Mensagens de Nossa Senhora em Medjugorje no dia 02/09/2018

Queridos filhos,

As Minhas palavras são simples, mas repletas de amor materno e de preocupação. Filhos MEUS, sobre vocês se alargam sempre mais as sombras das trevas e do engano, Eu os chamo em direção a luz e a verdade, Eu os chamo na direção de Meu Filho. Somente Ele pode converter o desespero e a dor em paz e serenidade, somente ELE pode dar esperança nas dores mais profundas. O MEU FILHO é a VIDA do mundo, e quanto mais O conhecerem, mais se aproximarão DELE e mais O amarão porque o MEU FILHO é AMOR e o AMOR muda tudo.

ELE torna maravilhoso também aquilo que sem amor pareça para vocês insignificante. Por isso novamente os digo que vocês devem amar muito se desejarem crescer espiritualmente. EU sei, apóstolos do MEU AMOR, que não sempre fácil, porém, filhos MEUS, também as estradas dolorosas são caminhos que levam ao crescimento espiritual, à fé e ao MEU FILHO.

Filhos MEUS, rezem, pensem em MEU FILHO durante todos os momentos do dia, elevem as suas almas até ELE e EU recolherei as suas orações como flores do jardim mais belo e as darei de presente ao MEU FILHO.

Sejam realmente apóstolos do MEU AMOR, deem a todos o AMOR de MEU FILHO, sejam jardins com as flores mais belas.

Com a oração ajudem os seu sacerdotes para que possam ser pais espirituais cheios de amor para todos os homens.

Obrigada.

OBS: Esta mensagem é um carinho de Nossa Senhora para você... As matérias do blog seguem abaixo, aproveite!

CNBB celebra 62 anos de colegialidade episcopal

Há 62 anos nascia a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), com a missão de congregar os bispos da Igreja Católica no país. A entidade iniciou com um pequeno grupo de bispos, padres, religiosos e colaboradores, sob a inspiração do então padre Hélder Câmara, em 14 de outubro de 1952. Com o passar dos anos, a Conferência cresceu e multiplicou sua ação evangelizadora no Brasil. Hoje, reúne mais de 460 membros, entre cardeais, arcebispos e bispos. 

A CNBB está presente em todos os estados brasileiros, por meio dos 18 regionais, organizados nas principais capitais do país. Sua missão acontece em comunhão com as arquidioceses, dioceses, eparquias, prelazias, exarcados e ordinariados. Ao todo, são 276 circunscrições eclesiásticas, tendo como pastor o bispo local, que conta com a colaboração das pastorais, organismos e movimentos.

A principal missão da Conferência consiste em promover a vivência e a comunhão entre os bispos e a vida fraterna e comunitária em cada diocese. Ao celebrar mais de seis décadas a serviço da evangelização, a entidade busca renovar constantemente sua dinâmica de atuação, motivada pela Palavra.

Para o arcebispo de Aparecida (SP) e presidente da CNBB, cardeal Raymundo Damasceno Assis, a Conferência tem buscado caminhar em unidade com o papa Francisco, a partir das orientações e ensinamentos da Igreja. Com base nesse propósito, procura assumir, a cada dia, a alegria do evangelho, como ensina o papa.

“Francisco nos convida a ser discípulos e missionários de Jesus Cristo com esse espírito de alegria, de confiança em Deus, pois Ele está conosco. A vitória é de Deus e, portanto, a vitória é nossa, em nossos trabalhos e missão. Apesar das dificuldades e obstáculos pelos quais temos que passar no dia a dia”, disse dom Damasceno

A serviço do povo

Ao longo de sua trajetória, a CNBB exerce suas atividades pastorais em favor dos fieis, na dinâmica da missão evangelizadora. “As conferências episcopais são sinônimos da colegialidade na Igreja que é mistério de Deus e vive na comunhão. Não uma comunhão na uniformidade, mas na diversidade de seus membros e nos dons que o Espírito Santo concede ao povo. Então, à medida que essa comunhão se fortalece, também é a missão da Igreja que avança. A Igreja é mistério, comunhão e missão”, explica o cardeal.

No dia 30 de setembro, a presidência da CNBB teve encontro com o papa Francisco, no Vaticano. Na ocasião, foram apresentados ao papa os últimos documentos produzidos pela Conferência, assim como um panorama da vida e da missão da entidade.

Durante missa comemorativa, realizada hoje, 14, na sede da Conferência, e da qual participaram os funcionários da entidade, o bispo auxiliar de Brasília (DF) e secretário geral da CNBB, dom Leonardo Steiner, recordou que o papa Francisco agradeceu o empenho da Igreja no Brasil a serviço do Reino de Deus.

“Ao celebramos os 62 anos da CNBB, celebramos também a vida dos nossos bispos, das nossas dioceses e dos filhos e filhas de Deus. O compromisso da Conferência com a vida e a salvação do povo. Não apenas a vida das pessoas que estão nas comunidades e paróquias, mas a vida de cada pessoa presente na sociedade. Nossa missão é servir, assim como nos pede Jesus”, disse Leonardo.

Traços da história

A história da Conferência conta com personagens que contribuíram para concretização deste sonho. Um deles foi o jovem padre Helder Câmara que, em 1936, aos 27 anos, foi transferido para o Rio de Janeiro com a incumbência de instalar o Secretariado Nacional da Ação Católica Brasileira, sendo a precursora da Conferência dos Bispos do Brasil.

A proposta de criação da CNBB começou a ganhar vida em 1950. Em dezembro daquele ano, monsenhor Helder Câmara teve o primeiro encontro privado com o monsenhor Giovanni Battista Montini, da Secretaria de Estado do Vaticano e futuro papa Paulo VI. Na ocasião, padre Helder apresentou a ele o projeto da CNBB. Num curto período de tempo, entre a morte dos papas Pio XII e João 23, chegava ao Trono de Pedro o papa Paulo VI.

Após três anos da eleição do papa Paulo VI, em 21 de junho de 1963, foi fundada a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil. Passos decisivos para a presente figura da CNBB foram o Concílio Vaticano II e o Encontro Latino-americano de Medellín.


A primeira Comissão eleita para gestar a CNBB teve como presidente o cardeal Carlos Carmelo de Vasconcelos Motta. Dom Hélder Câmara exerceu a função de secretário geral até 1964 e deixou um legado de fé e de importantes conquistas na Conferência. “Os homens se movem e Deus os conduz: eis o resumo das minhas impressões ao recordar o surgimento da CNBB e sua caminhada”, lembrava dom Helder Câmara.


Terça,14/10/2014 - CNBB / Paulo Alves
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