Mensagens de Nossa Senhora em Medjugorje no dia 02/04/2019

“Queridos filhos, como MÃE que conhece os SEUS filhos, sei vocês desejam o MEU FILHO. EU sei que vocês desejam a VERDADE, a PAZ, aquilo que é puro e não é falso.

Por isto EU, como MÃE, através do AMOR DE DEUS, me dirijo a vocês e os convido, a fim de que, rezando com o coração puro e aberto, conheçam por vocês mesmos o MEU FILHO, o SEU AMOR, o SEU CORAÇÃO MISERICORDIOSO.

O MEU FILHO via a beleza em todas as coisas.

ELE procura o BEM, até mesmo naquilo que é pequeno e escondido, em todas as almas, para perdoar o mal.

Por isto, filhos MEUS, apóstolos do MEU AMOR, os convido a adorá-LO, a agradecê-LO continuamente e a serem dignos para ELE. Porque ELE disse para vocês PALAVRAS DIVINAS, as PALAVRAS DE DEUS, as PALAVRAS que são para todos e para sempre.

Por isto, filhos MEUS, vivam a serenidade, a alegria e o amor recíproco.

Isto é o que é necessário para vocês no mundo de hoje: assim serão apóstolos do MEU AMOR, assim vocês testemunharão o MEU FILHO de maneira justa.

Obrigada.”

OBS: Esta mensagem é um carinho de Nossa Senhora para você... As matérias do blog seguem abaixo, aproveite!

"Direito ao esquecimento": O que os fiéis dizem no confessionário, fica no confessionário

 Há algum tempo tem sido debatido a nível teológico o chamado “direito ao esquecimento” dos pecados. Sobre este tema, o Penitenciário Maior da Penitenciária Apostólica, Cardeal Mauro Piacenza, assegurou que “é correto sancionar àqueles que erram, mas existe o direito a que os erros do passado não gravem para sempre a reputação das pessoas”.

Conforme informa o jornal L’Osservatore Romano, o Cardeal Piacenza encerrou no dia 13 de novembro uma conferência sobre o tema “O segredo de confissão e a privacidade pastoral”, celebrado pela Penitenciária Apostólica no Palácio da Chancelaria de Roma.

Na ordem da justiça divina, explicou o Cardeal, este direito ao esquecimento “sempre se reconhece ao penitente que, com o coração humilde e arrependido, aproxima-se ao sacramento da reconciliação”.

Neste sentido, depois da absolvição dada pelo confessor “Deus, rico em misericórdia, não recorda mais o pecado do penitente, porque foi definitivamente eliminado pela grandeza do seu amor”, disse.

O Penitenciário Maior destacou que no âmbito do segredo de confissão e do segredo sacramental, a Igreja “elaborou ao longo dos séculos uma experiência riquíssima e uma normativa detalhada e rigorosa, dirigida a tutelar e proteger o que se pode considerar sem lugar a dúvida, a forma mais alta de segredo, e que pertence a cada sacerdote confessor”.

A autoridade vaticana assinalou que esta normativa é a base “do mais amplo segredo ministerial dos sacerdotes e orienta com força a própria normativa dos regulamentos civis em tema de segredo profissional”.

O Cardeal recordou alguns dos temas tratados pelos relatores, como a confissão e o acompanhamento espiritual “são os principais meios da formação em sua dimensão pessoal e mais interior”.

Nas reuniões também se recordou que no mundo juvenil “emerge uma necessidade de escuta, de relação autêntica na verdade, de misericórdia, de orientação e de salvação”.

A justiça “é outro modo de amar de Deus, quer dizer, outro modo com o qual Deus quer o bem dos homens”, e “é necessário destacar que quando Deus usa a justiça, ama. Uma das formas de amor é respeitar a justiça”, adicionou.



Segunda, 17/11/2014 - ACI/EWTN Noticias / Paulo Alves
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