Mensagens de Nossa Senhora em Medjugorje no dia 02/09/2018

Queridos filhos,

As Minhas palavras são simples, mas repletas de amor materno e de preocupação. Filhos MEUS, sobre vocês se alargam sempre mais as sombras das trevas e do engano, Eu os chamo em direção a luz e a verdade, Eu os chamo na direção de Meu Filho. Somente Ele pode converter o desespero e a dor em paz e serenidade, somente ELE pode dar esperança nas dores mais profundas. O MEU FILHO é a VIDA do mundo, e quanto mais O conhecerem, mais se aproximarão DELE e mais O amarão porque o MEU FILHO é AMOR e o AMOR muda tudo.

ELE torna maravilhoso também aquilo que sem amor pareça para vocês insignificante. Por isso novamente os digo que vocês devem amar muito se desejarem crescer espiritualmente. EU sei, apóstolos do MEU AMOR, que não sempre fácil, porém, filhos MEUS, também as estradas dolorosas são caminhos que levam ao crescimento espiritual, à fé e ao MEU FILHO.

Filhos MEUS, rezem, pensem em MEU FILHO durante todos os momentos do dia, elevem as suas almas até ELE e EU recolherei as suas orações como flores do jardim mais belo e as darei de presente ao MEU FILHO.

Sejam realmente apóstolos do MEU AMOR, deem a todos o AMOR de MEU FILHO, sejam jardins com as flores mais belas.

Com a oração ajudem os seu sacerdotes para que possam ser pais espirituais cheios de amor para todos os homens.

Obrigada.

OBS: Esta mensagem é um carinho de Nossa Senhora para você... As matérias do blog seguem abaixo, aproveite!

A Igreja Católica não mudou sua postura a respeito do “matrimônio” gay

Ontem e hoje os meios de comunicação seculares inundaram a imprensa com titulares falando de um documento do Sínodo sobre a Família, contendo o apoio dos bispos e do Papa às uniões de pessoas do mesmo sexo, algo que hoje foi desmentido pelo Vaticano.

As notas dos meios se referiam a um documento chamado “Relatio post disceptationem” (Relação após discussão) que foi apresentada na segunda-feira pelo Relator Geral do Sínodo da Família, Cardeal Peter Erdo. Este texto simplesmente recolhe os temas e comentários que realizados na semana passada durante os diálogos no Sínodo que se realiza até 19 de outubro no Vaticano.

O documento oficial do Sínodo não será publicado até depois do Sínodo de 2015. Habitualmente e logo depois de um evento como este, o Santo Padre escreve uma exortação apostólica pós-sinodal com suas conclusões a partir das reflexões dos bispos.

Em declaração, em Roma, o Bispo de Abomey (Benin), Dom Egène Cyrille Houndekon, assinalou que o documento apresentado ontem não gerou mudança alguma na doutrina e se refere à abertura da Igreja a todas as pessoas não aos homossexuais em particular.

“A Igreja abre suas portas a todas as pessoas – com suas debilidades e defeitos – e busca de ajudá-las, aos que têm virtudes mais fortes para aprofundá-las, e aos que têm debilidades para tentar superá-las”, disse o Prelado.

O Bispo se referia à parte da “Relatio” em que se destaca que as pessoas homossexuais têm dons e qualidades para oferecer à comunidade cristã”, e que “frequentemente desejam encontrar uma Igreja que seja casa acolhedora para eles”. Nesse sentido, levanta a pergunta: “estamos em grau de receber estas pessoas, garantindo-lhes um espaço de fraternidade em nossas comunidades?”. “Nossas comunidades estão em grau de sê-lo (acolhedoras), aceitando e avaliando sua orientação sexual, sem comprometer a doutrina católica sobre a família e o matrimônio?”

Outros prelados expressaram sua preocupação pela falta de claridade do documento. Em declarações ao grupo ACI, o Cardeal Raymond Burke disse que a “Relatio” usa uma linguagem “confusa” e “errônea”, e expressou sua esperança de que o documento final do Sínodo tenha uma linguagem bastante mais clara.

“Há uma confusão a respeito das pessoas que vivem em uniões de fato ou dos que sentem atração por pessoas do mesmo sexo com quem convivem; e uma inadequada explicação das relações da Igreja com essas pessoas”, disse.

O Cardeal assinalou logo que espera “que este documento seja feito completamente à parte e que haja um esforço para apresentar o verdadeiro ensinamento da Igreja e a prática pastoral, as duas coisas que sempre vão juntas em um novo documento”.

Por sua parte, o Presidente da Conferência Episcopal da Polônia, Dom Stanislaw Gadecki, disse que espera que o Sínodo final dialogue sobre o apoio às famílias e não só os casos de exceções. “Devemos falar sobre as exceções práticas, mas falar também sobre como apresentar a verdade”, asseverou o bispo em declarações à Rádio Vaticano.


A “Relatio”, assinala o próprio documento, “Não se trata de decisões tomadas, nem de perspectivas fáceis. Entretanto, o caminho colegial dos bispos e a implicação de todo o povo de Deus sob a ação do Espírito Santo, poderão nos guiar para encontrar vias de verdade e de misericórdia para todos. É a esperança que desde o começo de nossos trabalhos o Papa Francisco nos dirigiu convidando-nos à valentia da fé e à acolhida humilde e honesta da verdade na caridade”.


Terça, 14/10/2014 - ACI / Paulo Alves
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