Mensagens de Nossa Senhora em Medjugorje no dia 02/07/2017

“Queridos filhos, os agradeço porque responderam ao Meu chamado e porque se reuniram em torno de Mim, em torno da Sua Mãe Celestial. Eu sei que pensam em Mim com amor e esperança. Eu sinto o amor de cada um de vocês, como também a sede do Meu Amadíssimo Filho, que por meio do Seu Amor Misericordioso, sempre e novamente Me envia até vocês. Ele que era homem e Deus Uno e Trino. Ele que por causa de vocês sofreu com o corpo e com a alma. Ele que se fez pão para dar pão às suas almas, para poder salvá-las.

Meus filhos, os ensino como serem dignos do Seu Amor, para poderem dirigir os seus pensamentos a Ele, para poderem viver o Meu Filho. Apóstolos do Meu Amor, os envolvo com o Meu Manto porque como Mãe desejo salvá-los.

Os peço: rezem pelo mundo inteiro. O Meu Coração sofre. Os pecados se multiplicam, são muitos. Mas com a ajuda de vocês, vocês que são humildes, cheios de amor, escondidos e santos, o Meu Coração triunfará. Amem o Meu Filho acima de tudo, e o mundo inteiro por meio Dele.

Não esqueçam nunca que cada irmão seu leva em si algo de precioso: a alma. Por isso, Meus filhos, amem a todos aqueles que não conhecem o Meu Filho, para que por meio da oração e do amor que vem da oração, eles possam tornarem-se melhores, a fim de que a bondade neles possa vencer, para poder salvarem as almas e terem a Vida Eterna.

Meus Apóstolos, Meus filhos, o Meu Filho pediu que amassem uns aos outros; que isto esteja escrito em seus corações e com a oração comecem a viver este amor.

Obrigada.

OBS: Esta mensagem é um carinho de Nossa Senhora para você... As matérias do blog seguem abaixo, aproveite!

Ideologia de gênero é um erro da mente humana, assinala o Papa

“O namoro perdeu o sentido do sagrado”, expressou o Papa Francisco na sua recente visita a Nápoles (Itália), ao falar sobre a crise do matrimônio e da família, afetada pelas colonizações ideológicas como a ideologia de gênero, “esse erro da mente humana”.

O Pontífice disse isso durante o encontro multitudinário que teve no passeio marítimo Caracciolo, no qual respondeu a três perguntas, a primeira de uma jovem, a segunda de uma idosa e finalmente de dois cônjuges que lhe perguntaram como se pode comunicar a beleza da família, servindo-se de uma pastoral “em saída” e não de defesa.

“A família está em crise: é verdade, não é nenhuma novidade -constatou Francisco- Os jovens não querem se casar, preferem conviver, tranquilos e sem compromissos; depois quando o filho chegar se casarão à força... A crise da família é uma realidade social”.

Nesse sentido, Francisco disse que o próximo Sínodo da Família abordará problemas como “a preparação para o matrimônio na Igreja. A preparação não é questão de um curso...: tornar-se esposos em oito lições... É outra coisa. Tem que começar em casa, com os amigos, na juventude, no namoro”.

“O namoro perdeu o sentido do sagrado, insistiu o Papa. Normalmente hoje namoro e convivência são quase a mesma coisa... Mas nem sempre... Como preparar um namoro que amadureça? Porque quando o namoro é bom, chega um momento em que tem que casar, porque já está maduro. É como a fruta. Se você comer sem estar madura, não estará boa. Mas tudo está em crise e lhes peço que rezem muito... Eu não tenho receitas... É importante o testemunho do amor, o testemunho de como resolver os problemas''.

O Santo Padre também se referiu às “colonizações ideológicas” que afetam a família; “modalidades e propostas que existem na Europa e chegam também do outro lado do Oceano. E há também esse erro da mente humana que é a teoria de gênero, que cria tanta confusão...”.

“O que se pode fazer com a secularização tão ativa? O que se pode fazer com esta colonização ideológica? O que se pode fazer com uma cultura que não leva em consideração a família, onde se prefere não casar? Eu não tenho receitas. A Igreja é consciente disto e o Senhor inspirou a convocação do Sínodo sobre a família, sobre tantos problemas...”, indicou o Pontífice.

Em sua recente viagem às Filipinas, o Papa também denunciou a existência de colonizações ideológicas que procuram redefinir “o matrimônio, guiados pelo relativismo, a cultura do efêmero, a falta de abertura à vida”.

Naquela ocasião exortou a estar atentos à nova colonização ideológica. “Existem colonizações ideológicas que procuram destruir a família. Não nascem do sonho, da oração, da missão que Deus nos dá. Vêm de fora, por isso digo que são colonizações. Não percamos a liberdade da missão da família".



Terça, 24/03/2015 - ACI / Paulo Alves
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