Mensagens de Nossa Senhora em Medjugorje no dia 02/12/2017

“Queridos filhos, Me dirijo a vocês como sua Mãe, a Mãe dos justos, a Mãe daqueles que amam e sofrem, a Mãe dos santos.

Filhos Meus, também vocês podem ser santos: depende de vocês. Santos são aqueles que amam imensamente o Pai Celestial, aqueles que O amam acima de tudo.

Por isso, filhos Meus, procurem ser sempre melhores. Se procuraram ser bons, podem ser santos, também se não pensam isto de vocês. Se vocês pensam ser bons, não são humildes e a soberba os distancia da santidade.

Neste mundo inquieto, cheio de ameaças, as suas mãos, apóstolos do Meu amor, devem estar estendidas em oração e em misericórdia. Para mim, filhos Meus, presenteiem o Rosário, as rosas que tanto amo!

As Minhas rosas são as suas orações feitas com o coração e não somente recitadas com os lábios. As minhas rosas são as suas obras de oração, de fé e de amor.

Quando era pequeno, Meu Filho me dizia que os Meus filhos seriam numerosos e que me trariam muitas rosas.

Eu não compreendia, agora sei que vocês são aqueles filhos, que trazem rosas quando amam o Meu Filho acima de tudo, quando rezam com o coração, que ajudam os mais pobres. Estas são as Minhas rosas!

Esta é a fé, que faz que tudo na vida se faça por amor; que não conhece a soberba; que perdoa sempre prontamente, sem nunca julgar e procurando sempre compreender o próprio irmão.

Por isso, apóstolos do Meu amor, rezem por aqueles que não sabem amar, por aqueles que não os amam, por aqueles que os fizeram mal, por aqueles que não conheceram o Amor de Meu Filho. Filhos Meus, os peço isto para que lembrem que rezar significa amar e perdoar. Obrigada !”

OBS: Esta mensagem é um carinho de Nossa Senhora para você... As matérias do blog seguem abaixo, aproveite!

Obama é criticado por historiadores por comparar as Cruzadas com o Estado Islâmico

"Não acredito que o presidente saiba muito sobre as cruzadas", expressou o historiador da Universidade de San Louis (Estados Unidos) Thomas Madden, ao referir-se às declarações de Barack Obama no tradicional Café da Manhã Nacional de Oração, onde comparou as cruzadas com as atrocidades cometidas pelo Estado Islâmico (ISIS) contra cristãos crianças e adultos que são decapitados, crucificados ou vendidos como escravos no Iraque e na Síria.
 
Nessa quinta-feira, Obama abordou os ataques cometidos pelos fundamentalistas islâmicos ao dizer que "desde uma escola no Paquistão às ruas de Paris, vimos a violência e o terror cometidos por aqueles que dizem professar uma fé, mas, de fato, estão traindo-a", e se referiu ao ISIS como "um culto brutal e vicioso à morte que, em nome da religião, realiza atos inconcebíveis de barbárie, aterrorizando as minorias religiosas como os yazidis, submetendo as mulheres a estupros como arma de guerra, e acolhendo-se ao manto protetor da autoridade religiosa por tais ações".
 
Entretanto, comparou os fundamentalistas islâmicos com o cristianismo ao dizer “e para que não subamos a um pedestal e pensemos que isso só acontece em outras partes, recordemos que durante as cruzadas e a Inquisição, as pessoas cometeram atos terríveis em nome de Cristo”.
 
Estas palavras foram criticadas por Madden em declarações feitas no dia 6 de fevereiro à ABC News ao assinalar que o presidente norte-americano “está lançando como um exemplo a distorção da cristandade”, tentando compará-la “com o que ele vê como uma distorção do Islã nas ações do ISIS".
 
"O objetivo inicial das cruzadas –recordou-, foi devolver as terras aos cristãos”, que tinham sido tomadas deles durante “as conquistas muçulmanas”.
 
Por sua parte, Thomas Asbridge, historiador da Universidade de Londres (Reino Unido), recordou à ABC News que durante as expedições para recuperar a Terra Santa também houve episódios de abusos cometidos pelos cruzados, mas sugerir uma relação causal entre o ISIS e o fenômeno medieval das cruzadas, é apoiar-se “na manipulação e tergiversação da evidência histórica”.
 
As cruzadas começaram em 1095 com o chamado do Papa Urbano II para recuperar Jerusalém da dominação muçulmana e proteger os peregrinos cristãos que eram assaltados e assassinados.
 

Entretanto, nos últimos anos estas ações foram desacreditadas por Hollywood que baseia os seus filmes em lendas negras que já foram desmentidas em 2011 pelo historiador Paul F. Crawford do Departamento de História e Ciências Políticas da Universidade da Pennsylvania (Estados Unidos).


Terça, 10/02/2015 - ACI / Paulo Alves
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