Mensagens de Nossa Senhora em Medjugorje no dia 02/05/2018

Queridos filhos, tudo o que MEU FILHO, que é a Luz do AMOR, tem feito e faz, ELE tem feito por amor. Também vocês, meus filhos, quando vocês vivem no amor e amam seus próximos, vocês estão fazendo a vontade do MEU FILHO. Apóstolos do Meu Amor, tornem-se pequenos, abram seus corações puros ao MEU FILHO para que ELE possa operar através de vocês. Com a ajuda da fé, sejam preenchidos com amor. Mas, meus filhos, não esqueçam que a EUCARISTIA é o coração da fé. Isto é MEU FILHO que os alimenta com SEU CORPO e fortalece vocês com o SEU SANGUE. Isto é um milagre de amor: MEU FILHO, que sempre vem novamente, vivo, trazer de volta a vida para as almas. Meus filhos, Meu desejo maternal é para vocês sempre O amarem mais, porque ELE está chamando vocês com SEU AMOR. ELE está-lhes dando amor para que vocês possam espalhá-lo para todos aqueles ao redor de vocês. Como uma mãe, através do SEU AMOR, EU estou com vocês para falar palavras de amor e esperança para vocês – para falar para vocês as palavras eternas que são vitoriosas no tempo e da morte – para chamá-los para serem ao Meus Apóstolos de Amor. Obrigada.

OBS: Esta mensagem é um carinho de Nossa Senhora para você... As matérias do blog seguem abaixo, aproveite!

"Direito ao esquecimento": O que os fiéis dizem no confessionário, fica no confessionário

 Há algum tempo tem sido debatido a nível teológico o chamado “direito ao esquecimento” dos pecados. Sobre este tema, o Penitenciário Maior da Penitenciária Apostólica, Cardeal Mauro Piacenza, assegurou que “é correto sancionar àqueles que erram, mas existe o direito a que os erros do passado não gravem para sempre a reputação das pessoas”.

Conforme informa o jornal L’Osservatore Romano, o Cardeal Piacenza encerrou no dia 13 de novembro uma conferência sobre o tema “O segredo de confissão e a privacidade pastoral”, celebrado pela Penitenciária Apostólica no Palácio da Chancelaria de Roma.

Na ordem da justiça divina, explicou o Cardeal, este direito ao esquecimento “sempre se reconhece ao penitente que, com o coração humilde e arrependido, aproxima-se ao sacramento da reconciliação”.

Neste sentido, depois da absolvição dada pelo confessor “Deus, rico em misericórdia, não recorda mais o pecado do penitente, porque foi definitivamente eliminado pela grandeza do seu amor”, disse.

O Penitenciário Maior destacou que no âmbito do segredo de confissão e do segredo sacramental, a Igreja “elaborou ao longo dos séculos uma experiência riquíssima e uma normativa detalhada e rigorosa, dirigida a tutelar e proteger o que se pode considerar sem lugar a dúvida, a forma mais alta de segredo, e que pertence a cada sacerdote confessor”.

A autoridade vaticana assinalou que esta normativa é a base “do mais amplo segredo ministerial dos sacerdotes e orienta com força a própria normativa dos regulamentos civis em tema de segredo profissional”.

O Cardeal recordou alguns dos temas tratados pelos relatores, como a confissão e o acompanhamento espiritual “são os principais meios da formação em sua dimensão pessoal e mais interior”.

Nas reuniões também se recordou que no mundo juvenil “emerge uma necessidade de escuta, de relação autêntica na verdade, de misericórdia, de orientação e de salvação”.

A justiça “é outro modo de amar de Deus, quer dizer, outro modo com o qual Deus quer o bem dos homens”, e “é necessário destacar que quando Deus usa a justiça, ama. Uma das formas de amor é respeitar a justiça”, adicionou.



Segunda, 17/11/2014 - ACI/EWTN Noticias / Paulo Alves
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