Mensagens de Nossa Senhora em Medjugorje no dia 02/09/2017

Queridos filhos !

Quem melhor do que EU poderia falar para vocês do Amor e da existência do MEU FILHO ?

Vivi com ELE, EU sofri com ele, vivendo a vida terrena, EU provei da dor porque era MÃE.

MEU FILHO amou com pensamentos e obras o PAI CELESTIAL, o DEUS VERDADEIRO, e como ME dizia veio para redimi-los. EU escondi a minha dor com o amor. Vocês, filhos MEUS, tem numerosas perguntas, não compreendem a dor, não compreendem que através do Amor de Deus devem aceitar a dor e suportá-la. Todas as pessoas provam-na em maior ou menor medida, mas com a paz na alma e em estado de graça a esperança existe.

Este é o MEU FILHO, DEUS, nascido de DEUS. As SUAS PALAVRAS são sementes de Vida Eterna e semeadas nas boas almas produzem muitos frutos.

MEU FILHO suportou a dor porque tomou para si os pecados de vocês.

Por isso vocês, filhos MEUS, Apóstolos do MEU Amor, vocês que sofrem, saibam que as suas dores se tornarão luz e glória.

Filhos MEUS, enquanto vocês suportam a dor o CÉU entra em vocês, e em todos em torno de vocês é dado um pouco de Céu e muita esperança !

Obrigada !

OBS: Esta mensagem é um carinho de Nossa Senhora para você... As matérias do blog seguem abaixo, aproveite!

CNBB celebra 62 anos de colegialidade episcopal

Há 62 anos nascia a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), com a missão de congregar os bispos da Igreja Católica no país. A entidade iniciou com um pequeno grupo de bispos, padres, religiosos e colaboradores, sob a inspiração do então padre Hélder Câmara, em 14 de outubro de 1952. Com o passar dos anos, a Conferência cresceu e multiplicou sua ação evangelizadora no Brasil. Hoje, reúne mais de 460 membros, entre cardeais, arcebispos e bispos. 

A CNBB está presente em todos os estados brasileiros, por meio dos 18 regionais, organizados nas principais capitais do país. Sua missão acontece em comunhão com as arquidioceses, dioceses, eparquias, prelazias, exarcados e ordinariados. Ao todo, são 276 circunscrições eclesiásticas, tendo como pastor o bispo local, que conta com a colaboração das pastorais, organismos e movimentos.

A principal missão da Conferência consiste em promover a vivência e a comunhão entre os bispos e a vida fraterna e comunitária em cada diocese. Ao celebrar mais de seis décadas a serviço da evangelização, a entidade busca renovar constantemente sua dinâmica de atuação, motivada pela Palavra.

Para o arcebispo de Aparecida (SP) e presidente da CNBB, cardeal Raymundo Damasceno Assis, a Conferência tem buscado caminhar em unidade com o papa Francisco, a partir das orientações e ensinamentos da Igreja. Com base nesse propósito, procura assumir, a cada dia, a alegria do evangelho, como ensina o papa.

“Francisco nos convida a ser discípulos e missionários de Jesus Cristo com esse espírito de alegria, de confiança em Deus, pois Ele está conosco. A vitória é de Deus e, portanto, a vitória é nossa, em nossos trabalhos e missão. Apesar das dificuldades e obstáculos pelos quais temos que passar no dia a dia”, disse dom Damasceno

A serviço do povo

Ao longo de sua trajetória, a CNBB exerce suas atividades pastorais em favor dos fieis, na dinâmica da missão evangelizadora. “As conferências episcopais são sinônimos da colegialidade na Igreja que é mistério de Deus e vive na comunhão. Não uma comunhão na uniformidade, mas na diversidade de seus membros e nos dons que o Espírito Santo concede ao povo. Então, à medida que essa comunhão se fortalece, também é a missão da Igreja que avança. A Igreja é mistério, comunhão e missão”, explica o cardeal.

No dia 30 de setembro, a presidência da CNBB teve encontro com o papa Francisco, no Vaticano. Na ocasião, foram apresentados ao papa os últimos documentos produzidos pela Conferência, assim como um panorama da vida e da missão da entidade.

Durante missa comemorativa, realizada hoje, 14, na sede da Conferência, e da qual participaram os funcionários da entidade, o bispo auxiliar de Brasília (DF) e secretário geral da CNBB, dom Leonardo Steiner, recordou que o papa Francisco agradeceu o empenho da Igreja no Brasil a serviço do Reino de Deus.

“Ao celebramos os 62 anos da CNBB, celebramos também a vida dos nossos bispos, das nossas dioceses e dos filhos e filhas de Deus. O compromisso da Conferência com a vida e a salvação do povo. Não apenas a vida das pessoas que estão nas comunidades e paróquias, mas a vida de cada pessoa presente na sociedade. Nossa missão é servir, assim como nos pede Jesus”, disse Leonardo.

Traços da história

A história da Conferência conta com personagens que contribuíram para concretização deste sonho. Um deles foi o jovem padre Helder Câmara que, em 1936, aos 27 anos, foi transferido para o Rio de Janeiro com a incumbência de instalar o Secretariado Nacional da Ação Católica Brasileira, sendo a precursora da Conferência dos Bispos do Brasil.

A proposta de criação da CNBB começou a ganhar vida em 1950. Em dezembro daquele ano, monsenhor Helder Câmara teve o primeiro encontro privado com o monsenhor Giovanni Battista Montini, da Secretaria de Estado do Vaticano e futuro papa Paulo VI. Na ocasião, padre Helder apresentou a ele o projeto da CNBB. Num curto período de tempo, entre a morte dos papas Pio XII e João 23, chegava ao Trono de Pedro o papa Paulo VI.

Após três anos da eleição do papa Paulo VI, em 21 de junho de 1963, foi fundada a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil. Passos decisivos para a presente figura da CNBB foram o Concílio Vaticano II e o Encontro Latino-americano de Medellín.


A primeira Comissão eleita para gestar a CNBB teve como presidente o cardeal Carlos Carmelo de Vasconcelos Motta. Dom Hélder Câmara exerceu a função de secretário geral até 1964 e deixou um legado de fé e de importantes conquistas na Conferência. “Os homens se movem e Deus os conduz: eis o resumo das minhas impressões ao recordar o surgimento da CNBB e sua caminhada”, lembrava dom Helder Câmara.


Terça,14/10/2014 - CNBB / Paulo Alves
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