Mensagens de Nossa Senhora em Medjugorje no dia 02/09/2017

Queridos filhos !

Quem melhor do que EU poderia falar para vocês do Amor e da existência do MEU FILHO ?

Vivi com ELE, EU sofri com ele, vivendo a vida terrena, EU provei da dor porque era MÃE.

MEU FILHO amou com pensamentos e obras o PAI CELESTIAL, o DEUS VERDADEIRO, e como ME dizia veio para redimi-los. EU escondi a minha dor com o amor. Vocês, filhos MEUS, tem numerosas perguntas, não compreendem a dor, não compreendem que através do Amor de Deus devem aceitar a dor e suportá-la. Todas as pessoas provam-na em maior ou menor medida, mas com a paz na alma e em estado de graça a esperança existe.

Este é o MEU FILHO, DEUS, nascido de DEUS. As SUAS PALAVRAS são sementes de Vida Eterna e semeadas nas boas almas produzem muitos frutos.

MEU FILHO suportou a dor porque tomou para si os pecados de vocês.

Por isso vocês, filhos MEUS, Apóstolos do MEU Amor, vocês que sofrem, saibam que as suas dores se tornarão luz e glória.

Filhos MEUS, enquanto vocês suportam a dor o CÉU entra em vocês, e em todos em torno de vocês é dado um pouco de Céu e muita esperança !

Obrigada !

OBS: Esta mensagem é um carinho de Nossa Senhora para você... As matérias do blog seguem abaixo, aproveite!

Craque argentino em artigo no L´Osservatore romano propõe reedição pró-fundos do jogo entre os finalistas da Copa do Mundo 2014

O jornal do Vaticano, L’Osservatore Romano, convidou o ex-jogador da seleção argentina de futebol e durante 19 anos capitão do Inter de Milão na Itália, o católico Javier Zanetti, para analisar as semifinais da Copa do Mundo 2014.

Em seu artigo, o conhecido “Pupi” Zanetti propõe que as equipes que cheguem para a final voltem a enfrentar-se em uma partida amistosa cuja arrecadação sirva depois para ajudar os pobres das favelas do Brasil.

No texto publicado na edição de 8 de julho por ocasião das semifinais, Zanetti comenta que as lágrimas, como as dos jogadores que se lesionaram, como Neymar ou Di María, que perderam a chance de continuar a jogar, “converteram-se por direito em protagonistas do torneio”.

“Apesar de tantos interesses e de tanto dinheiro em seu entorno, o futebol é um jogo e um espetáculo, é feito de emoções: para quem o vê e para os protagonistas. Somos pessoas e mostrar com sinceridade as próprias emoções não é sinal de debilidade”.

“Por isso –assinala Javier Zanetti– até o momento a imagem mais bonita deste mundial não foi um chute, um drible ou uma defesa; mas a do zagueiro brasileiro David Luiz convidando o público a aplaudir ao jovem colombiano James Rodríguez em lágrimas após a derrota (contra o Brasil nas quartas de final). O esporte às vezes ensina também isso: saber perder e saber ganhar. Em qualquer um dos casos a pessoa se torna mais forte”.

Depois de comentar isso, o “Pupi” Zanetti diz que não quer “esquecer lágrimas bem mais importantes, as de fora dos estádios, e até propor uma ideia a quem jogar a final deste mundial”.

“Por que não pensar, num futuro próximo, em jogar um amistoso, cuja receita ajude as famílias e os que vivem nas favelas do Brasil?”.

“É o mesmo princípio –prossegue– pelo qual o vaticano vai promover no dia 1º de setembro, a pedido do Papa Francisco, um “jogo inter-religioso pela paz” em Roma. Poderia ser um jogo para enxugar algumas lágrimas”.



ROMA, 09 Jul. 14 - ACI/EWTN Noticias / Paulo Alves
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