Mensagens de Nossa Senhora em Medjugorje no dia 02/10/2017

Queridos filhos,

Falo a vocês como MÃE, com palavras simples mas cheias de amor e de preocupação, que ME foram confiados por MEU FILHO. É ELE que, do ETERNO PRESENTE, fala a vocês com palavras de vida e semeia o amor nos corações abertos, Por esta razão os peço, apóstolos do MEU AMOR, tenham os corações abertos, sempre prontos à misericórdia e ao perdão.

Pelo MEU FILHO, perdoem sempre ao próximo porque assim vocês terão a paz. Filhos MEUS, preocupem-se com a alma de vocês porque é a única coisa que pertence a vocês realmente. Vocês se esqueceram da importância da família.

A família não deveria ser lugar de sofrimento e de dor mas local de compreensão e de ternura. As famílias que vivem segundo o MEU FILHO, vivem em amor recíproco.

Quando o MEU FILHO era ainda pequeno, ELE ME dizia que todos os homens são SEUS irmãos; por isso lembrem-se, apóstolos do MEU AMOR, que todos os homens que vocês encontrarem são família, irmãos pelo MEU FILHO.

Meus filhos, não gastem seu tempo pensando sobre o futuro, se preocupando. Que sua única preocupação seja viver bem cada momento de acordo com MEU FILHO. Lá está – paz para vocês!

Filhos MEUS, não esqueçam nunca de rezar pelos seus sacerdotes. Rezem para que possam aceitar todos os homens como seus próprios filhos e segundo o MEU FILHO, sejam pais espirituais. Obrigada.


OBS: Esta mensagem é um carinho de Nossa Senhora para você... As matérias do blog seguem abaixo, aproveite!

Mundo Era yazidi e agora é religiosa católica no Iraque

Os cristãos no Iraque sofrem atualmente uma perseguição muito intensa por parte dos terroristas muçulmanos que não cessam no extermínio desta população no Oriente Médio. Em meio das graves dificuldades que enfrentam, surgem diversos sinais de esperança como o da irmã Mariam, uma religiosa católica que se converteu do yazidismo.

O site Amigos do Iraque conta a história da irmã que é natural do norte do país. Recentemente contou a sua história de conversão e explicou, por exemplo, que os yazidis não “adoram o diabo” como as pessoas acreditam, mas lhe temem e por isso lhe dedicam certas homenagens.

“O maior problema é que a relação com Deus é também de medo. Deus é o que castiga. E não castiga como Pai, que o faz com misericórdia e para o nosso bem. É por isso que sendo adolescente e perguntando a umas amigas cristãs quem era Jesus, ante sua resposta de que era Deus, ela disse: ‘então não o quero’”.

O pai de Mariam faleceu quando ela era pequena e aos poucos anos morreu também a sua mãe, ficando órfã ainda adolescente e sob o cuidado de seus irmãos. Através de suas amigas cristãs e do conselho de seus pais que lhe diziam que elas eram uma boa influência, foi conhecendo mais sobre o Nosso Senhor e começou a pensar em converter-se ao cristianismo.

Quando fez 19 anos teve uma forte pressão em casa para casar-se porque entre os yazidis essa idade é o limite para contrair matrimônio. Assim, decidiu mudar-se para Bagdá onde foi recebida por uma família cristã. Três anos depois foi batizada.

Recebeu aulas de teologia com os padres dominicanos e com 24 anos ingressou nas irmãs caldeias (católicas de rito oriental) Filhas do Sagrado Coração.

As pessoas que escutaram o seu testemunho no dia 2 de fevereiro, Dia da Vida Consagrada e da Apresentação do Senhor, relatam que “era notável vê-la falar com tanto entusiasmo, escutar seus reiterados agradecimentos a todos os que a ajudaram em seu caminho, como instrumentos da Divina Providência. Ela tem consciência de que algum membro da família poderia chegar a mata-la por tê-los ‘traído’ mas seu coração está em paz”.

O site Amigos do Iraque assinala finalmente que a irmã Mariam “agora sabe que Deus é Pai, e isso a enche de felicidade. E como Filha do Sagrado Coração, sabe que o imenso fogo de amor que consome o coração de Nosso Senhor o levou a dar a sua vida por nós e não tem nada a temer”.

Os yazidis são uma minoria pré-islâmica cujas raízes se remontam a 2000 anos A.C.. Em uma época, foi a religião oficial dos curdos, mas a islamização obrigatória reduziu o seu número. Atualmente estão em Mosul (Iraque) e há pequenas comunidades na Armênia, Geórgia, Irã e Rússia. Calcula-se que são 800 mil pessoas.



Segunda, 09/03/2015 - ACI/EWTN Noticias / Paulo Alves
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