Mensagens de Nossa Senhora em Medjugorje no dia 02/09/2017

Queridos filhos !

Quem melhor do que EU poderia falar para vocês do Amor e da existência do MEU FILHO ?

Vivi com ELE, EU sofri com ele, vivendo a vida terrena, EU provei da dor porque era MÃE.

MEU FILHO amou com pensamentos e obras o PAI CELESTIAL, o DEUS VERDADEIRO, e como ME dizia veio para redimi-los. EU escondi a minha dor com o amor. Vocês, filhos MEUS, tem numerosas perguntas, não compreendem a dor, não compreendem que através do Amor de Deus devem aceitar a dor e suportá-la. Todas as pessoas provam-na em maior ou menor medida, mas com a paz na alma e em estado de graça a esperança existe.

Este é o MEU FILHO, DEUS, nascido de DEUS. As SUAS PALAVRAS são sementes de Vida Eterna e semeadas nas boas almas produzem muitos frutos.

MEU FILHO suportou a dor porque tomou para si os pecados de vocês.

Por isso vocês, filhos MEUS, Apóstolos do MEU Amor, vocês que sofrem, saibam que as suas dores se tornarão luz e glória.

Filhos MEUS, enquanto vocês suportam a dor o CÉU entra em vocês, e em todos em torno de vocês é dado um pouco de Céu e muita esperança !

Obrigada !

OBS: Esta mensagem é um carinho de Nossa Senhora para você... As matérias do blog seguem abaixo, aproveite!

Diocese de Crato comemora centenário

A diocese de Crato (CE) comemorou seus 100 anos de criação com uma missa solene presidida pelo bispo local, dom Fernando Panico. A missa, na catedral Nossa Senhora da Penha, foi concelebrada pelo bispo  de Iguatu (CE), dom João José da Costa, e pelo bispo auxiliar de Aparecida (SP), dom Darci José Nicioli, que representou o arcebispo de Aparecida (SP) e presidente da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), cardeal Raymundo Damasceno Assis, que estava no Vaticano por ocasião da Assembleia Geral do Sínodo dos Bispos e do Consistório.

Durante a missa, foram lembrados acontecimentos importantes na vivência da evangelização no local, como o Projeto Santas Missões Populares, o 13ª Intereclesial das Comunidades Eclesiais de Base (CEBs) e a criação de 158 capelas. Também foram lembrados os bispos de Crato, que “lançaram as bases para chegar ao primeiro centenário”. São eles dom Quintino Rodrigues de Oliveira e Silva (1915 a 1929); dom Francisco de Assis Pires (1931 a 1959); dom Vicente de Paulo Araújo Matos (1962 a 1992); o bispo emérito dom Newton Holanda Gurgel (que renunciou em 2001, conforme orienta o Código de Direito Canônico); e dom Fernando Panico, que exerce o ministério episcopal na região há 13 anos.

Mensagens

O núncio apostólico no Brasil, dom Giovanni D’Aniello, enviou uma mensagem que foi lida pelo vigário geral da diocese, padre José Vicente Pinto. No texto, dom Giovanni congratulou a Igreja Particular pela ocasião e ressaltou a oportunidade de realizar, neste momento, uma avaliação da caminhada “que envolve a vida diocesana em todos os níveis e que tem como frutos, entre outros, uma renovada fidelidade a Deus e aos homens, no empenho específico de cada um”. A celebração Jubilar deve, segundo o núncio, “estimular a todos a fazer da Diocese uma Igreja que se coloque sempre com maior intensidade na escuta de Deus e dos homens, numa contínua construção e restauração de ideias em todos os níveis: clero, religiosos e leigos”.

Representando  dom Damasceno, o bispo auxiliar de Aparecida (SP), dom Darci Nicioli, leu uma carta e refletiu sobre as pessoas que há cem anos “encontraram o sentido para suas vidas e dobraram seus joelhos em comunidade fortificando-se para não desanimar diante dos desafios da vida”. “Nossos antepassados, nossos avós, bisavós foram a Igreja do Crato. Hoje, cabe a nós empunharmos esta bandeira e continuarmos a obra de Nosso Senhor Jesus Cristo”, colocou. 

Palavra do Pastor

Dom Fernando Panico, italiano de Tricase, na província de Lecce, considera que a caminhada da diocese de Crato “faz com que a alegria do Evangelho se torne a missão de todos”. Em sua fala, recordou pessoas importantes que atuaram na região durante a vida centenária da diocese, como padre Cícero Romão Batista, beato José Lourenço, monsenhor Murilo de Sá Barreto, madre Ana Couto, a jovem Benigna Cardoso e outros.


O bispo incentivou os féis a continuarem a missão. “Com fé iniciemos o 2º centenário da diocese de Crato. Não garanto que o veremos concluído, mas somos nós que somos chamados para lançarmos nossas redes para águas mais profundas. Vamos iniciar a escrever, com toda confiança, o livro dos Atos dos Apóstolos de nossa diocese que é romeira e missionária”, convidou.

A prefeitura da cidade de Crato entregou comendas homenageando dom Fernando Panico e os bispos diocesanos pelas contribuições prestadas pela diocese de Crato a toda região em relação à educação, ao trabalho pastoral, à cultura, à saúde e à evangelização.

Ano Jubilar

O ano jubilar teve início com a dedicação da catedral Nossa Senhora da Penha, no dia 20 de outubro de 2013. Na ocasião foi proclamado o decreto do ano jubilar. Outras celebrações e comemorações aconteceram em preparação à solenidade, como a peregrinação da imagem de Nossa Senhora da Penha, padroeira diocesana, pelas sub-regiões; os jubileus específicos vivenciados por pastorais e movimentos; a coroação da imagem da padroeira pelo prefeito da Congregação para os Institutos de Vida Consagrada e as Sociedades de Vida Apostólica, cardeal João Braz de Aviz; e a criação da Fazenda da Esperança Padre Cícero.

História

A diocese de Crato (CE) foi criada em 20 de outubro de 1914, pelo papa Bento XV, por meio da bula papal Catholicae Ecclesiae, sendo desmembrada do território da diocese do Ceará, atualmente arquidiocese de Fortaleza (CE). Sua sede é a Catedral de Nossa Senhora da Penha, no município do Crato. Ela situa-se no extremo sul do Estado do Ceará, limitando-se com as dioceses de Iguatu (CE), Cajazeiras (PB), Afogados da Ingazeira e Petrolina (PE) e Picos (PI).

Mais de um milhão de fiéis são atendidos pela diocese, composta por 55 paróquias em 32 cidades da região. São mais de 130 padres.

São características da Igreja local as romarias e a missionariedade que atraem aproximadamente 600 mil romeiros por ano a Juazeiro do Norte (CE), por causa de padre Cícero Romão Batista, e mais recentemente a Santana do Cariri (CE), onde estão os restos mortais da Serva de Deus Benigna Cardoso.

A Congregação para a Causa dos Santos da Santa Sé analisa dois casos na diocese. Em relação a padre Cícero, o santo popular do interior do Nordeste, o processo está em estágio de busca pela reabilitação. A mártir da castidade, Benigna Cardoso, já possui o título de Serva de Deus.

Com informações e fotografia da Assessoria de Imprensa da diocese de Crato (CE)

Terça, 21/10/2014 - CNBB / Paulo Alves
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