Mensagens de Nossa Senhora em Medjugorje no dia 02/10/2017

Queridos filhos,

Falo a vocês como MÃE, com palavras simples mas cheias de amor e de preocupação, que ME foram confiados por MEU FILHO. É ELE que, do ETERNO PRESENTE, fala a vocês com palavras de vida e semeia o amor nos corações abertos, Por esta razão os peço, apóstolos do MEU AMOR, tenham os corações abertos, sempre prontos à misericórdia e ao perdão.

Pelo MEU FILHO, perdoem sempre ao próximo porque assim vocês terão a paz. Filhos MEUS, preocupem-se com a alma de vocês porque é a única coisa que pertence a vocês realmente. Vocês se esqueceram da importância da família.

A família não deveria ser lugar de sofrimento e de dor mas local de compreensão e de ternura. As famílias que vivem segundo o MEU FILHO, vivem em amor recíproco.

Quando o MEU FILHO era ainda pequeno, ELE ME dizia que todos os homens são SEUS irmãos; por isso lembrem-se, apóstolos do MEU AMOR, que todos os homens que vocês encontrarem são família, irmãos pelo MEU FILHO.

Meus filhos, não gastem seu tempo pensando sobre o futuro, se preocupando. Que sua única preocupação seja viver bem cada momento de acordo com MEU FILHO. Lá está – paz para vocês!

Filhos MEUS, não esqueçam nunca de rezar pelos seus sacerdotes. Rezem para que possam aceitar todos os homens como seus próprios filhos e segundo o MEU FILHO, sejam pais espirituais. Obrigada.


OBS: Esta mensagem é um carinho de Nossa Senhora para você... As matérias do blog seguem abaixo, aproveite!

Completou-se o tempo!

Evangelho do dia 25/01/2015 - Marcos:1,14-20

Depois que João Batista foi preso, Jesus foi para a Galileia, pregando o Evangelho de Deus e dizendo:  “O tempo já se completou e o Reino de Deus está próximo. Convertei-vos e crede no Evangelho!”  E, passando à beira do mar da Galileia, Jesus viu Simão e André, seu irmão, que lançavam a rede ao mar, pois eram pescadores.  Jesus lhes disse: “Segui-me e eu farei de vós pescadores de homens”. E eles, deixando imediatamente as redes, seguiram a Jesus. Caminhando mais um pouco, viu também Tiago e João, filhos de Zebedeu. Estavam na barca, consertando as redes; e logo os chamou. Eles deixaram seu pai Zebedeu na barca com os empregados, e partiram, seguindo Jesus.
 
- Palavra da salvação.

- Glória a vós, Senhor!    


Comentário do Evangelho

Vivemos no tempo. Somos seres “históricos, ainda que vocacionados ao eterno. Foi-nos dado um começo. Chegaremos sem dúvida a um final. Entre os dois extremos, uma duração: é nesta duração que somos chamados a cumprir uma tarefa essencial: nosso encontro definitivo com Deus.
 
Esta condição “histórica é a marca registrada dos seres humanos: efêmeros, sim, mais frágeis que a erva que brotou nos telhados (cf. Sl 129,6), mas dotados de um potencial de eternidade que deriva de nossa comunhão com a vida divina. Quem dela participa, não morrerá para sempre (cf. Jo 11,26). Daí a importância da fé que leva à inadiável conversão e mudança de vida.
 
Comentando a liturgia deste Domingo, o teólogo Hans Urs Von Balthasar afirma que o tema dos três textos é a urgência da conversão; não há mais tempo para outra coisa.
 
“O Evangelho mostra as consequências do tempo que Jesus proclama “cumprido”. Com este cumprimento, o Reino de Deus se encontra no limiar do tempo terrestre, e torna-se também importante consagrar-se a este começo infalível com toda a sua existência. Não fazemos isto espontaneamente: somos chamados e equipados por Deus.
 
Aqui, quatro discípulos são chamados por Jesus a deixarem a sua atividade profana – e eles obedecem a este chamado sem vacilar – a fim de serem equipados para sua vocação no Reino de Deus: eles serão pescadores de homens: pescar, eles podem...
 
Estas são vocações exemplares e não podemos, propriamente, falar de exceções. Também cristãos que permanecem em sua profissão secular foram chamados ao serviço do Reino que Jesus anuncia. Para seguir a este chamado, eles têm necessidade exatamente da indiferença de que Paulo falou na segunda leitura.
 
Assim como os filhos de Zebedeu deixam seu pai e os operários para seguirem a Jesus, assim também o cristão que permanece no mundo deve deixar muito daquilo que lhe parecia indispensável, se quiser seguir seriamente a Jesus.
“Quem pôs a mão no arado e olha para trás não está apto para o Reino de Deus. (Lc 9,62.)”
 
Ainda temos tempo. Não sabemos quanto. Mas como é precioso este tempo que nos foi dado para o exercício do amor! Tempo valioso demais para ser desperdiçado em pequenas brincadeiras, suaves diversões.
De todo modo, não deixa de ser consolador o registro evangélico sobre o ladrão crucificado ao lado de Jesus (cf. Lc 23,40-42). Tudo indica que Dimas vinha desperdiçando seu tempo de vida. Mas ele ainda teve tempo. Ao apagar das luzes, viu a Luz...
 

Orai sem cessar: “Lembra-te de mim, Jesus, quando vieres como rei!” (Lc 23,42a)

Texto de Antônio Carlos Santini, da Comunidade Católica Nova Aliança.
santii@novaalianca.com.br
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