Mensagens de Nossa Senhora em Medjugorje no dia 02/09/2017

Queridos filhos !

Quem melhor do que EU poderia falar para vocês do Amor e da existência do MEU FILHO ?

Vivi com ELE, EU sofri com ele, vivendo a vida terrena, EU provei da dor porque era MÃE.

MEU FILHO amou com pensamentos e obras o PAI CELESTIAL, o DEUS VERDADEIRO, e como ME dizia veio para redimi-los. EU escondi a minha dor com o amor. Vocês, filhos MEUS, tem numerosas perguntas, não compreendem a dor, não compreendem que através do Amor de Deus devem aceitar a dor e suportá-la. Todas as pessoas provam-na em maior ou menor medida, mas com a paz na alma e em estado de graça a esperança existe.

Este é o MEU FILHO, DEUS, nascido de DEUS. As SUAS PALAVRAS são sementes de Vida Eterna e semeadas nas boas almas produzem muitos frutos.

MEU FILHO suportou a dor porque tomou para si os pecados de vocês.

Por isso vocês, filhos MEUS, Apóstolos do MEU Amor, vocês que sofrem, saibam que as suas dores se tornarão luz e glória.

Filhos MEUS, enquanto vocês suportam a dor o CÉU entra em vocês, e em todos em torno de vocês é dado um pouco de Céu e muita esperança !

Obrigada !

OBS: Esta mensagem é um carinho de Nossa Senhora para você... As matérias do blog seguem abaixo, aproveite!

Quando o dinheiro se torna o fim, prevalece a “lógica selvagem do lucro”

A Sala Paulo VI do Vaticano recebeu nesta manhã sete mil pessoas que participaram entre os dias 10 e 13 de novembro no Congresso Mundial de Contabilistas. Entre outros temas, o Papa Francisco lhes falou sobre a ética de sua profissão e o desemprego.

“É preciso fomentar e cultivar uma ética da economia, das finanças e dos mercados trabalhistas”, disse o Santo Padre e assinalou que “hoje enfrentamos a realidade dramática de tantas pessoas que têm empregos precários, ou que o perderam; de tantas famílias que pagam as consequências; de tantos jovens em busca de um primeiro emprego e de um trabalho digno”.

“Há muitas pessoas, especialmente os imigrantes, que obrigados a trabalhar ‘ilegais’, não têm as mais elementares garantias jurídicas e econômicas”, disse o Pontífice. Nesta situação precária econômica, “é forte a tentação de defender o próprio interesse sem preocupar-se com o bem comum, nem prestar muita atenção à justiça e a legalidade”.

O Santo Padre disse logo que “é tarefa de todos, especialmente dos que exercem uma profissão que tem a ver com o bom funcionamento da vida econômica de um País, que o seu trabalho seja positivo, construtivo, no curso diário do próprio trabalho, sabendo que por trás de cada papel existe uma história, existem rostos”. O profissional cristão, prosseguiu, deve ser “criativo para encontrar soluções em situações bloqueadas; fazer prevalecer as razões da dignidade humana diante da rigidez da burocracia”.

O Papa ressaltou deste modo que a economia e as finanças são “dimensões da atividade humana que podem ser ocasião de encontro, cooperação, de direitos reconhecidos e serviços prestados e dignidade afirmada no trabalho”, mas para isso “é necessário colocar no centro o ser humano com a sua dignidade, contrastando as dinâmicas que tendem a homologar tudo e a colocar o dinheiro acima de tudo”.

“Quando o dinheiro se torna o fim e a razão de toda atividade e de toda iniciativa, então prevalecem a ótica utilitarista e a lógica selvagem do lucro que não respeita as pessoas, com o consequente abalo dos valores da solidariedade e do respeito pela pessoa humana”, assinalou.

“Os que trabalham com economia e finanças são chamados a fazer escolhas que favoreçam o bem social e econômico de toda a humanidade, oferecendo a todos a oportunidade de realizar o próprio desenvolvimento”.

Além disso, exortou a “trabalharem sempre com responsabilidade, em favor das relações de lealdade, justiça e fraternidade, enfrentando os problemas com coragem, sobretudo ao lidar com os problemas dos mais pobres”.

Por outro lado, pediu “manter vivo o valor da solidariedade como uma atitude moral, que expressa o nosso compromisso com o outro em todas as suas reivindicações legítimas”. Sobre uma necessária solidariedade, o Santo Padre aludiu a que “a doutrina social da Igreja nos ensina que o princípio de solidariedade se realiza juntamente com o de subsidiariedade”.

“Graças ao efeito destes dois princípios os processos estão a serviço do ser humano e cresce a justiça, sem a qual não é possível a paz verdadeira e duradoura”, advertiu o Papa Francisco.



Sexta, 14/11/2014 - ACI/EWTN Noticias / Paulo Alves
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