Mensagens de Nossa Senhora em Medjugorje no dia 02/09/2018

Queridos filhos,

As Minhas palavras são simples, mas repletas de amor materno e de preocupação. Filhos MEUS, sobre vocês se alargam sempre mais as sombras das trevas e do engano, Eu os chamo em direção a luz e a verdade, Eu os chamo na direção de Meu Filho. Somente Ele pode converter o desespero e a dor em paz e serenidade, somente ELE pode dar esperança nas dores mais profundas. O MEU FILHO é a VIDA do mundo, e quanto mais O conhecerem, mais se aproximarão DELE e mais O amarão porque o MEU FILHO é AMOR e o AMOR muda tudo.

ELE torna maravilhoso também aquilo que sem amor pareça para vocês insignificante. Por isso novamente os digo que vocês devem amar muito se desejarem crescer espiritualmente. EU sei, apóstolos do MEU AMOR, que não sempre fácil, porém, filhos MEUS, também as estradas dolorosas são caminhos que levam ao crescimento espiritual, à fé e ao MEU FILHO.

Filhos MEUS, rezem, pensem em MEU FILHO durante todos os momentos do dia, elevem as suas almas até ELE e EU recolherei as suas orações como flores do jardim mais belo e as darei de presente ao MEU FILHO.

Sejam realmente apóstolos do MEU AMOR, deem a todos o AMOR de MEU FILHO, sejam jardins com as flores mais belas.

Com a oração ajudem os seu sacerdotes para que possam ser pais espirituais cheios de amor para todos os homens.

Obrigada.

OBS: Esta mensagem é um carinho de Nossa Senhora para você... As matérias do blog seguem abaixo, aproveite!

Amor nos tempos da Internet? Veja o que pensa o Papa sobre as “relações virtuais”

Na entrevista concedida ao jornal paroquial La Cárcova News de Buenos Aires, o Papa Francisco refletiu sobre a moda das “relações virtuais” e aconselhou aos jovens que desejam amar de verdade, que procurem o contato com o outro.

O entrevistador perguntou ao Pontífice “como se pode fazer para que (os jovens) saiam de seu mundo de fantasia e para ajudá-los a viver a realidade e as relações verdadeiras”.

O Papa respondeu: “Eu distinguiria entre o mundo da fantasia e as relações virtuais. Às vezes as relações virtuais não são de fantasia, são concretas, são de coisas reais e muito concretas. Mas, evidentemente o desejável é a relação não virtual, quer dizer a relação física, afetiva, a relação no tempo e no contato com as pessoas”.

“Você pode amar a outra pessoa, mas se não lhe aperta a mão, não lhe dá um abraço, não é amor; se ama alguém ao ponto de desejar casar com esta pessoa, ou seja, com o desejo de entregar-se completamente e não lhe abraça, não lhe dá um beijo, não é verdadeiro amor”, advertiu.

Para o Papa Francisco “o amor virtual não existe. Existe a declaração de amor virtual, mas o verdadeiro amor prevê o contato físico, concreto. Vamos ao essencial da vida. E o essencial é isso”.

Do mesmo modo, explicou que “o perigo que nós corremos agora é o de ter uma capacidade de informação muito grande, de poder relacionar-nos virtualmente dentro de toda uma série de coisas que pode levar a que nos tornemos jovens-museu”.

“Um jovem-museu está muito bem informado, mas o que faz com tudo o que tem? A maneira de ser fecundo na vida não passa por acumular informação ou manter somente comunicações virtuais, mas por trocar o concreto da existência. Em última instância quer dizer amar”.

“Eu gosto de falar das três linguagens: a linguagem da cabeça, a linguagem do coração e a linguagem das mãos. Tem que haver harmonia entre os três. De tal maneira que você pense o que sente e o que faz, sinta o que pensa e o que faz, e faça o que sente e o que pensa. Isso é o concreto. Ficar somente no plano do virtual é como viver em uma cabeça sem corpo”, adicionou.



Quarta, 11/03/2015 - ACI / Paulo Alves
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