Mensagens de Nossa Senhora em Medjugorje no dia 02/08/2018

“Queridos filhos,

Com amor materno os convido a abrirem os seus corações à paz, a abrirem os seus corações ao MEU FILHO, a cantar em seus corações o amor ao MEU FILHO, porque somente através deste amor chega a paz da alma.

Filhos MEUS, EU sei que vocês tem a bondade, sei que vocês tem o amor, o amor misericordioso. Mas, muitos dos MEUS filhos ainda tem os corações fechados, pensam que podem agir sem colocar os seus pensamentos ao PAI CELESTIAL que ilumina, diante do MEU FILHO que está sempre e novamente com vocês na EUCARISTIA e que deseja ouvi-los.

Filhos Meus, porque não falam para eles ? A vida de cada um de vocês é importante e preciosa porque é um dom do PAI CELESTIAL para a ETERNIDADE, por isso nunca se esqueçam de agradecê-LO e falar com ELE.

Eu sei, filhos MEUS, que para vocês é desconhecido aquilo que virá depois, porém quando chegar o “depois” de vocês, terão todas as respostas. O MEU amor materno deseja que vocês estejam prontos.

Filhos MEUS, com a vida de vocês coloquem sentimentos bons nos corações das pessoas que vocês encontrarem, sentimentos de paz, de bondade, de amor e de perdão. Através da oração escutem o que lhes diz o MEU FILHO e assim o façam.

Novamente os convido a rezarem pelos seus sacerdotes, por aqueles a quem o MEU FILHO chamou; lembrem-se que eles tem necessidade de orações e de amor.

Obrigada.”

OBS: Esta mensagem é um carinho de Nossa Senhora para você... As matérias do blog seguem abaixo, aproveite!

"Direito ao esquecimento": O que os fiéis dizem no confessionário, fica no confessionário

 Há algum tempo tem sido debatido a nível teológico o chamado “direito ao esquecimento” dos pecados. Sobre este tema, o Penitenciário Maior da Penitenciária Apostólica, Cardeal Mauro Piacenza, assegurou que “é correto sancionar àqueles que erram, mas existe o direito a que os erros do passado não gravem para sempre a reputação das pessoas”.

Conforme informa o jornal L’Osservatore Romano, o Cardeal Piacenza encerrou no dia 13 de novembro uma conferência sobre o tema “O segredo de confissão e a privacidade pastoral”, celebrado pela Penitenciária Apostólica no Palácio da Chancelaria de Roma.

Na ordem da justiça divina, explicou o Cardeal, este direito ao esquecimento “sempre se reconhece ao penitente que, com o coração humilde e arrependido, aproxima-se ao sacramento da reconciliação”.

Neste sentido, depois da absolvição dada pelo confessor “Deus, rico em misericórdia, não recorda mais o pecado do penitente, porque foi definitivamente eliminado pela grandeza do seu amor”, disse.

O Penitenciário Maior destacou que no âmbito do segredo de confissão e do segredo sacramental, a Igreja “elaborou ao longo dos séculos uma experiência riquíssima e uma normativa detalhada e rigorosa, dirigida a tutelar e proteger o que se pode considerar sem lugar a dúvida, a forma mais alta de segredo, e que pertence a cada sacerdote confessor”.

A autoridade vaticana assinalou que esta normativa é a base “do mais amplo segredo ministerial dos sacerdotes e orienta com força a própria normativa dos regulamentos civis em tema de segredo profissional”.

O Cardeal recordou alguns dos temas tratados pelos relatores, como a confissão e o acompanhamento espiritual “são os principais meios da formação em sua dimensão pessoal e mais interior”.

Nas reuniões também se recordou que no mundo juvenil “emerge uma necessidade de escuta, de relação autêntica na verdade, de misericórdia, de orientação e de salvação”.

A justiça “é outro modo de amar de Deus, quer dizer, outro modo com o qual Deus quer o bem dos homens”, e “é necessário destacar que quando Deus usa a justiça, ama. Uma das formas de amor é respeitar a justiça”, adicionou.



Segunda, 17/11/2014 - ACI/EWTN Noticias / Paulo Alves
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