Mensagens de Nossa Senhora em Medjugorje no dia 02/09/2018

Queridos filhos,

As Minhas palavras são simples, mas repletas de amor materno e de preocupação. Filhos MEUS, sobre vocês se alargam sempre mais as sombras das trevas e do engano, Eu os chamo em direção a luz e a verdade, Eu os chamo na direção de Meu Filho. Somente Ele pode converter o desespero e a dor em paz e serenidade, somente ELE pode dar esperança nas dores mais profundas. O MEU FILHO é a VIDA do mundo, e quanto mais O conhecerem, mais se aproximarão DELE e mais O amarão porque o MEU FILHO é AMOR e o AMOR muda tudo.

ELE torna maravilhoso também aquilo que sem amor pareça para vocês insignificante. Por isso novamente os digo que vocês devem amar muito se desejarem crescer espiritualmente. EU sei, apóstolos do MEU AMOR, que não sempre fácil, porém, filhos MEUS, também as estradas dolorosas são caminhos que levam ao crescimento espiritual, à fé e ao MEU FILHO.

Filhos MEUS, rezem, pensem em MEU FILHO durante todos os momentos do dia, elevem as suas almas até ELE e EU recolherei as suas orações como flores do jardim mais belo e as darei de presente ao MEU FILHO.

Sejam realmente apóstolos do MEU AMOR, deem a todos o AMOR de MEU FILHO, sejam jardins com as flores mais belas.

Com a oração ajudem os seu sacerdotes para que possam ser pais espirituais cheios de amor para todos os homens.

Obrigada.

OBS: Esta mensagem é um carinho de Nossa Senhora para você... As matérias do blog seguem abaixo, aproveite!

Ninguém nos contratou...

Evangelho do dia 21/09/2014 - Mateus: Mt 20,1-16a 

Naquele tempo, Jesus contou esta parábola a seus discípulos: “O Reino dos Céus é como a história do patrão que saiu de madrugada para contratar trabalhadores para a sua vinha. Combinou com os trabalhadores uma moeda de prata por dia, e os mandou para a vinha. Às nove horas da manhã, o patrão saiu de novo, viu outros que estavam na praça, desocupados, e lhes disse: ‘Ide também vós para a minha vinha! Eu vos pagarei o que for justo’. E eles foram. O patrão saiu de novo ao meio-dia e às três da tarde, e fez a mesma coisa. Saindo outra vez pelas cinco horas da tarde, encontrou outros que estavam na praça, e lhes disse: ‘Por que estais aí o dia inteiro desocupados?’ Eles responderam: ‘Porque ninguém nos contratou’. O patrão lhes disse: ‘Ide vós também para a minha vinha’. Quando chegou a tarde, o patrão disse ao administrador: ‘Chama os trabalhadores e paga-lhes uma diária a todos, começando pelos últimos até os primeiros!’ Vieram os que tinham sido contratados às cinco da tarde e cada um recebeu uma moeda de prata. Em seguida vieram os que foram contratados primeiro, e pensavam que iam receber mais. Porém, cada um deles também recebeu uma moeda de prata. 

Ao receberem o pagamento, começaram a resmungar contra o patrão: ‘Estes últimos trabalharam uma hora só, e tu os igualaste a nós, que suportamos o cansaço e o calor o dia inteiro’. Então o patrão disse a um deles: ‘Amigo, eu não fui injusto contigo. Não combinamos uma moeda de prata? Toma o que é teu e volta para casa! Eu quero dar a este que foi contratado por último o mesmo que dei a ti. Por acaso não tenho o direito de fazer o que quero com aquilo que me pertence? Ou estás com inveja, porque estou sendo bom?’ Assim, os últimos serão os primeiros e os primeiros serão os últimos”.
 
- Palavra da salvação.

- Glória a vós, Senhor!  


Comentário Evangelho

Sim, o foco desta parábola está no fato de que a justiça de Deus vai muito além da justiça humana, de seu aspecto retributivo, de nossas isonomias salariais. Trata-se, antes, de uma Justiça maiúscula que brota do amor, explode em misericórdia e detona com nossos conceitos racionais. Deus dá a quem quer aquilo que ele quer... Um Deus que tem, sim, o direito de distribuir seus bens como ele bem quiser.
 
Devo, porém, ressaltar um aspecto menor, ainda que importante. Refiro-me à queixa dos homens parados na praça, enquanto a colheita urge: “Ninguém nos contratou”...
 
Como interpretá-la? Preguiça simplesmente? Desinteresse? Incapacidade humana? Creio que não. Prefiro pensar em desinformação. Explico-me...
 
 Neste planeta habitado por bilhões de homens e mulheres, a maior parte da população ainda não foi informada a respeito da existência de uma vinha madura, de uma seara a ser colhida para que os frutos não se percam. Ouço, no fundo, as palavras do próprio Jesus: “Levantai os olhos e vede os campos, como estão dourados, prontos para a colheita! Aquele que colhe já recebe o salário; ele ajunta frutos para a vida eterna. Assim o que semeia se alegra junto o que colhe”. (Jo 4,35b-36)
 
Para isto existe a evangelização: convidar os desocupados da praça a fazerem parte do mutirão que edifica um Reino para Deus. O evangelizador gasta seu tempo arrebanhando operários para a vinha do Senhor. Sua alegria está em conseguir novos operários que irão colher a semente por ele distribuída com fartura.
 
Claro, isto gera a profunda alegria espiritual que não se encontra em nenhuma outra atividade humana. Alegra-se o que convida, alegram-se os convidados: “Felizes os convidados para a vinha do Senhor” – adaptando a frase de Apocalipse 19,9.
 
Não pretendo culpar ninguém, apenas aponto para uma evidência: são muitos os cristãos que não despertaram para a missão de arrebanhar os operários desejados pelo Senhor da vinha. É como se não fosse com eles... Como se não devessem propagar as sementes da Palavra que neles foram depositadas.
 
E enquanto não anunciarmos que todos são convidados e convocados, continuarão repetindo a mesma queixa: “Ninguém nos contratou...”
Orai sem cessar: “Enviai, Senhor, operários para a vossa messe!”
 

Antônio Carlos Santini, da Comunidade Católica Nova Aliança.

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...