Mensagens de Nossa Senhora em Medjugorje no dia 02/09/2017

Queridos filhos !

Quem melhor do que EU poderia falar para vocês do Amor e da existência do MEU FILHO ?

Vivi com ELE, EU sofri com ele, vivendo a vida terrena, EU provei da dor porque era MÃE.

MEU FILHO amou com pensamentos e obras o PAI CELESTIAL, o DEUS VERDADEIRO, e como ME dizia veio para redimi-los. EU escondi a minha dor com o amor. Vocês, filhos MEUS, tem numerosas perguntas, não compreendem a dor, não compreendem que através do Amor de Deus devem aceitar a dor e suportá-la. Todas as pessoas provam-na em maior ou menor medida, mas com a paz na alma e em estado de graça a esperança existe.

Este é o MEU FILHO, DEUS, nascido de DEUS. As SUAS PALAVRAS são sementes de Vida Eterna e semeadas nas boas almas produzem muitos frutos.

MEU FILHO suportou a dor porque tomou para si os pecados de vocês.

Por isso vocês, filhos MEUS, Apóstolos do MEU Amor, vocês que sofrem, saibam que as suas dores se tornarão luz e glória.

Filhos MEUS, enquanto vocês suportam a dor o CÉU entra em vocês, e em todos em torno de vocês é dado um pouco de Céu e muita esperança !

Obrigada !

OBS: Esta mensagem é um carinho de Nossa Senhora para você... As matérias do blog seguem abaixo, aproveite!

Um simples acontecimento familiar ajudou um menino a descobrir a sua vocação sacerdotal

O Pe. Juan Ricardo Romero –atualmente aposentado-, conta que tomou a decisão de ser sacerdote aos três ou quatro anos de idade depois de um acontecimento familiar que hoje lembra como uma brincadeira, mas que o ajudou a tomar uma direção da qual “estou muito agradecido”.  

Este fato aconteceu quando morava com a sua família em Albuquerque, Nuevo México (Estados Unidos). Seus pais tinham convidado um sacerdote jesuíta para abençoar a casa. “O sacerdote abençoou a casa”, relata, “disse umas orações e, quando terminou, minha mãe, que era boa cozinheira, serviu uma comida deliciosa”. Ao vê-lo, o pequeno Juan disse para si mesmo: “Veio na minha casa, fez algumas orações e recebeu comida. Que bom! Eu também quero ser sacerdote”.

Anos depois, tal como conta o sacerdote, esta vocação não cambaleou apesar dos “altos, baixos e curvas que encontrei no meu caminho. Apesar dos maus momentos passados. Nunca quis ser outra coisa e estou muito agradecido”.

Natural de Taos, o pequeno Juan Ricardo mudou-se aos cinco anos de idade de Albuquerque para Los Angeles por motivos de trabalho do seu pai, onde morou a uma quadra da Igreja do Sagrado Coração porque “para o meu pai era importante estar perto de uma igreja para poder participar facilmente da missa diária”.

Seus pais, José Tobías e María Claudia, tiveram antes outros dois filhos homens: José Tobías e Gilberto. O segundo também sentiu o chamado vocacional, ordenando-se em 1961. Juan o fez em 30 de abril de 1964.

Tal como relata o sacerdote, este fato não é estranho em um ambiente familiar religioso, onde se tem o costume de rezar o Terço todos os dias depois do jantar.

A vocação do pai

Este ambiente profundamente religioso, recordou o Pe. Juan Ricardo, fez que dois anos depois de ter ficado viúvo, o seu pai José Tobías se ordenasse sacerdote claretiano aos 61 anos de idade, servindo à comunidade quase por 20 anos entre La Placita e a Missão de São Gabriel, onde está enterrado.

“Desta forma, seu caso familiar evidencia que Deus pode chamar a qualquer idade, que os calendários e horários não contam. Como na parábola dos chamados a trabalhar em sua vinha em diferentes horas do dia”.



Terça, 29/07/2014 - Vida Nova / ACI/EWTN Noticias / Paulo Alves
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