Mensagens de Nossa Senhora em Medjugorje no dia 02/08/2018

“Queridos filhos,

Com amor materno os convido a abrirem os seus corações à paz, a abrirem os seus corações ao MEU FILHO, a cantar em seus corações o amor ao MEU FILHO, porque somente através deste amor chega a paz da alma.

Filhos MEUS, EU sei que vocês tem a bondade, sei que vocês tem o amor, o amor misericordioso. Mas, muitos dos MEUS filhos ainda tem os corações fechados, pensam que podem agir sem colocar os seus pensamentos ao PAI CELESTIAL que ilumina, diante do MEU FILHO que está sempre e novamente com vocês na EUCARISTIA e que deseja ouvi-los.

Filhos Meus, porque não falam para eles ? A vida de cada um de vocês é importante e preciosa porque é um dom do PAI CELESTIAL para a ETERNIDADE, por isso nunca se esqueçam de agradecê-LO e falar com ELE.

Eu sei, filhos MEUS, que para vocês é desconhecido aquilo que virá depois, porém quando chegar o “depois” de vocês, terão todas as respostas. O MEU amor materno deseja que vocês estejam prontos.

Filhos MEUS, com a vida de vocês coloquem sentimentos bons nos corações das pessoas que vocês encontrarem, sentimentos de paz, de bondade, de amor e de perdão. Através da oração escutem o que lhes diz o MEU FILHO e assim o façam.

Novamente os convido a rezarem pelos seus sacerdotes, por aqueles a quem o MEU FILHO chamou; lembrem-se que eles tem necessidade de orações e de amor.

Obrigada.”

OBS: Esta mensagem é um carinho de Nossa Senhora para você... As matérias do blog seguem abaixo, aproveite!

Servo bom e fiel!

Evangelho do dia 16/11/2014 - Mateus 25,14-30

Naquele tempo, Jesus contou esta parábola a seus discípulos: “Um homem ia viajar para o estrangeiro. Chamou seus empregados e lhes entregou seus bens. A um deu cinco talentos, a outro deu dois e ao terceiro, um; a cada qual de acordo com a sua capacidade. Em seguida viajou. O empregado que havia recebido cinco talentos saiu logo, trabalhou com eles e lucrou outros cinco. Do mesmo modo, o que havia recebido dois lucrou outros dois. Mas aquele que havia recebido um só saiu, cavou um buraco na terra, e escondeu o dinheiro do seu patrão. Depois de muito tempo, o patrão voltou e foi acertar contas com os empregados. O empregado que havia recebido cinco talentos entregou-lhe mais cinco, dizendo: ‘Senhor, tu me entregaste cinco talentos. Aqui estão mais cinco, que lucrei’. O patrão lhe disse: ‘Muito bem, servo bom e fiel! Como foste fiel na administração de tão pouco, eu te confiarei muito mais. Vem participar da minha alegria!’Chegou também o que havia recebido dois talentos, e disse: ‘Senhor, tu me entregaste dois talentos. Aqui estão mais dois que lucrei’. O patrão lhe disse: ‘Muito bem, servo bom e fiel! Como foste fiel na administração de tão pouco, eu te confiarei muito mais. Vem participar da minha alegria!’ Por fim, chegou aquele que havia recebido um talento, e disse: ‘Senhor, sei que és um homem severo, pois colhes onde não plantaste e ceifas onde não semeaste. Por isso, fiquei com medo e escondi o teu talento no chão. Aqui tens o que te pertence’. O patrão lhe respondeu: ‘Servo mau e preguiçoso! Tu sabias que eu colho onde não plantei e ceifo onde não semeei? Então, devias ter depositado meu dinheiro no banco, para que, ao voltar, eu recebesse com juros o que me pertence’. Em seguida, o patrão ordenou: ‘Tirai dele o talento e dai-o àquele que tem dez! Porque a todo aquele que tem será dado mais, e terá em abundância, mas daquele que não tem, até o que tem lhe será tirado. Quanto a este servo inútil, jogai-o lá fora, na escuridão. Aí haverá choro e ranger de dentes’”.

 - Palavra da salvação.
- Glória a vós, Senhor!


Comentário do Evangelho

Este é o convite do Dono do banquete ao servidor que ousou trabalhar o investimento que nele havia feito. E não se trata de uma alegria qualquer – a alegria barata dos programas de auditório, quando os fãs aplaudem ou gritam se o contra-regra levanta o cartaz correspondente. Trata-se da alegria profunda que brota do âmago do ser, a letícia incomparável de estar ao lado do Pai em seu eterno festim...

Comenta Lev Gillet: “Entra na alegria do teu Senhor, diz o Evangelho. Qual a relação entre a palavra ‘alegria’ e a palavra ‘Senhor’? Na aparência, parece não haver necessariamente relação entre elas; o termo ‘Senhor’ evoca a soberania, isto é, antes de tudo a ideia de certo distanciamento, certa transcendência. Existe aí um lugar para a alegria?

Muita gente, por se concentrar muito estritamente no significado da palavra ‘Senhor’, não a percebem. Quase sempre desconhecemos a alegria que está no Senhor, porque se faz de Deus um juiz, um vingador ou um ser impassível, alguém que pune ou recompensa a partir de determinado código. Aí, de fato, não há lugar para a alegria.

Felizmente, existe outra concepção de Deus: um Deus que é um coração; coração que pulsa de desejo, de compaixão e de alegria, que bate por nós a cada instante. Este Deus é o Senhor da alegria de que nos fala o Evangelho – a fonte primária e o mestre da alegria, de toda alegria.

 ‘Entra na alegria de teu Senhor”: que significa ‘teu Senhor’? Por que ‘teu’? Porque eu lhe pertenço; ele me criou, eu estou à disposição dele. Entre mim e ele há uma relação de estreita dependência, absoluta dependência. Ele é para mim a realidade suprema.

Mas se existo para ele, ele também existe para mim. Se o Senhor é meu por inteiro, então a alegria que está nele não é um suplemento para minha alegria terrestre; ela me pertence.

Quer dizer que a alegria que está no Senhor é exatamente a mesma que a nossa? Fundamentalmente, sim! A única diferença é da ordem de intensidade. A alegria do Senhor e minha alegria possuem certamente sua própria coloração, mas elas são ambas animadas pelo mesmo movimento para o objeto desejado, o mesmo desejo de união com ele. Deus nos desejou, ele encontrou alegria em nós, tornando-nos capazes de responder a esse desejo.

Estas relações de amor em Deus só podem ser comparadas a um braseiro, uma fornalha. É esta alegria divina que vem sobre nós, que vem em nós.”

“Alegrai-vos no Senhor! Repito: alegrai-vos!” (Fl 4,4)
“Puseste alegria em meu coração...” (Sl 4,8)


Antônio Carlos Santini - Comunidade Católica Nova Aliança
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