Mensagens de Nossa Senhora em Medjugorje no dia 02/08/2018

“Queridos filhos,

Com amor materno os convido a abrirem os seus corações à paz, a abrirem os seus corações ao MEU FILHO, a cantar em seus corações o amor ao MEU FILHO, porque somente através deste amor chega a paz da alma.

Filhos MEUS, EU sei que vocês tem a bondade, sei que vocês tem o amor, o amor misericordioso. Mas, muitos dos MEUS filhos ainda tem os corações fechados, pensam que podem agir sem colocar os seus pensamentos ao PAI CELESTIAL que ilumina, diante do MEU FILHO que está sempre e novamente com vocês na EUCARISTIA e que deseja ouvi-los.

Filhos Meus, porque não falam para eles ? A vida de cada um de vocês é importante e preciosa porque é um dom do PAI CELESTIAL para a ETERNIDADE, por isso nunca se esqueçam de agradecê-LO e falar com ELE.

Eu sei, filhos MEUS, que para vocês é desconhecido aquilo que virá depois, porém quando chegar o “depois” de vocês, terão todas as respostas. O MEU amor materno deseja que vocês estejam prontos.

Filhos MEUS, com a vida de vocês coloquem sentimentos bons nos corações das pessoas que vocês encontrarem, sentimentos de paz, de bondade, de amor e de perdão. Através da oração escutem o que lhes diz o MEU FILHO e assim o façam.

Novamente os convido a rezarem pelos seus sacerdotes, por aqueles a quem o MEU FILHO chamou; lembrem-se que eles tem necessidade de orações e de amor.

Obrigada.”

OBS: Esta mensagem é um carinho de Nossa Senhora para você... As matérias do blog seguem abaixo, aproveite!

Craque argentino em artigo no L´Osservatore romano propõe reedição pró-fundos do jogo entre os finalistas da Copa do Mundo 2014

O jornal do Vaticano, L’Osservatore Romano, convidou o ex-jogador da seleção argentina de futebol e durante 19 anos capitão do Inter de Milão na Itália, o católico Javier Zanetti, para analisar as semifinais da Copa do Mundo 2014.

Em seu artigo, o conhecido “Pupi” Zanetti propõe que as equipes que cheguem para a final voltem a enfrentar-se em uma partida amistosa cuja arrecadação sirva depois para ajudar os pobres das favelas do Brasil.

No texto publicado na edição de 8 de julho por ocasião das semifinais, Zanetti comenta que as lágrimas, como as dos jogadores que se lesionaram, como Neymar ou Di María, que perderam a chance de continuar a jogar, “converteram-se por direito em protagonistas do torneio”.

“Apesar de tantos interesses e de tanto dinheiro em seu entorno, o futebol é um jogo e um espetáculo, é feito de emoções: para quem o vê e para os protagonistas. Somos pessoas e mostrar com sinceridade as próprias emoções não é sinal de debilidade”.

“Por isso –assinala Javier Zanetti– até o momento a imagem mais bonita deste mundial não foi um chute, um drible ou uma defesa; mas a do zagueiro brasileiro David Luiz convidando o público a aplaudir ao jovem colombiano James Rodríguez em lágrimas após a derrota (contra o Brasil nas quartas de final). O esporte às vezes ensina também isso: saber perder e saber ganhar. Em qualquer um dos casos a pessoa se torna mais forte”.

Depois de comentar isso, o “Pupi” Zanetti diz que não quer “esquecer lágrimas bem mais importantes, as de fora dos estádios, e até propor uma ideia a quem jogar a final deste mundial”.

“Por que não pensar, num futuro próximo, em jogar um amistoso, cuja receita ajude as famílias e os que vivem nas favelas do Brasil?”.

“É o mesmo princípio –prossegue– pelo qual o vaticano vai promover no dia 1º de setembro, a pedido do Papa Francisco, um “jogo inter-religioso pela paz” em Roma. Poderia ser um jogo para enxugar algumas lágrimas”.



ROMA, 09 Jul. 14 - ACI/EWTN Noticias / Paulo Alves
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