Mensagens de Nossa Senhora em Medjugorje no dia 02/08/2018

“Queridos filhos,

Com amor materno os convido a abrirem os seus corações à paz, a abrirem os seus corações ao MEU FILHO, a cantar em seus corações o amor ao MEU FILHO, porque somente através deste amor chega a paz da alma.

Filhos MEUS, EU sei que vocês tem a bondade, sei que vocês tem o amor, o amor misericordioso. Mas, muitos dos MEUS filhos ainda tem os corações fechados, pensam que podem agir sem colocar os seus pensamentos ao PAI CELESTIAL que ilumina, diante do MEU FILHO que está sempre e novamente com vocês na EUCARISTIA e que deseja ouvi-los.

Filhos Meus, porque não falam para eles ? A vida de cada um de vocês é importante e preciosa porque é um dom do PAI CELESTIAL para a ETERNIDADE, por isso nunca se esqueçam de agradecê-LO e falar com ELE.

Eu sei, filhos MEUS, que para vocês é desconhecido aquilo que virá depois, porém quando chegar o “depois” de vocês, terão todas as respostas. O MEU amor materno deseja que vocês estejam prontos.

Filhos MEUS, com a vida de vocês coloquem sentimentos bons nos corações das pessoas que vocês encontrarem, sentimentos de paz, de bondade, de amor e de perdão. Através da oração escutem o que lhes diz o MEU FILHO e assim o façam.

Novamente os convido a rezarem pelos seus sacerdotes, por aqueles a quem o MEU FILHO chamou; lembrem-se que eles tem necessidade de orações e de amor.

Obrigada.”

OBS: Esta mensagem é um carinho de Nossa Senhora para você... As matérias do blog seguem abaixo, aproveite!

Quando o dinheiro se torna o fim, prevalece a “lógica selvagem do lucro”

A Sala Paulo VI do Vaticano recebeu nesta manhã sete mil pessoas que participaram entre os dias 10 e 13 de novembro no Congresso Mundial de Contabilistas. Entre outros temas, o Papa Francisco lhes falou sobre a ética de sua profissão e o desemprego.

“É preciso fomentar e cultivar uma ética da economia, das finanças e dos mercados trabalhistas”, disse o Santo Padre e assinalou que “hoje enfrentamos a realidade dramática de tantas pessoas que têm empregos precários, ou que o perderam; de tantas famílias que pagam as consequências; de tantos jovens em busca de um primeiro emprego e de um trabalho digno”.

“Há muitas pessoas, especialmente os imigrantes, que obrigados a trabalhar ‘ilegais’, não têm as mais elementares garantias jurídicas e econômicas”, disse o Pontífice. Nesta situação precária econômica, “é forte a tentação de defender o próprio interesse sem preocupar-se com o bem comum, nem prestar muita atenção à justiça e a legalidade”.

O Santo Padre disse logo que “é tarefa de todos, especialmente dos que exercem uma profissão que tem a ver com o bom funcionamento da vida econômica de um País, que o seu trabalho seja positivo, construtivo, no curso diário do próprio trabalho, sabendo que por trás de cada papel existe uma história, existem rostos”. O profissional cristão, prosseguiu, deve ser “criativo para encontrar soluções em situações bloqueadas; fazer prevalecer as razões da dignidade humana diante da rigidez da burocracia”.

O Papa ressaltou deste modo que a economia e as finanças são “dimensões da atividade humana que podem ser ocasião de encontro, cooperação, de direitos reconhecidos e serviços prestados e dignidade afirmada no trabalho”, mas para isso “é necessário colocar no centro o ser humano com a sua dignidade, contrastando as dinâmicas que tendem a homologar tudo e a colocar o dinheiro acima de tudo”.

“Quando o dinheiro se torna o fim e a razão de toda atividade e de toda iniciativa, então prevalecem a ótica utilitarista e a lógica selvagem do lucro que não respeita as pessoas, com o consequente abalo dos valores da solidariedade e do respeito pela pessoa humana”, assinalou.

“Os que trabalham com economia e finanças são chamados a fazer escolhas que favoreçam o bem social e econômico de toda a humanidade, oferecendo a todos a oportunidade de realizar o próprio desenvolvimento”.

Além disso, exortou a “trabalharem sempre com responsabilidade, em favor das relações de lealdade, justiça e fraternidade, enfrentando os problemas com coragem, sobretudo ao lidar com os problemas dos mais pobres”.

Por outro lado, pediu “manter vivo o valor da solidariedade como uma atitude moral, que expressa o nosso compromisso com o outro em todas as suas reivindicações legítimas”. Sobre uma necessária solidariedade, o Santo Padre aludiu a que “a doutrina social da Igreja nos ensina que o princípio de solidariedade se realiza juntamente com o de subsidiariedade”.

“Graças ao efeito destes dois princípios os processos estão a serviço do ser humano e cresce a justiça, sem a qual não é possível a paz verdadeira e duradoura”, advertiu o Papa Francisco.



Sexta, 14/11/2014 - ACI/EWTN Noticias / Paulo Alves
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