Mensagens de Nossa Senhora em Medjugorje no dia 02/09/2017

Queridos filhos !

Quem melhor do que EU poderia falar para vocês do Amor e da existência do MEU FILHO ?

Vivi com ELE, EU sofri com ele, vivendo a vida terrena, EU provei da dor porque era MÃE.

MEU FILHO amou com pensamentos e obras o PAI CELESTIAL, o DEUS VERDADEIRO, e como ME dizia veio para redimi-los. EU escondi a minha dor com o amor. Vocês, filhos MEUS, tem numerosas perguntas, não compreendem a dor, não compreendem que através do Amor de Deus devem aceitar a dor e suportá-la. Todas as pessoas provam-na em maior ou menor medida, mas com a paz na alma e em estado de graça a esperança existe.

Este é o MEU FILHO, DEUS, nascido de DEUS. As SUAS PALAVRAS são sementes de Vida Eterna e semeadas nas boas almas produzem muitos frutos.

MEU FILHO suportou a dor porque tomou para si os pecados de vocês.

Por isso vocês, filhos MEUS, Apóstolos do MEU Amor, vocês que sofrem, saibam que as suas dores se tornarão luz e glória.

Filhos MEUS, enquanto vocês suportam a dor o CÉU entra em vocês, e em todos em torno de vocês é dado um pouco de Céu e muita esperança !

Obrigada !

OBS: Esta mensagem é um carinho de Nossa Senhora para você... As matérias do blog seguem abaixo, aproveite!

Ninguém nos contratou...

Evangelho do dia 21/09/2014 - Mateus: Mt 20,1-16a 

Naquele tempo, Jesus contou esta parábola a seus discípulos: “O Reino dos Céus é como a história do patrão que saiu de madrugada para contratar trabalhadores para a sua vinha. Combinou com os trabalhadores uma moeda de prata por dia, e os mandou para a vinha. Às nove horas da manhã, o patrão saiu de novo, viu outros que estavam na praça, desocupados, e lhes disse: ‘Ide também vós para a minha vinha! Eu vos pagarei o que for justo’. E eles foram. O patrão saiu de novo ao meio-dia e às três da tarde, e fez a mesma coisa. Saindo outra vez pelas cinco horas da tarde, encontrou outros que estavam na praça, e lhes disse: ‘Por que estais aí o dia inteiro desocupados?’ Eles responderam: ‘Porque ninguém nos contratou’. O patrão lhes disse: ‘Ide vós também para a minha vinha’. Quando chegou a tarde, o patrão disse ao administrador: ‘Chama os trabalhadores e paga-lhes uma diária a todos, começando pelos últimos até os primeiros!’ Vieram os que tinham sido contratados às cinco da tarde e cada um recebeu uma moeda de prata. Em seguida vieram os que foram contratados primeiro, e pensavam que iam receber mais. Porém, cada um deles também recebeu uma moeda de prata. 

Ao receberem o pagamento, começaram a resmungar contra o patrão: ‘Estes últimos trabalharam uma hora só, e tu os igualaste a nós, que suportamos o cansaço e o calor o dia inteiro’. Então o patrão disse a um deles: ‘Amigo, eu não fui injusto contigo. Não combinamos uma moeda de prata? Toma o que é teu e volta para casa! Eu quero dar a este que foi contratado por último o mesmo que dei a ti. Por acaso não tenho o direito de fazer o que quero com aquilo que me pertence? Ou estás com inveja, porque estou sendo bom?’ Assim, os últimos serão os primeiros e os primeiros serão os últimos”.
 
- Palavra da salvação.

- Glória a vós, Senhor!  


Comentário Evangelho

Sim, o foco desta parábola está no fato de que a justiça de Deus vai muito além da justiça humana, de seu aspecto retributivo, de nossas isonomias salariais. Trata-se, antes, de uma Justiça maiúscula que brota do amor, explode em misericórdia e detona com nossos conceitos racionais. Deus dá a quem quer aquilo que ele quer... Um Deus que tem, sim, o direito de distribuir seus bens como ele bem quiser.
 
Devo, porém, ressaltar um aspecto menor, ainda que importante. Refiro-me à queixa dos homens parados na praça, enquanto a colheita urge: “Ninguém nos contratou”...
 
Como interpretá-la? Preguiça simplesmente? Desinteresse? Incapacidade humana? Creio que não. Prefiro pensar em desinformação. Explico-me...
 
 Neste planeta habitado por bilhões de homens e mulheres, a maior parte da população ainda não foi informada a respeito da existência de uma vinha madura, de uma seara a ser colhida para que os frutos não se percam. Ouço, no fundo, as palavras do próprio Jesus: “Levantai os olhos e vede os campos, como estão dourados, prontos para a colheita! Aquele que colhe já recebe o salário; ele ajunta frutos para a vida eterna. Assim o que semeia se alegra junto o que colhe”. (Jo 4,35b-36)
 
Para isto existe a evangelização: convidar os desocupados da praça a fazerem parte do mutirão que edifica um Reino para Deus. O evangelizador gasta seu tempo arrebanhando operários para a vinha do Senhor. Sua alegria está em conseguir novos operários que irão colher a semente por ele distribuída com fartura.
 
Claro, isto gera a profunda alegria espiritual que não se encontra em nenhuma outra atividade humana. Alegra-se o que convida, alegram-se os convidados: “Felizes os convidados para a vinha do Senhor” – adaptando a frase de Apocalipse 19,9.
 
Não pretendo culpar ninguém, apenas aponto para uma evidência: são muitos os cristãos que não despertaram para a missão de arrebanhar os operários desejados pelo Senhor da vinha. É como se não fosse com eles... Como se não devessem propagar as sementes da Palavra que neles foram depositadas.
 
E enquanto não anunciarmos que todos são convidados e convocados, continuarão repetindo a mesma queixa: “Ninguém nos contratou...”
Orai sem cessar: “Enviai, Senhor, operários para a vossa messe!”
 

Antônio Carlos Santini, da Comunidade Católica Nova Aliança.

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