Mensagens de Nossa Senhora em Medjugorje no dia 02/09/2017

Queridos filhos !

Quem melhor do que EU poderia falar para vocês do Amor e da existência do MEU FILHO ?

Vivi com ELE, EU sofri com ele, vivendo a vida terrena, EU provei da dor porque era MÃE.

MEU FILHO amou com pensamentos e obras o PAI CELESTIAL, o DEUS VERDADEIRO, e como ME dizia veio para redimi-los. EU escondi a minha dor com o amor. Vocês, filhos MEUS, tem numerosas perguntas, não compreendem a dor, não compreendem que através do Amor de Deus devem aceitar a dor e suportá-la. Todas as pessoas provam-na em maior ou menor medida, mas com a paz na alma e em estado de graça a esperança existe.

Este é o MEU FILHO, DEUS, nascido de DEUS. As SUAS PALAVRAS são sementes de Vida Eterna e semeadas nas boas almas produzem muitos frutos.

MEU FILHO suportou a dor porque tomou para si os pecados de vocês.

Por isso vocês, filhos MEUS, Apóstolos do MEU Amor, vocês que sofrem, saibam que as suas dores se tornarão luz e glória.

Filhos MEUS, enquanto vocês suportam a dor o CÉU entra em vocês, e em todos em torno de vocês é dado um pouco de Céu e muita esperança !

Obrigada !

OBS: Esta mensagem é um carinho de Nossa Senhora para você... As matérias do blog seguem abaixo, aproveite!

Papa pede "coerência cristã" e reza por todos os discriminados pelo testemunho a Cristo

O Papa Francisco recordou no Angelus deste 26 de dezembro, dia em que a Igreja festeja o seu primeiro mártir, que "Santo Estêvão nos mostra como viver em plenitude o mistério do Natal". Francisco exortou os fiéis à "coerência cristã" e conclamou para que seja reconhecida e assegurada a liberdade religiosa, “como direito inalienável de cada pessoa humana”. De modo particular, o Santo Padre rezou por todos aqueles "que são discriminados pelo testemunho dado a Cristo”:

“Hoje, irmãos e irmãos, gostaria que rezássemos em modo particular por aqueles que são discriminados, perseguidos e mortos pelo testemunho dado a Cristo. Gostarida de dizer a cada um deles: se vocês carregam esta cruz com amor, vocês entraram no mistério do Natal, vocês estão no coração de Cristo e da Igreja”.

Partindo das palavras de Mateus: “Sereis odiados por todos por causa do meu nome. Mas quem perseverar até o fim será salvo”, o Santo Padre observou que “estas palavras do Senhor não perturbam a celebração de Natal, mas a despojam daquele falso revestimento adocicado que não lhe pertence”:

“Nos fazem compreender que nas provas aceitas por causa da fé, a violência é derrotada pelo amor, a morte pela vida. Para acolher verdadeiramente Jesus na nossa existência e prolongar a alegria da Noite Santa, o caminho é justamente o indicado por este Evangelho, isto é, dar testemunho de Jesus na humildade, no serviço silencioso, sem medo de ir contra-a-corrente e de pagar pessoalmente por isto”.

O Papa observa, que “se nem todos são chamados, como Santo Estêvão, a derramar o próprio sangue”, é pedido a cada cristão “a coerência com a fé que professa, em todas as circunstâncias”:

"É a coerência cristã. É uma graça que devemos pedir ao Senhor. Ser coerentes, viver como cristão e não dizer ser cristão e viver como pagão. A coerência é uma graça para pedir hoje. Seguir o Evangelho, certamente é um caminho exigente, mas belo, belíssimo, e quem o percorre com fidelidade e coragem, recebe o dom prometido pelo Senhor aos homens e às mulheres de boa vontade. Como cantavam os anjos no dia de Natal: Paz! Paz!”.

Esta paz doada por Deus – acrescentou o Santo Padre -  “é capaz de curar as consciências daqueles que, através as provas da vida, sabem acolher as palavras de Deus e se esforçam em observá-la com perseverança até o fim”.

Ao recordar o sacrifício dos mártires de hoje "que são tantos, tantíssimos", Francisco pede "que se reforce em todas as partes do mundo o compromisso para reconhecer e assegurar concretamente a liberdade religiosa, que é um direito inalienável de toda pessoa humana".

“Que Santo Estêvão, diácono e proto-mártir – concluiu o Papa -  nos sustente no caminho cotidiano, que esperamos seja coroado, no final, na festiva assembleia dos santos no Paraíso”.

Após recitar a oração do Angelus, Francisco renovou os votos de paz a todos, agradecendo de maneira especial as felicitações recebidas de todas as partes do mundo:


“Nestas semanas recebi tantas mensagens de felicitações de Roma, da Itália e de todas as partes do mundo. Não sendo possível para mim responder a cada uma, expresso hoje a todos os meus mais sinceros agradecimentos, especialmente pelo dom da oração. 
Obrigado de coração! O Senhor vos recompense com a sua generosidade. E, não esqueçam: coerência cristã, isto é, pensar, sentir e viver como cristão e não pensar como cristão e viver como pagão. isto não. peçamos hoje a Santo Estêvão a graça da coerência cristã ”.


Sexta, 26/12/2014 - Radio Vaticano / Paulo Alves
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