Mensagens de Nossa Senhora em Medjugorje no dia 02/09/2017

Queridos filhos !

Quem melhor do que EU poderia falar para vocês do Amor e da existência do MEU FILHO ?

Vivi com ELE, EU sofri com ele, vivendo a vida terrena, EU provei da dor porque era MÃE.

MEU FILHO amou com pensamentos e obras o PAI CELESTIAL, o DEUS VERDADEIRO, e como ME dizia veio para redimi-los. EU escondi a minha dor com o amor. Vocês, filhos MEUS, tem numerosas perguntas, não compreendem a dor, não compreendem que através do Amor de Deus devem aceitar a dor e suportá-la. Todas as pessoas provam-na em maior ou menor medida, mas com a paz na alma e em estado de graça a esperança existe.

Este é o MEU FILHO, DEUS, nascido de DEUS. As SUAS PALAVRAS são sementes de Vida Eterna e semeadas nas boas almas produzem muitos frutos.

MEU FILHO suportou a dor porque tomou para si os pecados de vocês.

Por isso vocês, filhos MEUS, Apóstolos do MEU Amor, vocês que sofrem, saibam que as suas dores se tornarão luz e glória.

Filhos MEUS, enquanto vocês suportam a dor o CÉU entra em vocês, e em todos em torno de vocês é dado um pouco de Céu e muita esperança !

Obrigada !

OBS: Esta mensagem é um carinho de Nossa Senhora para você... As matérias do blog seguem abaixo, aproveite!

Papa lembra os 25 anos da queda do Muro de Berlim e pede o fim das perseguições

O Papa Francisco lembrou hoje no Vaticano o 25.º aniversário da queda do Muro de Berlim, na Alemanha, elogiando o papel de São João Paulo II na reunificação da Europa. “Há 25 anos, a 9 de novembro de 1989, caía o Muro de Berlim, que durante tanto tempo cortou em dois a cidade e foi símbolo da divisão ideológica da Europa e de todo o mundo. A queda aconteceu de repente, mas foi tornada possível pelo longo e cansativo compromisso de tantas pessoas que lutaram, rezaram e sofreram por isso, alguns até ao sacrifício da própria vida”, disse, perante dezenas de milhares de pessoas reunidas para a oração do ângelus, na Praça de São Pedro. Francisco recordou que, neste processo, o Papa São João Paulo II (1920-2005) teve “um papel de protagonista”, uma parte do discurso sublinhada com as palmas dos presentes, incluindo vários peregrinos poloneses. “Rezemos para que com a ajuda do Senhor e a colaboração de todos os homens de boa vontade, se difunda cada vez mais uma cultura do encontro, capaz de fazer cair todos os muros que ainda dividem o mundo”, destacou. O Papa pediu que “já não aconteça que pessoas inocentes sejam perseguidas e mesmo mortas por causa do seu credo e da sua religião”. “Onde há um muro, os corações fecham-se. São precisas pontes, não muros”, acrescentou. Francisco desafiou a Igreja e a humanidade a superar as barreiras da “inimizade” e “indiferença”, procurando construir “pontes de compreensão e de diálogo” para fazer de todo o mundo “uma família de povos reconciliados entre si, fraternos e solidários”: “A Igreja é sinal e antecipação desta nova humanidade, quando vive e difunde com o seu testemunho o Evangelho, mensagem de esperança e de reconciliação para todos os homens”, indicou.

No dia em que o calendário litúrgico católico celebra a dedicação da Basílica de São João de Latrão, a catedral do Bispo de Roma, o Papa assinalou a importância desta data como símbolo do seu ministério de “unidade” e do “edifício espiritual” que é a Igreja. “Ainda hoje a Igreja é chamada a ser no mundo a comunidade que, enraizada em Cristo por meio do batismo, professa com humildade e coragem a fé nele, testemunhando-a na caridade”, precisou. 


Domingo, 09/10/2014 -  SIR / Paulo Alves
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