Mensagens de Nossa Senhora em Medjugorje no dia 02/09/2018

Queridos filhos,

As Minhas palavras são simples, mas repletas de amor materno e de preocupação. Filhos MEUS, sobre vocês se alargam sempre mais as sombras das trevas e do engano, Eu os chamo em direção a luz e a verdade, Eu os chamo na direção de Meu Filho. Somente Ele pode converter o desespero e a dor em paz e serenidade, somente ELE pode dar esperança nas dores mais profundas. O MEU FILHO é a VIDA do mundo, e quanto mais O conhecerem, mais se aproximarão DELE e mais O amarão porque o MEU FILHO é AMOR e o AMOR muda tudo.

ELE torna maravilhoso também aquilo que sem amor pareça para vocês insignificante. Por isso novamente os digo que vocês devem amar muito se desejarem crescer espiritualmente. EU sei, apóstolos do MEU AMOR, que não sempre fácil, porém, filhos MEUS, também as estradas dolorosas são caminhos que levam ao crescimento espiritual, à fé e ao MEU FILHO.

Filhos MEUS, rezem, pensem em MEU FILHO durante todos os momentos do dia, elevem as suas almas até ELE e EU recolherei as suas orações como flores do jardim mais belo e as darei de presente ao MEU FILHO.

Sejam realmente apóstolos do MEU AMOR, deem a todos o AMOR de MEU FILHO, sejam jardins com as flores mais belas.

Com a oração ajudem os seu sacerdotes para que possam ser pais espirituais cheios de amor para todos os homens.

Obrigada.

OBS: Esta mensagem é um carinho de Nossa Senhora para você... As matérias do blog seguem abaixo, aproveite!

Servir e curar um doente é servir Cristo, diz o Papa Francisco

Antes da oração do Ângelus deste domingo, 08/02, na Praça de São Pedro, o Papa Francisco destacou que o serviço prestado aos doentes é um “caminho privilegiado” para encontrar o Senhor, pois quem serve e cura um doente, serve o próprio Cristo.

O Santo Padre assegurou que “a Igreja continuamente os encontra pelo caminho, considerando os doentes um caminho privilegiado para encontrar Cristo, para acolhê-lo e servi-lo”.

“Curar um doente, acolhê-lo, servi-lo, é servir Cristo: o doente é a carne de Cristo”, disse.

O Santo Padre recordou que “o Evangelho de hoje apresenta Jesus que, depois de pregar no sábado, na sinagoga, cura muitos enfermos”.

O Pontífice explicou que apesar dos avanços da ciência, “o sofrimento interior e físico das pessoas suscita fortes interrogações sobre o sentido da doença e da dor e do porquê da morte”.

“Trata-se de perguntas existenciais, às quais a ação pastoral da Igreja deve responder à luz da fé, tendo diante dos olhos o Crucifixo, o qual revela todo o mistério salvífico de Deus Pai, que por amor aos homens entregou o seu próprio Filho”.

Francisco indicou que “a obra salvífica de Cristo não se esgota com a sua pessoa e no arco de sua vida terrena; ela continua mediante a Igreja, sacramento do amor e da ternura de Deus pelos homens”.

“Enviando em missão seus discípulos, Jesus confere a eles um duplo mandato: anunciar o Evangelho da salvação e curar os enfermos. Fiel a este ensinamento, a Igreja sempre considerou a assistência aos doentes como parte integrante da sua missão”.

Todo cristão, assegurou, “é chamado a levar a luz do Evangelho aos que sofrem e aos os assistem, parentes, médicos e enfermeiros, para que o serviço ao doente seja realizado sempre mais com humanidade, com dedicação generosa, com amor evangélico, com ternura”.

“A Igreja mãe, através das nossas mãos, acaricia os nossos sofrimentos e cura as nossas feridas, e o faz com a ternura de mãe”.

Para o Pontífice, a atividade principal de Jesus durante a sua vida pública é precisamente a de “pregar e curar”.

“Com a pregação, Ele anuncia o Reino de Deus e com a cura demonstra que este está próximo, que o Reino de Deus está entre nós”.

O Papa explicou aos milhares de fiéis que se reuniram na Praça São Pedro, que “Vindo sobre a terra para anunciar e realizar a salvação de todo o homem e de todos os homens, Jesus mostra uma especial predileção por aqueles que estão feridos no corpo e no espírito: os pobres, os pecadores, os endemoninhados, os doentes e os marginalizados”.

Desta maneira, “se revela médico seja das almas, seja dos corpos, bom Samaritano do homem”.

Por isso, indicou, Cristo “é o verdadeiro Salvador: Jesus salva, Jesus cuida, Jesus cura”.

Esta atitude de Cristo para com os doentes “nos convida a refletir sobre o sentido e o valor de doença”, assinalou.

O Papa também recordou que no dia 11 de fevereiro se comemora o Dia Mundial do Enfermo e abençoou as iniciativas que estão sendo preparadas para a ocasião. Entre elas, uma vigília de oração em Roma em 10 de fevereiro.



Segunda, 09/02/2015 - ACI/EWTN Noticias, Alvaro de Juana  / Paulo Alves
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