

"Deus está mais interessado em nosso futuro que em nosso passado", explicou o sacerdote, já que Ele leva a sério o pecado passado, mas nunca "como a última palavra" porque "quer que cada um de nós se converta na 'melhor versão' de nós mesmos, o qual Ele espera para cada um de nós, de maneira pessoal, em sua eterna e divina mente, e isto requer conversão".

Isto é exatamente o que o Papa Francisco tem em mente ao anunciar o Ano da Misericórdia, disse Kathryn Jean Lopez, diretora fundadora de Vozes Católicas nos Estados Unidos.

"Em nossas ocupadas, frenéticas e algumas vezes bifurcadas vidas, muitas vezes não encontramos o tempo para o silêncio de um exame de consciência. Este Papa é um diretor espiritual jesuíta para o mundo que nos impulsiona a ver o muito que Deus nos ama, reorientando nossos corações para o Seu", disse López.

Em lugar de propor algo radicalmente novo, assinalou López, o Papa Francisco continua a devoção à misericórdia de seus predecessores São João Paulo II e o Papa Emérito Bento XVI.

"O Papa João Paulo II amava a Divina Misericórdia, o Papa Bento, eu o chamaria o apóstolo da Divina Misericórdia. Bento XVI também diria que a Divina Misericórdia é o nome de Deus mesmo", disse.

"Os católicos fazem o trabalho de educar, atender o moribundo, cuidar do doente, alimentar o faminto, visitar os presos, acompanhar os que estão sozinhos. Este é o encontro do qual fala o Papa Francisco", disse López, ao recordar logo as obras de misericórdia corporais.

"Uma mensagem de misericórdia leva as pessoas para a porta a fim de encontrarem livremente o coração de Cristo na vida sacramental da Igreja", acrescentou López.


Segundo o site do Vaticano, o ano jubilar tem suas raízes na lei monástica quando cada quinquênio se fazia sagrado para o povo judeu. As dívidas eram perdoadas, os escravos libertados e as terras voltavam para seus "donos originais".

Os jubileus ordinários ocorrem a cada 25 ou 50 anos enquanto que os jubileus extraordinários se convocam por alguma ocasião transcendental. Dois jubileus extraordinários foram convocados no século 20: em 1933 para comemorar os 1900 anos da redenção de Cristo no ano 33; e 1983 em seus 1950 anos.

O ano jubilar é um "ano santo" marcado por atos de fé, caridade e "comunhão fraterna", destaca-se no site do Vaticano.

"Estou convencido de que toda a Igreja poderá encontrar neste Jubileu a alegria de redescobrir e fazer fecunda a misericórdia de Deus, com a qual todos somos chamados a dar consolo a cada homem e cada mulher de nosso tempo", disse o Papa Francisco depois de anunciar o ano jubilar.

"A partir deste momento, encomendamos este Ano Santo à Mãe da Misericórdia para que dirija a nós seu olhar e vele em nosso caminho", concluiu o Papa.



Sexta, 27/03/2015 - ACI, Matt Hadro / Paulo Alves
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