Mensagens de Nossa Senhora em Medjugorje no dia 02/02/2018

Queridos filhos !

Vocês a quem o MEU FILHO ama, vocês a quem EU amo imensamente com o MEU AMOR MATERNO, não permitam que o egoísmo e o amar muito a si mesmo reinem no mundo. Não permitam que o amor e a bondade fiquem escondidos. Vocês que são amados, vocês que conheceram o AMOR do MEU FILHO, lembrem-se que ser amado significa amar. Filhos MEUS, tenham fé: quando vocês tem fé, vocês são felizes e difundem a paz. As suas almas exultam de alegria. Nestas almas está o MEU FILHO: quando se doam pela fé, quando se doam pelo amor, quando fazem o bem ao próximo, o MEU FILHO sorri em suas almas. Apóstolos do MEU AMOR, ME dirijo a vocês como MÃE, os reúno em torno de MIM porque desejo conduzí-los no caminho do AMOR e da FÉ, no caminho que leva até a LUZ DO MUNDO. EU estou aqui pelo AMOR e pela FÈ; porque desejo abençoá-los, porque EU desejo, com a MINHA BENÇÂO MATERNA, dar a vocês força e esperança no seu caminho. Porque a estrada que conduz ao MEU FILHO não é fácil, é cheia de renúncias, de dar-se, do sacrifício, do perdão e muito, muito amor mas este caminho conduz à paz e à alegria. Filhos MEUS, não acreditem nas vozes falsas que falam de coisas falsas e de luzes falsas: vocês, filhos MEUS, voltem para a SAGRADA ESCRITURA. Com imenso amor EU os vejo e, PELA GRAÇA DE DEUS, EU ME MANIFESTO A VOCÊS. Filhos Meus, caminham COMIGO. Que as almas de vocês exultem de alegria.

Obrigada.

OBS: Esta mensagem é um carinho de Nossa Senhora para você... As matérias do blog seguem abaixo, aproveite!

Papa Francisco à FAO: O faminto “nos pede dignidade, não esmola”

 O Santo Padre participou na manhã desta quinta-feira, 20, na II Conferência Internacional sobre nutrição da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura, conhecida como FAO, que se celebra em Roma desde quarta-feira e concluirá amanhã. Em sua intervenção na sede da FAO o Papa Francisco assegurou que o faminto, a quem os estados devem prestar sempre atenção, “pede-nos dignidade, não esmola”.

“Enquanto se fala de novos direitos, o faminto está aí, na esquina da rua, e pede carta de cidadania, ser considerado em sua condição, receber uma alimentação de base sadia. Pede-nos dignidade, não esmola”, disse o Papa ante os aplausos dos presentes na Sala da Plenária da FAO.

O Papa explicou o trabalho da Igreja em matéria de nutrição e destacou que Ela “sempre busca estar atenta e solícita respeito a tudo o que se refere ao bem-estar espiritual e material das pessoas, acima de tudo, dos que vivem marginalizados e são excluídos, para que se garanta sua segurança e sua dignidade”.

“Vivemos em uma época em que as relações entre as nações estão muito frequentemente danificadas pela suspeita recíproca, que às vezes se converte em formas de agressão bélica e econômica, escava a amizade entre irmãos e rechaça ou descarta o que já está excluído”.

Isto “sabe bem quem carece do pão cotidiano e de um trabalho decente. Este é o quadro do mundo, no qual devemos reconhecer os limites de colocações apoiadas na soberania de cada um dos Estados, entendida como absoluta, e nos interesses nacionais, condicionados frequentemente por reduzidos grupos de poder”.

A seguir o Santo Padre expressou sua esperança de que “os Estados se inspirem na convicção de que o direito à alimentação só ficará garantido se nos preocupamos com seu sujeito real, quer dizer, a pessoa que sofre os efeitos da fome e a desnutrição” para remarcar depois uma vez mais a preocupação do “sujeito real”.

“Talvez nos preocupamos muito pouco dos que passam fome. Dói constatar além disso que a luta contra a fome e a desnutrição se vê obstaculizada pela ‘prioridade do mercado’ e pela ‘preeminência do lucro, que reduziram os mantimentos a uma mercadoria qualquer, sujeita a especulação, inclusive financeira”.

O Pontífice chegou à sede da FAO às 11 horas e pronunciou seu discurso depois da intervenção da Rainha Letizia da Espanha.

A FAO tem como objetivo propor e desenvolver medidas e atividades internacionais que erradiquem a fome. Nesta Conferência participaram chefes de Governo e de Estado de todo o mundo, assim como peritos em matéria de alimentação.


Quinta, 20/11/2014 - ACI / Paulo Alves
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