Mensagens de Nossa Senhora em Medjugorje no dia 02/08/2018

“Queridos filhos,

Com amor materno os convido a abrirem os seus corações à paz, a abrirem os seus corações ao MEU FILHO, a cantar em seus corações o amor ao MEU FILHO, porque somente através deste amor chega a paz da alma.

Filhos MEUS, EU sei que vocês tem a bondade, sei que vocês tem o amor, o amor misericordioso. Mas, muitos dos MEUS filhos ainda tem os corações fechados, pensam que podem agir sem colocar os seus pensamentos ao PAI CELESTIAL que ilumina, diante do MEU FILHO que está sempre e novamente com vocês na EUCARISTIA e que deseja ouvi-los.

Filhos Meus, porque não falam para eles ? A vida de cada um de vocês é importante e preciosa porque é um dom do PAI CELESTIAL para a ETERNIDADE, por isso nunca se esqueçam de agradecê-LO e falar com ELE.

Eu sei, filhos MEUS, que para vocês é desconhecido aquilo que virá depois, porém quando chegar o “depois” de vocês, terão todas as respostas. O MEU amor materno deseja que vocês estejam prontos.

Filhos MEUS, com a vida de vocês coloquem sentimentos bons nos corações das pessoas que vocês encontrarem, sentimentos de paz, de bondade, de amor e de perdão. Através da oração escutem o que lhes diz o MEU FILHO e assim o façam.

Novamente os convido a rezarem pelos seus sacerdotes, por aqueles a quem o MEU FILHO chamou; lembrem-se que eles tem necessidade de orações e de amor.

Obrigada.”

OBS: Esta mensagem é um carinho de Nossa Senhora para você... As matérias do blog seguem abaixo, aproveite!

"Francisco prega um Evangelho puro", diz Pe. Spadaro

Segundo uma pesquisa realizada por um jornal italiano, o Papa Francisco é o personagem público em quem os italianos depositam maior confiança. Em entrevista à Rádio Vaticano, o Diretor de ‘La Civiltà Cattolica’, Padre Antonio Spadaro, partiu deste dado para traçar um quadro do magistério do Papa no ano de 2014.

“Hoje existe a necessidade difundida de uma confiança e raramente outras instituições – vejamos, por exemplo, a política – conseguem dar esta confiança. O Papa certamente estabeleceu uma relação de respeitabilidade muito particular. Foi capaz, isto é, de estabelecer uma relação direta com as pessoas, portanto, de proximidade, e tanto mais é próximo, tanto mais tem autoridade; enquanto nós sabemos que no geral, as formas de autoridade se distinguem pela sua capacidade de distância e portanto de divisão – como dizer – divisão geral e distante dos casos particulares. Assim eu diria que o Papa recebe tanta confiança, porque existe a necessidade da espiritualidade e o Papa responde a esta necessidade de uma maneira direta, imediata, próxima. Esta, na minha opinião, é a chave de fundo”.

RV: Também o Natal 2014 foi caracterizado, a nível jornalístico, por um artigo de um dos mais conhecidos escritores católicos, Vittorio Messori, que manifestou dúvidas quando à reviravolta de Papa Francisco...

“As dúvidas, as dificuldades e eu diria, as resistências em relação ao Papa, na realidade existem, mas eu não veria um problema nestas resistências. Ao contrário, diria que talvez sejam a evidência da eficácia da ação de Francisco. Sobretudo um aspecto, que me parece o mais significativo: o apelo de Francisco para se viver um cristianismo maduro, livre, que não tem problemas em confrontar-se também de maneira conflitiva com as dificuldades diante deste modelo de cristianismo fechado em si mesmo, medroso, obsequioso. Assim, estas formas de cristianismo reagem, mas sem dúvida a estrada indicada - eu diria – não somente pelo Papa, mas por todo o processo que a Igreja viveu nestes anos, desde o Concílio Vaticano II, leva na direção para a qual Francisco está andando”.

RV: Alguns reprovam as constantes “batidas” que Francisco dá nos católicos e destacam como, pelo contrário, o fato de o Papa ser muito apreciado em ambientes distantes da Igreja e seja muito apreciado e considerado também por muitos ateus. Na sua opinião, o que significa tudo isto?

“São duas coisas diferentes. A primeira: eu diria que o Papa não “bate” nos fiéis, quando muito dirige a eles um apelo, um exame de consciência e um exercício espiritual. Também o famoso discurso à Cúria, para as felicitações de Natal, foi um discurso muito denso, muito forte, que teve o seu núcleo num apelo para se recordar da relação com Cristo: evitar o Alzheimer espiritual”, como ele o definiu. Portanto, fazer memória do encontro com Cristo para seguir em frente. Claramente, fazendo memória, nos damos conta de como é a vida que nós vivemos. É uma vida marcada por misérias, por pecados. E assim, o Papa faz um apelo para uma consciência nova, sobretudo para que o pecado não acabe se transformando em corrupção. Portanto, o Papa se torna muito duro, muito forte, porque quer que a Igreja testemunhe Cristo e não testemunhe uma série de práticas, de idéias que coloquem em risco o cristianismo. Por outro lado, esta mensagem é muito acolhida em ambientes também distantes, porque no fundo, a mensagem que prega Francisco é um Evangelho puro: não é tanto o Papa que toca, mas a mensagem que ele consegue comunicar com a sua pessoa, com absoluta simplicidade e coerência. Portanto, chega diretamente: se uma vez existia a necessidade de grandes interpretações – às vezes a mensagem do Papa na sua pureza foi depois fechada e engaiolada em interpretações e visões – aqui o Papa comunica diretamente. A mensagem chega no momento em que parte, poderíamos assim dizer...Esta é uma grande força: é o fascínio do Evangelho, no final das contas”.

RV: Enzo Bianchi, Prior da Comunidade de Bose, escreveu que “quanto mais o Papa prosseguir no caminho da adesão ao Evangelho, sine glossa, mais desencadeará as forças demoníacas”. O que significa, na sua opinião, esta leitura?


“Às vezes se quer o Papa Francisco como um Papa doce, bom, e ele, efetivamente, é assim, é muito bom, é muito doce; mas é a doçura evangélica, que frequentemente depois se torna luta, se torna conflito. Nos seus textos, também nos textos que escreveu antes de se tornar Papa, a palavra “luta” é recorrente. Eu diria que o Evangelho – na realidade – une, mas também divide, porque desvela os corações. Certamente – o estamos vivendo e mesmo assistindo o que acontece em certos círculos – a palavra do Papa é instrumentalizada, abusada; o próprio Papa é criticado e atacado. Tudo isto faz parte do processo, o Papa tem consciência disto e portanto o conflito, de qualquer modo, é inevitável. É verdade, existe esta potência do mal que emerge e que torna conflitiva em relação, digamos assim, a um bem, que porém é muito difundido, capilar e que avança”.


Terça, 30/12/2014 - Radio Vaticano - Paulo Alves
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