Mensagens de Nossa Senhora em Medjugorje no dia 02/09/2017

Queridos filhos !

Quem melhor do que EU poderia falar para vocês do Amor e da existência do MEU FILHO ?

Vivi com ELE, EU sofri com ele, vivendo a vida terrena, EU provei da dor porque era MÃE.

MEU FILHO amou com pensamentos e obras o PAI CELESTIAL, o DEUS VERDADEIRO, e como ME dizia veio para redimi-los. EU escondi a minha dor com o amor. Vocês, filhos MEUS, tem numerosas perguntas, não compreendem a dor, não compreendem que através do Amor de Deus devem aceitar a dor e suportá-la. Todas as pessoas provam-na em maior ou menor medida, mas com a paz na alma e em estado de graça a esperança existe.

Este é o MEU FILHO, DEUS, nascido de DEUS. As SUAS PALAVRAS são sementes de Vida Eterna e semeadas nas boas almas produzem muitos frutos.

MEU FILHO suportou a dor porque tomou para si os pecados de vocês.

Por isso vocês, filhos MEUS, Apóstolos do MEU Amor, vocês que sofrem, saibam que as suas dores se tornarão luz e glória.

Filhos MEUS, enquanto vocês suportam a dor o CÉU entra em vocês, e em todos em torno de vocês é dado um pouco de Céu e muita esperança !

Obrigada !

OBS: Esta mensagem é um carinho de Nossa Senhora para você... As matérias do blog seguem abaixo, aproveite!

Vocação à vida, aceitação do outro e santidade: três dimensões da família

As colocações da terceira congregação geral do Sínodo, realizada na manhã desta terça-feira, dia 7, apontaram três dimensões específicas da família. Vocação à vida, aceitação do outro e a santidade foram pontos conclusivos do debate sobre os temas previstos para a sessão, de acordo com a primeira parte do capítulo 3 e do capítulo 4 do Instrumentum Laboris, respectivamente, “Evangelho da família e da lei natural” e “A família e a vocação da pessoa em Cristo”.

A vocação à vida foi entendida como testemunho de Cristo por meio da unidade familiar. A aceitação do outro considera que a família é a primeira escola de alteridade, o lugar onde se podem aprender a paciência e a lentidão, em contraste com a agitação do mundo moderno. Quanto à santidade, os padres sinodais falaram que a família educa à santidade e é um “ícone da Trindade”, a “Igreja doméstica a serviço da evangelização, futuro da humanidade”.

Temas

A partir dos dois temas propostos e dos debates de ontem, foram descritos pontos de atenção à preparação para o matrimônio, acompanhamento da Pastoral Familiar, a influência dos meios de comunicação, a linguagem o ensinamento da Doutrina eclesial e a situação dos separados e recasados.

Os padres sinodais afirmaram que é necessária uma melhor preparação para o matrimonio, para que este não seja somente válido, mas também frutífero. A proposta é que não haja somente preocupação com “os remédios para o fracasso da união conjugal, mas com as condições que a fazem válida e frutífera”. “A escolha do matrimônio é uma vocação verdadeira e própria e, como tal, requer fidelidade e coerência para ser realmente um lugar de crescimento e salvaguarda do humano”, disseram.

Para isso, de acordo com o que foi apresentado, é necessário acompanhamento constante dos cônjuges em seu itinerário de vida, por meio de uma Pastoral Familiar “intensa e vigorosa”. Alertaram para que o caminho de preparação ao casamento tenha determinados elementos e que seja longo, mas sem o medo de que eventualmente diminua a procura pelas celebrações das bodas na Igreja. “Caso contrário, corre-se o risco de obstruir os tribunais de justiça com os processos matrimoniais”, sinalizaram.

Neste contexto, mostraram um tripé importante dentro Evangelho da família e da lei natural e da família e a vocação da pessoa em Cristo: os meios de comunicação, o ensinamento da Doutrina e a renovação da linguagem. Os padres sinodais manifestaram preocupação com relação aos meios de comunicação, sobretudo quando atuam de forma intrusiva, apresentando ideologias contrárias à Doutrina da Igreja sobre o matrimônio e a família. No mesmo sentido, averiguaram que além de proteger os católicos, também é preciso prepará-los melhor na questão de oferta dos ensinamentos eclesiais de forma mais inclusiva”. Em relação à linguagem, falaram sobre a abertura ao diálogo e uma conversão pastoral para que o anúncio do Evangelho seja mais eficaz.

Sobre os divorciados que voltam a se casar, foi dito que a Igreja não deve apresentar um juízo, mas uma verdade, com um olhar compreensivo: "A 'medicina' da misericórdia da acolhida, atenção e apoio". Foi observado que as famílias que sofrem não buscam soluções pastorais rápidas, não querem ser um mero dado de estatística, mas que sentem a necessidade de serem aconselhadas, aceitas e amadas. "Deve-se dar mais espaço à lógica sacramental que à jurídica", sublinharam.

Por último, trataram da importância da catequese para as famílias, especialmente para as crianças, e da oração dentro das casas, dando lugar a uma “verdadeira e própria geração da fé, transmitindo-a de pais para filhos”. Também foi abordada a formação mais profunda de sacerdotes e catequistas.

Oriente Médio

O papa Francisco, no início da sessão desta manhã, comunicou que o Consistório Ordinário, convocado para o dia 20 de outubro, será dedicado à situação no Oriente Médio, em função dos resultados da reunião de alguns representantes pontifícios e dos superiores dos dicastérios relacionados, que aconteceu entre os dias 2 e 4 de outubro. Seis patriarcas orientais e o patriarca latino de Jerusalém, S.B. Fouad Twal, estarão presentes.


Com informações da agência VIS e fotografia da Rádio Vaticano

Terça, 07/10/2014 - CNBB / Paulo Alves
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