Mensagens de Nossa Senhora em Medjugorje no dia 02/05/2018

Queridos filhos, tudo o que MEU FILHO, que é a Luz do AMOR, tem feito e faz, ELE tem feito por amor. Também vocês, meus filhos, quando vocês vivem no amor e amam seus próximos, vocês estão fazendo a vontade do MEU FILHO. Apóstolos do Meu Amor, tornem-se pequenos, abram seus corações puros ao MEU FILHO para que ELE possa operar através de vocês. Com a ajuda da fé, sejam preenchidos com amor. Mas, meus filhos, não esqueçam que a EUCARISTIA é o coração da fé. Isto é MEU FILHO que os alimenta com SEU CORPO e fortalece vocês com o SEU SANGUE. Isto é um milagre de amor: MEU FILHO, que sempre vem novamente, vivo, trazer de volta a vida para as almas. Meus filhos, Meu desejo maternal é para vocês sempre O amarem mais, porque ELE está chamando vocês com SEU AMOR. ELE está-lhes dando amor para que vocês possam espalhá-lo para todos aqueles ao redor de vocês. Como uma mãe, através do SEU AMOR, EU estou com vocês para falar palavras de amor e esperança para vocês – para falar para vocês as palavras eternas que são vitoriosas no tempo e da morte – para chamá-los para serem ao Meus Apóstolos de Amor. Obrigada.

OBS: Esta mensagem é um carinho de Nossa Senhora para você... As matérias do blog seguem abaixo, aproveite!

Papa Francisco à FAO: O faminto “nos pede dignidade, não esmola”

 O Santo Padre participou na manhã desta quinta-feira, 20, na II Conferência Internacional sobre nutrição da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura, conhecida como FAO, que se celebra em Roma desde quarta-feira e concluirá amanhã. Em sua intervenção na sede da FAO o Papa Francisco assegurou que o faminto, a quem os estados devem prestar sempre atenção, “pede-nos dignidade, não esmola”.

“Enquanto se fala de novos direitos, o faminto está aí, na esquina da rua, e pede carta de cidadania, ser considerado em sua condição, receber uma alimentação de base sadia. Pede-nos dignidade, não esmola”, disse o Papa ante os aplausos dos presentes na Sala da Plenária da FAO.

O Papa explicou o trabalho da Igreja em matéria de nutrição e destacou que Ela “sempre busca estar atenta e solícita respeito a tudo o que se refere ao bem-estar espiritual e material das pessoas, acima de tudo, dos que vivem marginalizados e são excluídos, para que se garanta sua segurança e sua dignidade”.

“Vivemos em uma época em que as relações entre as nações estão muito frequentemente danificadas pela suspeita recíproca, que às vezes se converte em formas de agressão bélica e econômica, escava a amizade entre irmãos e rechaça ou descarta o que já está excluído”.

Isto “sabe bem quem carece do pão cotidiano e de um trabalho decente. Este é o quadro do mundo, no qual devemos reconhecer os limites de colocações apoiadas na soberania de cada um dos Estados, entendida como absoluta, e nos interesses nacionais, condicionados frequentemente por reduzidos grupos de poder”.

A seguir o Santo Padre expressou sua esperança de que “os Estados se inspirem na convicção de que o direito à alimentação só ficará garantido se nos preocupamos com seu sujeito real, quer dizer, a pessoa que sofre os efeitos da fome e a desnutrição” para remarcar depois uma vez mais a preocupação do “sujeito real”.

“Talvez nos preocupamos muito pouco dos que passam fome. Dói constatar além disso que a luta contra a fome e a desnutrição se vê obstaculizada pela ‘prioridade do mercado’ e pela ‘preeminência do lucro, que reduziram os mantimentos a uma mercadoria qualquer, sujeita a especulação, inclusive financeira”.

O Pontífice chegou à sede da FAO às 11 horas e pronunciou seu discurso depois da intervenção da Rainha Letizia da Espanha.

A FAO tem como objetivo propor e desenvolver medidas e atividades internacionais que erradiquem a fome. Nesta Conferência participaram chefes de Governo e de Estado de todo o mundo, assim como peritos em matéria de alimentação.


Quinta, 20/11/2014 - ACI / Paulo Alves
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