Mensagens de Nossa Senhora em Medjugorje no dia 02/09/2017

Queridos filhos !

Quem melhor do que EU poderia falar para vocês do Amor e da existência do MEU FILHO ?

Vivi com ELE, EU sofri com ele, vivendo a vida terrena, EU provei da dor porque era MÃE.

MEU FILHO amou com pensamentos e obras o PAI CELESTIAL, o DEUS VERDADEIRO, e como ME dizia veio para redimi-los. EU escondi a minha dor com o amor. Vocês, filhos MEUS, tem numerosas perguntas, não compreendem a dor, não compreendem que através do Amor de Deus devem aceitar a dor e suportá-la. Todas as pessoas provam-na em maior ou menor medida, mas com a paz na alma e em estado de graça a esperança existe.

Este é o MEU FILHO, DEUS, nascido de DEUS. As SUAS PALAVRAS são sementes de Vida Eterna e semeadas nas boas almas produzem muitos frutos.

MEU FILHO suportou a dor porque tomou para si os pecados de vocês.

Por isso vocês, filhos MEUS, Apóstolos do MEU Amor, vocês que sofrem, saibam que as suas dores se tornarão luz e glória.

Filhos MEUS, enquanto vocês suportam a dor o CÉU entra em vocês, e em todos em torno de vocês é dado um pouco de Céu e muita esperança !

Obrigada !

OBS: Esta mensagem é um carinho de Nossa Senhora para você... As matérias do blog seguem abaixo, aproveite!

Como procede a Igreja para declarar a santidade de um mártir?

Nos últimos anos, particularmente no Oriente Médio, os cristãos estão sendo cada vez mais ameaçados e mortos. Assim como aconteceu aos primeiros cristãos, milhões de pessoas são torturadas e assassinadas unicamente por professar a fé e por não abdicar dela. Assim, estes cristãos mortos são testemunhas, significado da raiz grega do termo mártir, e seu processo de canonização envolve um trabalho e exigências distintos aos dos santos e beatos que a Igreja eleva aos altares. O martírio pela fé já supõe a santidade do indivíduo.

“O Santo Padre também afirmou que estamos tendo mais mártires nesta década do que no início do Cristianismo. Esses mártires, que surgem onde o Cristianismo é minoria, são como as sementes que caem no solo e dão bons frutos”, disse o vigário episcopal para a Vida Consagrada da Arquidiocese do Rio, Dom Roberto Lopes, OSB.

Ele também recordou o martírio na Argélia dos monges trapistas, da Ordem dos Cistercienses, retratado no filme “Homens de Deus”, que não impediu que a missão continuasse.

“Pelo contrário, a partir dessas mortes acabaram surgindo muitas vidas, como aconteceu também no período da Guerra do Vietnã. Nas comunidades que foram massacradas hoje existem muitas vocações. Isso foi resultado do martírio”, disse.

Dom Roberto afirmou que são realizados de forma mais simples os processos canônicos dos mártires.

“A metodologia de trabalho e as exigências são outras. O martírio pela fé já supõe a santidade do indivíduo. É muito mais rápido, não tem tantas exigências”, explicou.

O Concilio do Vaticano II afirma: “Desde o início alguns cristãos foram chamados – e alguns sempre serão chamados – para dar o supremo testemunho de seu amor diante de todos os homens, mas de modo especial perante os perseguidores. O martírio, por conseguinte – pelo qual o discípulo se assemelha ao Mestre, que aceita livremente a morte pela salvação do mundo, e se conforma a Ele na efusão do sangue – é estimado pela Igreja com exímio dom e suprema prova de caridade. Se a poucos é dado, todos, porém, devem estar prontos a confessar Cristo perante os homens, segui-lo no caminho da cruz entre perseguições, que nunca faltam à Igreja” (Lumen Gentium, nº 42).

O martírio é uma graça que tem sua iniciativa em Deus. Não compete ao cristão procurar o martírio provocando os adversários da fé. Para que haja martírio propriamente dito, requer-se que o cristão morra livremente, ou seja, aceite conscientemente o risco de morrer por causa da sua fé. A aceitação da morte pode ser explícita, como no caso em que o perseguidor deixa a escolha entre renegar a fé (ou uma virtude relacionada com a fé) e a morte. A aceitação livre pode ser implícita quando a pessoa sabe que o seu compromisso cristão pode levá-la até à morte e, não obstante, é fiel a esse compromisso.


Para que a Igreja declare oficialmente que alguém é mártir da fé, são efetuadas pesquisas a respeito e devem ser comprovadas as graças ou milagres obtidos por intercessão desse (a) servo(a) de Deus. O processo é iniciado na diocese à qual pertencia a vítima ou na qual ela foi levada à morte. Continua e termina em Roma, na Congregação para as Causas dos Santos.


Quarta, 12/11/2014 - ACI Cláudia Brito de Albuquerque e Sá / Paulo Alves
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