Mensagens de Nossa Senhora em Medjugorje no dia 02/10/2017

Queridos filhos,

Falo a vocês como MÃE, com palavras simples mas cheias de amor e de preocupação, que ME foram confiados por MEU FILHO. É ELE que, do ETERNO PRESENTE, fala a vocês com palavras de vida e semeia o amor nos corações abertos, Por esta razão os peço, apóstolos do MEU AMOR, tenham os corações abertos, sempre prontos à misericórdia e ao perdão.

Pelo MEU FILHO, perdoem sempre ao próximo porque assim vocês terão a paz. Filhos MEUS, preocupem-se com a alma de vocês porque é a única coisa que pertence a vocês realmente. Vocês se esqueceram da importância da família.

A família não deveria ser lugar de sofrimento e de dor mas local de compreensão e de ternura. As famílias que vivem segundo o MEU FILHO, vivem em amor recíproco.

Quando o MEU FILHO era ainda pequeno, ELE ME dizia que todos os homens são SEUS irmãos; por isso lembrem-se, apóstolos do MEU AMOR, que todos os homens que vocês encontrarem são família, irmãos pelo MEU FILHO.

Meus filhos, não gastem seu tempo pensando sobre o futuro, se preocupando. Que sua única preocupação seja viver bem cada momento de acordo com MEU FILHO. Lá está – paz para vocês!

Filhos MEUS, não esqueçam nunca de rezar pelos seus sacerdotes. Rezem para que possam aceitar todos os homens como seus próprios filhos e segundo o MEU FILHO, sejam pais espirituais. Obrigada.


OBS: Esta mensagem é um carinho de Nossa Senhora para você... As matérias do blog seguem abaixo, aproveite!

Obama é criticado por historiadores por comparar as Cruzadas com o Estado Islâmico

"Não acredito que o presidente saiba muito sobre as cruzadas", expressou o historiador da Universidade de San Louis (Estados Unidos) Thomas Madden, ao referir-se às declarações de Barack Obama no tradicional Café da Manhã Nacional de Oração, onde comparou as cruzadas com as atrocidades cometidas pelo Estado Islâmico (ISIS) contra cristãos crianças e adultos que são decapitados, crucificados ou vendidos como escravos no Iraque e na Síria.
 
Nessa quinta-feira, Obama abordou os ataques cometidos pelos fundamentalistas islâmicos ao dizer que "desde uma escola no Paquistão às ruas de Paris, vimos a violência e o terror cometidos por aqueles que dizem professar uma fé, mas, de fato, estão traindo-a", e se referiu ao ISIS como "um culto brutal e vicioso à morte que, em nome da religião, realiza atos inconcebíveis de barbárie, aterrorizando as minorias religiosas como os yazidis, submetendo as mulheres a estupros como arma de guerra, e acolhendo-se ao manto protetor da autoridade religiosa por tais ações".
 
Entretanto, comparou os fundamentalistas islâmicos com o cristianismo ao dizer “e para que não subamos a um pedestal e pensemos que isso só acontece em outras partes, recordemos que durante as cruzadas e a Inquisição, as pessoas cometeram atos terríveis em nome de Cristo”.
 
Estas palavras foram criticadas por Madden em declarações feitas no dia 6 de fevereiro à ABC News ao assinalar que o presidente norte-americano “está lançando como um exemplo a distorção da cristandade”, tentando compará-la “com o que ele vê como uma distorção do Islã nas ações do ISIS".
 
"O objetivo inicial das cruzadas –recordou-, foi devolver as terras aos cristãos”, que tinham sido tomadas deles durante “as conquistas muçulmanas”.
 
Por sua parte, Thomas Asbridge, historiador da Universidade de Londres (Reino Unido), recordou à ABC News que durante as expedições para recuperar a Terra Santa também houve episódios de abusos cometidos pelos cruzados, mas sugerir uma relação causal entre o ISIS e o fenômeno medieval das cruzadas, é apoiar-se “na manipulação e tergiversação da evidência histórica”.
 
As cruzadas começaram em 1095 com o chamado do Papa Urbano II para recuperar Jerusalém da dominação muçulmana e proteger os peregrinos cristãos que eram assaltados e assassinados.
 

Entretanto, nos últimos anos estas ações foram desacreditadas por Hollywood que baseia os seus filmes em lendas negras que já foram desmentidas em 2011 pelo historiador Paul F. Crawford do Departamento de História e Ciências Políticas da Universidade da Pennsylvania (Estados Unidos).


Terça, 10/02/2015 - ACI / Paulo Alves
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