Mensagens de Nossa Senhora em Medjugorje no dia 02/09/2017

Queridos filhos !

Quem melhor do que EU poderia falar para vocês do Amor e da existência do MEU FILHO ?

Vivi com ELE, EU sofri com ele, vivendo a vida terrena, EU provei da dor porque era MÃE.

MEU FILHO amou com pensamentos e obras o PAI CELESTIAL, o DEUS VERDADEIRO, e como ME dizia veio para redimi-los. EU escondi a minha dor com o amor. Vocês, filhos MEUS, tem numerosas perguntas, não compreendem a dor, não compreendem que através do Amor de Deus devem aceitar a dor e suportá-la. Todas as pessoas provam-na em maior ou menor medida, mas com a paz na alma e em estado de graça a esperança existe.

Este é o MEU FILHO, DEUS, nascido de DEUS. As SUAS PALAVRAS são sementes de Vida Eterna e semeadas nas boas almas produzem muitos frutos.

MEU FILHO suportou a dor porque tomou para si os pecados de vocês.

Por isso vocês, filhos MEUS, Apóstolos do MEU Amor, vocês que sofrem, saibam que as suas dores se tornarão luz e glória.

Filhos MEUS, enquanto vocês suportam a dor o CÉU entra em vocês, e em todos em torno de vocês é dado um pouco de Céu e muita esperança !

Obrigada !

OBS: Esta mensagem é um carinho de Nossa Senhora para você... As matérias do blog seguem abaixo, aproveite!

Religiosa brasileira, a mulher com o mais alto cargo no Vaticano, reflete sobre a contribuição feminina à Igreja

A primeira mulher a ser nomeada membro de uma congregação vaticana explica que “as mulheres ainda têm muito para entregar à Igreja desde o seu carisma pessoal”

A irmã Luiza Premoli, religiosa brasileira e superiora geral das Irmãs Missionárias Combonianas, foi nomeada membro da Congregação para a Evangelização dos Povos em setembro de 2014.

Em uma entrevista a religiosa assinalou que “a nomeação foi uma surpresa para mim, não o esperava, mas também fiquei muito contente porque se trata de uma concretização do desejo do Papa Francisco de que tenham mais mulheres nos altos cargos da Igreja Católica” e envolvidas nas tomadas de decisão dentro da Igreja.

Embora as mulheres já trabalhassem antes no Vaticano como conselheiras ou inclusive subsecretárias e membros de conselhos pontifícios, uma mulher nunca tinha sido nomeada como membro de uma congregação que são os departamentos de primeira linha da cúria romana.

Luiza Premoli nasceu no Brasil e ingressou na ordem das Irmãs Combonianas aos 23 anos. Esteve oito anos como missionária em Moçambique e outros oito anos no Brasil, onde foi nomeada provincial. Em 2010, foi escolhida superiora geral da ordem.

“Nosso carisma é a evangelização dos povos que ainda não receberam o Evangelho e ajudar as Igrejas locais a serem missionárias do seu próprio entorno e ao mesmo tempo abrir-se a todos os desafios missionários no mundo”, explicou a religiosa.

A irmã Premoli recordou as suas missões em Moçambique.

“Estive lá em 1989, em meio de uma guerra civil, e percebia que as pessoas valorizavam cada coisa pequena que tinham: um pedacinho de sabão, um pouco de roupa. Após quatro anos voltei para o Brasil para tomar um descanso e senti como se estivesse em outro mundo, onde as coisas se desperdiçavam e existia um amor por coisas desnecessárias”.

A religiosa disse que a sua experiência “foi uma lição para viver uma vida mais sóbria e para ser capaz de valorizar tudo o que temos”.

Durante sua experiência como missionária, a irmã Premoli também se impressionou do fato que “em meio das tragédias, as mulheres sempre levavam os seus filhos nos ombros e que as crianças sempre conservavam a calma, como se o contato com elas lhes fizesse sentir-se protegidas”.

A irmã Premoli assegurou que a contribuição que as mulheres podem dar à vida da Igreja é a maternidade.

“A Igreja é chamada ‘mãe’, e uma mãe deve entregar um anúncio cheio desta vida plena e gozosa que Jesus nos deu”.

A religiosa destacou que embora a Igreja seja uma organização na qual os altos cargos foram ocupados quase exclusivamente por homens, “as comunidades estão cheias de mulheres que entregam sua contribuição pessoal à vida da Igreja”.

A maior contribuição que as mulheres podem dar à vida da Igreja é “a maneira de contemplar a realidade e sua sinceridade”. As mulheres têm esta paixão peculiar que “vem provavelmente de sua maternidade”, observou.



Segunda, 06/10/2014 - ACI / Paulo Alves
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