Mensagens de Nossa Senhora em Medjugorje no dia 02/10/2017

Queridos filhos,

Falo a vocês como MÃE, com palavras simples mas cheias de amor e de preocupação, que ME foram confiados por MEU FILHO. É ELE que, do ETERNO PRESENTE, fala a vocês com palavras de vida e semeia o amor nos corações abertos, Por esta razão os peço, apóstolos do MEU AMOR, tenham os corações abertos, sempre prontos à misericórdia e ao perdão.

Pelo MEU FILHO, perdoem sempre ao próximo porque assim vocês terão a paz. Filhos MEUS, preocupem-se com a alma de vocês porque é a única coisa que pertence a vocês realmente. Vocês se esqueceram da importância da família.

A família não deveria ser lugar de sofrimento e de dor mas local de compreensão e de ternura. As famílias que vivem segundo o MEU FILHO, vivem em amor recíproco.

Quando o MEU FILHO era ainda pequeno, ELE ME dizia que todos os homens são SEUS irmãos; por isso lembrem-se, apóstolos do MEU AMOR, que todos os homens que vocês encontrarem são família, irmãos pelo MEU FILHO.

Meus filhos, não gastem seu tempo pensando sobre o futuro, se preocupando. Que sua única preocupação seja viver bem cada momento de acordo com MEU FILHO. Lá está – paz para vocês!

Filhos MEUS, não esqueçam nunca de rezar pelos seus sacerdotes. Rezem para que possam aceitar todos os homens como seus próprios filhos e segundo o MEU FILHO, sejam pais espirituais. Obrigada.


OBS: Esta mensagem é um carinho de Nossa Senhora para você... As matérias do blog seguem abaixo, aproveite!

DOMINGO DE RAMOS DA PAIXÃO DO SENHOR

Evangelho do dia 29/03/2015 - Mc. 15,1-39

Narrador 1: Paixão de nosso Senhor Jesus Cristo segundo Marcos: 
1Logo pela manhã, os sumos sacerdotes, com os anciãos, os mestres da Lei e todo o Sinédrio, reuniram-se e tomaram uma decisão. Levaram Jesus amarrado e o entregaram a Pilatos. 2E Pilatos o interrogou: 
Pilatos: “Tu és o rei dos judeus?”
Narrador 1: Jesus respondeu:
Pres.: “Tu o dizes”. 
Narrador 1: 3E os sumos sacerdotes faziam muitas acusações contra Jesus. 4Pilatos o interrogou novamente: 
Pilatos: “Nada tens a responder? Vê de quanta coisa te acusam!”
Narrador 1: 5Mas Jesus não respondeu mais nada, de modo que Pilatos ficou admirado. 6Por ocasião da Páscoa, Pilatos soltava o prisioneiro que eles pedissem. 7Havia então um preso, chamado Barrabás, entre os bandidos, que, numa revolta, tinha cometido um assassinato. 8A multidão subiu a Pilatos e começou a pedir que ele fizesse como era costume. 
9Pilatos perguntou: 
Pilatos: “Vós quereis que eu solte o rei dos judeus?”
Narrador 2: 10Ele bem sabia que os sumos sacerdotes haviam entregado Jesus por inveja. 11Porém, os sumos sacerdotes instigaram a multidão para que Pilatos lhes soltasse Barrabás. 12Pilatos perguntou de novo: 
Pilatos: “Que quereis então que eu faça com o rei dos judeus?”
Narrador 2: 13Mas eles tornaram a gritar: 
Ass.: Crucifica-o! 
Narrador 2: 14Pilatos perguntou: 
Pilatos: “Mas, que mal ele fez?”
Narrador 2: Eles, porém, gritaram com mais força: 
Ass.: Crucifica-o!
Narrador 1: 15Pilatos, querendo satisfazer a multidão, soltou Barrabás, mandou flagelar Jesus e o entregou para ser crucificado. 
16Então os soldados o levaram para dentro do palácio, isto é, o pretório, e convocaram toda a tropa. 17Vestiram Jesus com um manto vermelho, teceram uma coroa de espinhos e a puseram em sua cabeça. 18E começaram a saudá-lo: 
Ass.: “Salve, rei dos judeus!”
Narrador 1: 19Batiam-lhe na cabeça com uma vara. Cuspiam nele e, dobrando os joelhos, prostravam-se diante dele. 20Depois de zombarem de Jesus, tiraram-lhe o manto vermelho, vestiram-no de novo com suas próprias roupas e o levaram para fora, a fim de crucificá-lo. 21Os soldados obrigaram um certo Simão de Cirene, pai de Alexandre e Rufo, que voltava do campo, a carregar a cruz. 
22Levaram Jesus para o lugar chamado Gólgota, que quer dizer “Calvário”. 
23Deram-lhe vinho misturado com mirra, mas ele não o tomou. 
24Então o crucificaram e repartiram as suas roupas, tirando a sorte, para ver que parte caberia a cada um. 25Eram nove horas da manhã quando o crucificaram. 
26E ali estava uma inscrição com o motivo de sua condenação: 
Ass.: “O Rei dos Judeus”.
Narrador 2: 27Com Jesus foram crucificados dois ladrões, um à direita e outro à esquerda.(28) 29Os que por ali passavam o insultavam, balançando a cabeça e dizendo: 
Ass.: “Ah! Tu, que destróis o Templo e o reconstróis em três dias, 30salva-te a ti mesmo, descendo da cruz!”
Narrador 2: 31Do mesmo modo, os sumos sacerdotes, com os mestres da Lei, zombavam entre si, dizendo: 
Ass.: “A outros salvou, a si mesmo não pode salvar!”
32O Messias, o rei de Israel... que desça agora da cruz, para que vejamos e acreditemos!”
Narrador 2: Os que foram crucificados com ele também o insultavam. 33Quando chegou o meio-dia, houve escuridão sobre toda a terra, até as três horas da tarde. 34Pelas três da tarde, Jesus gritou com voz forte: 
Pres.: “Eloi, Eloi, lamá sabactâni?”
Narrador 2: Que quer dizer: 
Pres.: “Meu Deus, meu Deus, por que me abandonaste?”
Narrador 2: 35Alguns dos que estavam ali perto, ouvindo-o, disseram: 
Ass.: “Vejam, ele está chamando Elias!”
Narrador 2: 36Alguém correu e embebeu uma esponja em vinagre, colocou-a na ponta de uma vara e lhe deu de beber, dizendo: 
Leitor 1: “Deixai! Vamos ver se Elias vem tirá-lo da cruz”. 
Narrador 2: 37Então Jesus deu um forte grito e expirou. 
(Aqui todos se ajoelham e faz-se uma pausa.)
Narrador 1: 38Nesse momento, a cortina do santuário rasgou-se de alto a baixo, em duas partes. 39Quando o oficial do exército, que estava bem em frente dele, viu como Jesus havia expirado, disse: 
Leitor 1: “Na verdade, este homem era o Filho de Deus!”
 
- Palavra da salvação.

- Glória a vós, Senhor!    


Comentário do Evangelho

É uma pena que a tensão do Domingo da Paixão tenha sido transformada no espetáculo do Domingo de Ramos. Parece um processo de “distração” para desviar os olhos do essencial para o episódico. Enquanto a multidão agita suas ramagens ao Senhor da Vida, os poderosos tramam sua morte. Como disfarçar de festa o drama da salvação?
 
Que absurdo cenário! Por trás das muralhas do Templo, edifício erguido para a glória de Adonai, os sacerdotes articulam a morte de seu Filho. No coração da Cidade da Paz, os corações urdem a guerra. Na escuridão da noite, os filhos das trevas querem apagar a Luz que veio ao mundo...
 
Que loucas personagens! Os sumos sacerdotes ávidos de poder, um rei sedento de sangue, um governador transido de medo, um apóstolo corroído pelo ouro, discípulos embotados que não aprenderam sua lição, a multidão cega que aclama o assassino...
 
A trama? É a vida. A vida de Deus que se deixa colher pela foice dos homens. A vida dos homens que será salva pelo Sangue. A vida do Filho de Deus a ser injetada nas artérias da Humanidade...
 
Diferentemente das tragédias clássicas, aqui o Destino não tem lugar. Antes, é a livre vontade do homem que escolhe seu caminho. Já no Getsêmani, o Cordeiro mudo aceitara sua vocação: “Pai, não se faça a minha vontade, mas a tua!” E entram em jogo as outras vontades, liberdades desviadas do bem sob as rédeas do poder, da própria segurança, do interesse mesquinho, do ódio visceral.
 
Quantas personagens desse drama poderiam ter alterado o rumo da História! Caifás, Herodes, Pilatos, Judas Iscariotes, a própria multidão... Quantos arbítrios assinaram a sentença de morte! Quantas omissões aplaudiram em silêncio!
 
Hoje, o drama continua. A peça não saiu de cena. O Sangue não parou de correr. As liberdades individuais ainda são chamadas a escolher entre a Vida e a morte. Ainda há quem se venda por trinta moedas, quem negue seu Mestre, quem veja em Cristo uma ameaça à sua própria posição.
 
Aos pés da cruz, Maria permanece fiel. Abraçada a João, ela é símbolo da Igreja fiel, que não teme navegar na contramão do mundo pagão, mas defende a vida em todas as suas manifestações. Porque o Calvário continua. O Calvário é aqui...
 

Orai sem cessar: “Ninguém me consolou...” (Lm 1,21)
Texto de Antônio Carlos Santini, da Comunidade Católica Nova Aliança.
santini@novaalianca.com.br
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