Mensagens de Nossa Senhora em Medjugorje no dia 02/09/2018

Queridos filhos,

As Minhas palavras são simples, mas repletas de amor materno e de preocupação. Filhos MEUS, sobre vocês se alargam sempre mais as sombras das trevas e do engano, Eu os chamo em direção a luz e a verdade, Eu os chamo na direção de Meu Filho. Somente Ele pode converter o desespero e a dor em paz e serenidade, somente ELE pode dar esperança nas dores mais profundas. O MEU FILHO é a VIDA do mundo, e quanto mais O conhecerem, mais se aproximarão DELE e mais O amarão porque o MEU FILHO é AMOR e o AMOR muda tudo.

ELE torna maravilhoso também aquilo que sem amor pareça para vocês insignificante. Por isso novamente os digo que vocês devem amar muito se desejarem crescer espiritualmente. EU sei, apóstolos do MEU AMOR, que não sempre fácil, porém, filhos MEUS, também as estradas dolorosas são caminhos que levam ao crescimento espiritual, à fé e ao MEU FILHO.

Filhos MEUS, rezem, pensem em MEU FILHO durante todos os momentos do dia, elevem as suas almas até ELE e EU recolherei as suas orações como flores do jardim mais belo e as darei de presente ao MEU FILHO.

Sejam realmente apóstolos do MEU AMOR, deem a todos o AMOR de MEU FILHO, sejam jardins com as flores mais belas.

Com a oração ajudem os seu sacerdotes para que possam ser pais espirituais cheios de amor para todos os homens.

Obrigada.

OBS: Esta mensagem é um carinho de Nossa Senhora para você... As matérias do blog seguem abaixo, aproveite!

Completou-se o tempo!

Evangelho do dia 25/01/2015 - Marcos:1,14-20

Depois que João Batista foi preso, Jesus foi para a Galileia, pregando o Evangelho de Deus e dizendo:  “O tempo já se completou e o Reino de Deus está próximo. Convertei-vos e crede no Evangelho!”  E, passando à beira do mar da Galileia, Jesus viu Simão e André, seu irmão, que lançavam a rede ao mar, pois eram pescadores.  Jesus lhes disse: “Segui-me e eu farei de vós pescadores de homens”. E eles, deixando imediatamente as redes, seguiram a Jesus. Caminhando mais um pouco, viu também Tiago e João, filhos de Zebedeu. Estavam na barca, consertando as redes; e logo os chamou. Eles deixaram seu pai Zebedeu na barca com os empregados, e partiram, seguindo Jesus.
 
- Palavra da salvação.

- Glória a vós, Senhor!    


Comentário do Evangelho

Vivemos no tempo. Somos seres “históricos, ainda que vocacionados ao eterno. Foi-nos dado um começo. Chegaremos sem dúvida a um final. Entre os dois extremos, uma duração: é nesta duração que somos chamados a cumprir uma tarefa essencial: nosso encontro definitivo com Deus.
 
Esta condição “histórica é a marca registrada dos seres humanos: efêmeros, sim, mais frágeis que a erva que brotou nos telhados (cf. Sl 129,6), mas dotados de um potencial de eternidade que deriva de nossa comunhão com a vida divina. Quem dela participa, não morrerá para sempre (cf. Jo 11,26). Daí a importância da fé que leva à inadiável conversão e mudança de vida.
 
Comentando a liturgia deste Domingo, o teólogo Hans Urs Von Balthasar afirma que o tema dos três textos é a urgência da conversão; não há mais tempo para outra coisa.
 
“O Evangelho mostra as consequências do tempo que Jesus proclama “cumprido”. Com este cumprimento, o Reino de Deus se encontra no limiar do tempo terrestre, e torna-se também importante consagrar-se a este começo infalível com toda a sua existência. Não fazemos isto espontaneamente: somos chamados e equipados por Deus.
 
Aqui, quatro discípulos são chamados por Jesus a deixarem a sua atividade profana – e eles obedecem a este chamado sem vacilar – a fim de serem equipados para sua vocação no Reino de Deus: eles serão pescadores de homens: pescar, eles podem...
 
Estas são vocações exemplares e não podemos, propriamente, falar de exceções. Também cristãos que permanecem em sua profissão secular foram chamados ao serviço do Reino que Jesus anuncia. Para seguir a este chamado, eles têm necessidade exatamente da indiferença de que Paulo falou na segunda leitura.
 
Assim como os filhos de Zebedeu deixam seu pai e os operários para seguirem a Jesus, assim também o cristão que permanece no mundo deve deixar muito daquilo que lhe parecia indispensável, se quiser seguir seriamente a Jesus.
“Quem pôs a mão no arado e olha para trás não está apto para o Reino de Deus. (Lc 9,62.)”
 
Ainda temos tempo. Não sabemos quanto. Mas como é precioso este tempo que nos foi dado para o exercício do amor! Tempo valioso demais para ser desperdiçado em pequenas brincadeiras, suaves diversões.
De todo modo, não deixa de ser consolador o registro evangélico sobre o ladrão crucificado ao lado de Jesus (cf. Lc 23,40-42). Tudo indica que Dimas vinha desperdiçando seu tempo de vida. Mas ele ainda teve tempo. Ao apagar das luzes, viu a Luz...
 

Orai sem cessar: “Lembra-te de mim, Jesus, quando vieres como rei!” (Lc 23,42a)

Texto de Antônio Carlos Santini, da Comunidade Católica Nova Aliança.
santii@novaalianca.com.br
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