Mensagens de Nossa Senhora em Medjugorje no dia 02/11/2017

“Queridos filhos, olhando vocês em torno de Mim, em torno da sua Mãe, Eu estou vendo muitas almas puras, vejo muitos dos Meus filhos que estão procurando amor e consolação, mas ninguém está oferecendo isso a eles.

Também vejo aqueles que fazem o mal, porque não têm bons exemplos, não conheceram Meu Filho, aquele bem que é silencioso, que se difunde através das almas puras, que é a força que reforça o mundo.

Existem muitos pecados, mas também muito amor. o Meu Filho Me envia, como Mãe, a mesma igual para todos, para que Eu vos ensine o Amor, para que vocês compreendam que são irmãos.

Ele deseja vos ajudar. Apóstolos do Meu Amor, é suficiente o desejo vivo da fé e do Amor, o Meu Filho o aceitará.

Mas vocês têm que ser dignos, ter boa vontade e um coração aberto. O Meu Filho entra nos corações abertos. Eu, como Mãe, desejo que vocês conheçam o melhor possível o Meu Filho, Deus, nascido de Deus, para que vocês conheçam a grandeza do Seu Amor, o qual vocês tanto precisam.

Ele aceitou os seus pecados, conseguiu a Redenção para vocês, mas em troca procura que vocês amem-se uns aos outros. O Meu Filho é Amor. Ele ama todo ser humano, sem diferença, todas as pessoas de todos os povos e nações.

Se vocês, Meus Filhos, vivessem o Amor do Meu Filho, o Seu Reinado já estaria na Terra. Por isso, Apóstolos do Meu Amor, rezem, rezem para que o Meu Filho e Seu Amor estejam mais próximos de vocês, para que vocês sejam exemplos de Amor e possam ajudar àqueles que ainda não conhecem o Meu Filho.

Nunca esqueçam que o Meu Filho, Uno e Trino, Ama. Amem e rezem pelos seus sacerdotes. Obrigada.”

OBS: Esta mensagem é um carinho de Nossa Senhora para você... As matérias do blog seguem abaixo, aproveite!

Conselho Indigenista Missionário (Cimi) lança relatório com dados de violência contra os povos indígenas

O Conselho Indigenista Missionário (Cimi) lançou nesta quinta-feira, 17 de julho, o relatório Violência Contra os Povos Indígenas no Brasil. O lançamento será às 9h30 no auditório da sede da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), em Brasília. O evento terá a presença do bispo da prelazia do Xingu (MT) e presidente do Conselho Indigenista Missionário (Cimi), dom Erwin Kräutler, da coordenadora do relatório, a antropóloga Lúcia Helena Rangel, e de lideranças indígenas do povo Tenharim.

Dividida em quatro partes, a publicação traz no primeiro capítulo as categorias que tratam da omissão e morosidade na regularização das terras indígenas, conflitos relativos a direitos territoriais, além de invasões e exploração ilegal de recursos naturais. A segunda parte apresenta as violências cometidas “contra a pessoa”, dentre elas constam assassinato, ameaça de morte, abuso de poder, homicídio culposo, lesão corporal dolosa, racismo e discriminação e violência sexual, dentre outras.

Já o terceiro capítulo traz dados sobre as violências causadas por omissão do poder público, como desassistência geral e desassistência nas áreas de saúde e educação, morte por desassistência, mortalidade infantil e suicídio. E, por último, há informações sobre os povos indígenas que vivem em situação de isolamento ou de pouco contato no Brasil e as principais ameaças a que estão sujeitos.

O panorama político explicita que as recentes investidas e ataques contra os direitos dessas populações têm um reflexo direto nas aldeias em todo o país. Dados do Cimi mostram que ações como a paralisação das demarcações de terras, a tentativa de retirar direitos garantidos por meio de projetos de emenda à Constituição, portarias e decretos, e as manifestações ruralistas, tiveram como consequência o acirramento dos conflitos que envolvem a disputa de terras.

Para o presidente do Cimi, atos anti-indígenas são recorrentes por parte do Estado. “A constatação de que a cada 100 indígenas que morrem no Brasil, 40 são crianças, torna inegável o fato de que está em curso uma política indigenista genocida”, afirma dom Erwin.

Relatórios
Há mais de 20 anos, o Cimi sistematiza informações levantadas por suas equipes espalhadas pelo Brasil, que atuam próximas ou até mesmo nas áreas indígenas. Dados pesquisados junto aos órgãos públicos e notícias veiculadas pela imprensa também servem de base para o relatório.

Com informações do Conselho Indigenista Missionário (Cimi).

Quinta, 17/07/2014 - CNBB / Paulo Alves
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