Mensagens de Nossa Senhora em Medjugorje no dia 02/09/2017

Queridos filhos !

Quem melhor do que EU poderia falar para vocês do Amor e da existência do MEU FILHO ?

Vivi com ELE, EU sofri com ele, vivendo a vida terrena, EU provei da dor porque era MÃE.

MEU FILHO amou com pensamentos e obras o PAI CELESTIAL, o DEUS VERDADEIRO, e como ME dizia veio para redimi-los. EU escondi a minha dor com o amor. Vocês, filhos MEUS, tem numerosas perguntas, não compreendem a dor, não compreendem que através do Amor de Deus devem aceitar a dor e suportá-la. Todas as pessoas provam-na em maior ou menor medida, mas com a paz na alma e em estado de graça a esperança existe.

Este é o MEU FILHO, DEUS, nascido de DEUS. As SUAS PALAVRAS são sementes de Vida Eterna e semeadas nas boas almas produzem muitos frutos.

MEU FILHO suportou a dor porque tomou para si os pecados de vocês.

Por isso vocês, filhos MEUS, Apóstolos do MEU Amor, vocês que sofrem, saibam que as suas dores se tornarão luz e glória.

Filhos MEUS, enquanto vocês suportam a dor o CÉU entra em vocês, e em todos em torno de vocês é dado um pouco de Céu e muita esperança !

Obrigada !

OBS: Esta mensagem é um carinho de Nossa Senhora para você... As matérias do blog seguem abaixo, aproveite!

Santo Sudário é “catequese vivente que só a fé explica”

O Custódio Pontifício do Sudário de Turim, o Arcebispo italiano Cesare Nosiglia, afirmou que o Santo Sudário que, segundo a tradição, foi o pano que envolveu o corpo de Jesus Cristo depois de sua paixão, é uma catequese vivente sobre a fé.

O Arcebispo de Turim apresentou na Sala de Imprensa da Santa Sé a nova exposição do Santo Sudário, que acontecerá no próximo ano, entre dos dias 19 de abril e 24 de junho sob o lema “O Amor maior”.

Em uma entrevista, Dom Nosiglia assegurou que “todo aquele que vem para rezar e para vê-lo sai impressionado. Tenho certeza de que isso acontece porque é Deus quem olha para eles, quem os chama, há uma mensagem que chega ao coração e à consciência… este sudário é uma catequese vivente que só a fé explica”.

O Prelado afirma que o Santo Sudário descreve perfeitamente a paixão de Jesus narrada pelos Evangelhos. “Encontramos os sinais do Senhor martirizado no Sudário, desde o rosto até a coroa de espinhos, a flagelação em todo o corpo, tanto nas costas como no resto do corpo… depois de tantas investigações que foram feitas e ainda há por fazer”.

“Ninguém conseguiu até agora dar uma resposta que defenda uma posição, só a fé dá a possibilidade de acolher esta realidade da paixão do Senhor, é o Evangelho apresentado em sua realidade crua, mas também em sua beleza e sua profundidade”, disse.

Em 5 de novembro, ao final da Audiência Geral na Praça São Pedro, o Papa Francisco anunciou que visitará Turim (Itália), no dia 21 de junho de 2015 para venerar o Santo Sudário.

Na arquidiocese italiana já começaram os preparativos. “Esperamos que o Papa nos confirme na fé, precisamos de uma injeção de fé em um mundo cada vez mais afastado do evangelho e da tradição cristã. Com a fé em Jesus podemos redescobrir o sentido da humanidade e a sua plenitude”, assinalou Dom Nosiglia.

O Papa Francisco enviou no dia 30 de março de 2013 uma mensagem por ocasião da exposição televisiva do Santo Sudário na Itália, onde animou a deixar-nos olhar pelo homem do Sudário como uma realidade que nos questiona até o mais profundo do coração.

“Este rosto tem os olhos fechados, é o rosto de um defunto e, entretanto, misteriosamente nos olha e, no silêncio, nos fala. Como isso é possível? Como é possível que o povo fiel, como vós, queira parar diante deste ícone de um homem flagelado e crucificado?”

“Esta imagem –gravada no tecido– fala ao nosso coração e nos leva a subir o monte do Calvário, a olhar o madeiro da cruz, a submergir-nos no silêncio eloquente do amor”, expressou o Santo Padre.

Segundo a história da Igreja, os primeiros cristãos levaram consigo o Santo Sudário para preserva-lo da perseguição. Desde Jerusalém e ao longo dos séculos, o Sudário passou por Edesa, Constantinopla, Atenas, Lirey, Chambery e finalmente, chegou a Turim, onde hoje em dia, foi objeto de numerosas pesquisas.

As pesquisas demonstram que este percurso descrito pela história coincide com a procedência dos 57 tipos de pólen que estão incrustados no tecido.



Segunda, 10/11/2014 - ACI / Paulo Alves
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