Mensagens de Nossa Senhora em Medjugorje no dia 02/08/2018

“Queridos filhos,

Com amor materno os convido a abrirem os seus corações à paz, a abrirem os seus corações ao MEU FILHO, a cantar em seus corações o amor ao MEU FILHO, porque somente através deste amor chega a paz da alma.

Filhos MEUS, EU sei que vocês tem a bondade, sei que vocês tem o amor, o amor misericordioso. Mas, muitos dos MEUS filhos ainda tem os corações fechados, pensam que podem agir sem colocar os seus pensamentos ao PAI CELESTIAL que ilumina, diante do MEU FILHO que está sempre e novamente com vocês na EUCARISTIA e que deseja ouvi-los.

Filhos Meus, porque não falam para eles ? A vida de cada um de vocês é importante e preciosa porque é um dom do PAI CELESTIAL para a ETERNIDADE, por isso nunca se esqueçam de agradecê-LO e falar com ELE.

Eu sei, filhos MEUS, que para vocês é desconhecido aquilo que virá depois, porém quando chegar o “depois” de vocês, terão todas as respostas. O MEU amor materno deseja que vocês estejam prontos.

Filhos MEUS, com a vida de vocês coloquem sentimentos bons nos corações das pessoas que vocês encontrarem, sentimentos de paz, de bondade, de amor e de perdão. Através da oração escutem o que lhes diz o MEU FILHO e assim o façam.

Novamente os convido a rezarem pelos seus sacerdotes, por aqueles a quem o MEU FILHO chamou; lembrem-se que eles tem necessidade de orações e de amor.

Obrigada.”

OBS: Esta mensagem é um carinho de Nossa Senhora para você... As matérias do blog seguem abaixo, aproveite!

Papa lembra os 25 anos da queda do Muro de Berlim e pede o fim das perseguições

O Papa Francisco lembrou hoje no Vaticano o 25.º aniversário da queda do Muro de Berlim, na Alemanha, elogiando o papel de São João Paulo II na reunificação da Europa. “Há 25 anos, a 9 de novembro de 1989, caía o Muro de Berlim, que durante tanto tempo cortou em dois a cidade e foi símbolo da divisão ideológica da Europa e de todo o mundo. A queda aconteceu de repente, mas foi tornada possível pelo longo e cansativo compromisso de tantas pessoas que lutaram, rezaram e sofreram por isso, alguns até ao sacrifício da própria vida”, disse, perante dezenas de milhares de pessoas reunidas para a oração do ângelus, na Praça de São Pedro. Francisco recordou que, neste processo, o Papa São João Paulo II (1920-2005) teve “um papel de protagonista”, uma parte do discurso sublinhada com as palmas dos presentes, incluindo vários peregrinos poloneses. “Rezemos para que com a ajuda do Senhor e a colaboração de todos os homens de boa vontade, se difunda cada vez mais uma cultura do encontro, capaz de fazer cair todos os muros que ainda dividem o mundo”, destacou. O Papa pediu que “já não aconteça que pessoas inocentes sejam perseguidas e mesmo mortas por causa do seu credo e da sua religião”. “Onde há um muro, os corações fecham-se. São precisas pontes, não muros”, acrescentou. Francisco desafiou a Igreja e a humanidade a superar as barreiras da “inimizade” e “indiferença”, procurando construir “pontes de compreensão e de diálogo” para fazer de todo o mundo “uma família de povos reconciliados entre si, fraternos e solidários”: “A Igreja é sinal e antecipação desta nova humanidade, quando vive e difunde com o seu testemunho o Evangelho, mensagem de esperança e de reconciliação para todos os homens”, indicou.

No dia em que o calendário litúrgico católico celebra a dedicação da Basílica de São João de Latrão, a catedral do Bispo de Roma, o Papa assinalou a importância desta data como símbolo do seu ministério de “unidade” e do “edifício espiritual” que é a Igreja. “Ainda hoje a Igreja é chamada a ser no mundo a comunidade que, enraizada em Cristo por meio do batismo, professa com humildade e coragem a fé nele, testemunhando-a na caridade”, precisou. 


Domingo, 09/10/2014 -  SIR / Paulo Alves
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