Mensagens de Nossa Senhora em Medjugorje no dia 02/09/2017

Queridos filhos !

Quem melhor do que EU poderia falar para vocês do Amor e da existência do MEU FILHO ?

Vivi com ELE, EU sofri com ele, vivendo a vida terrena, EU provei da dor porque era MÃE.

MEU FILHO amou com pensamentos e obras o PAI CELESTIAL, o DEUS VERDADEIRO, e como ME dizia veio para redimi-los. EU escondi a minha dor com o amor. Vocês, filhos MEUS, tem numerosas perguntas, não compreendem a dor, não compreendem que através do Amor de Deus devem aceitar a dor e suportá-la. Todas as pessoas provam-na em maior ou menor medida, mas com a paz na alma e em estado de graça a esperança existe.

Este é o MEU FILHO, DEUS, nascido de DEUS. As SUAS PALAVRAS são sementes de Vida Eterna e semeadas nas boas almas produzem muitos frutos.

MEU FILHO suportou a dor porque tomou para si os pecados de vocês.

Por isso vocês, filhos MEUS, Apóstolos do MEU Amor, vocês que sofrem, saibam que as suas dores se tornarão luz e glória.

Filhos MEUS, enquanto vocês suportam a dor o CÉU entra em vocês, e em todos em torno de vocês é dado um pouco de Céu e muita esperança !

Obrigada !

OBS: Esta mensagem é um carinho de Nossa Senhora para você... As matérias do blog seguem abaixo, aproveite!

Realização pessoal

Durante o mês de agosto, refletimos sobre o tema ‘vocação’. Vocação é, certamente, distinto de profissão. Profissão tem a ver com habilidade técnica, eficiência produtiva, função social, reconhecimento e recompensa. O que denominamos vocação toca uma dimensão mais profunda do ser humano e nem sempre goza de reconhecimento público. Podemos perceber tal distinção em diferentes áreas do convívio humano e social. Alguém que age por critérios meramente técnicos, se distingue de alguém que, sem transcurar esses, age também por paixão, amor, prazer. Nesse âmbito o que importa é a própria arte! Há, pois, distinção entre um técnico e alguém que age, digamos, por vocação! Isto se reflete no comportamento diário. 

O humano, em uma determinada fase da vida, é conduzido a se confrontar com uma escolha de vida, nem sempre fácil! O desafio de abraçar uma vida a dois, ou não; de se engajar numa forma de vida consagrada; de assumir um ministério ordenado. Ou mesmo o desejo de não se colocar a questão da escolha de vida e permanecer numa espécie de ‘indiferença’... A escolha de vida é também orientada por motivações diversas: contexto familiar, ambiente social, influência de alguém em especial, práticas tradicionais, ideologias, etc. As motivações podem ser acidentais, banais ou podem estar ‘esquecidas’ no inconsciente. Podem ainda ser expressão de uma experiência profunda e decisiva ao longo da caminhada pessoal de vida. Enfim, a opção de vida pode estar condicionada por critérios sociológicos, psicológicos, pedagógicos, teológicos, pessoais...

Nossos adolescentes e jovens precisam ser orientados e sustentados em suas escolhas de vida. É um direito deles e um dever da sociedade. É uma missão que toca a todos. Tarefa característica nesse trabalho possui a família, a escola e a Igreja. Qual é o pai ou a mãe que não deseja ver seu filho ou filha feliz, fazendo aquilo de que gosta, que o/a realiza? Também a escola pode – e muito! – colaborar. Afinal, ela não tem simplesmente a função de informar, mas de formar para a vida! E formação é algo diferente de informação! Aqui, talvez, poder-se-ia indagar pela função específica das Instituições de Ensino! Também a Igreja, enquanto comunidade de fé, espaço de encontro de pessoas, pode e deve colaborar nessa tarefa.

Para nós, cristãos, o destino da existência humana é vocação de Deus. Deus inspira, orienta e sustenta. Quem é Deus, como se dá sua escuta, isso nós não podemos saber de antemão. O que é vocação, como se dá a escolha, também não podemos saber de antemão como algo calculável, previsível. No dia-a-dia podemos ir colher indicações de Deus, através dos fatos, da oração, da leitura da Palavra Sagrada e do diálogo entre irmãos e irmãs. Trata-se de um caminho que vamos realizando às apalpadelas. Não existem certezas absolutas. É preciso que pensemos e reflitamos sobre nossa vida, destino, realização, escolhas. O que verdadeiramente interessa à pessoa é poder corresponder da melhor forma possível ao Mistério de Deus e de Seu amor, que se expressa em situações concretas da vida. É mais ou menos como o artista no seu esforço de corresponder à inspiração! Não importa o material que tenha à disposição ou as ferramentas, mas que a inspiração, de algum modo, ganhe expressão, contornos, forma.

A escolha da vocação é trabalho árduo e desafiador. E não são poucos os que desistem. É decisivo ser perseverante até o fim. Nesse trabalho é necessário colaboração, determinação, disciplina pessoal.


Dom Jaime Spengler - Arcebispo de Porto Alegre

Sexta, 08/08/2014 - Rádio Vaticano / Paulo Alves
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