Mensagens de Nossa Senhora em Medjugorje no dia 02/09/2017

Queridos filhos !

Quem melhor do que EU poderia falar para vocês do Amor e da existência do MEU FILHO ?

Vivi com ELE, EU sofri com ele, vivendo a vida terrena, EU provei da dor porque era MÃE.

MEU FILHO amou com pensamentos e obras o PAI CELESTIAL, o DEUS VERDADEIRO, e como ME dizia veio para redimi-los. EU escondi a minha dor com o amor. Vocês, filhos MEUS, tem numerosas perguntas, não compreendem a dor, não compreendem que através do Amor de Deus devem aceitar a dor e suportá-la. Todas as pessoas provam-na em maior ou menor medida, mas com a paz na alma e em estado de graça a esperança existe.

Este é o MEU FILHO, DEUS, nascido de DEUS. As SUAS PALAVRAS são sementes de Vida Eterna e semeadas nas boas almas produzem muitos frutos.

MEU FILHO suportou a dor porque tomou para si os pecados de vocês.

Por isso vocês, filhos MEUS, Apóstolos do MEU Amor, vocês que sofrem, saibam que as suas dores se tornarão luz e glória.

Filhos MEUS, enquanto vocês suportam a dor o CÉU entra em vocês, e em todos em torno de vocês é dado um pouco de Céu e muita esperança !

Obrigada !

OBS: Esta mensagem é um carinho de Nossa Senhora para você... As matérias do blog seguem abaixo, aproveite!

Deus enviou seu Filho ao mundo, para que o mundo seja salvo por ele

Evangelho do dia 15/06/2014 - Jo 3,16-18

Deus amor tanto o mundo, que deu o seu Filho unigênito, para que não morra todo o que nele crer, mas tenha a vida eterna. De fato, Deus não enviou o seu Filho ao mundo para condenar o mundo, mas para que o mundo seja salvo por ele. Quem nele crê, não é condenado, mas quem não crê, já está condenado, porque não acreditou no nome do Filho unigênito. 

- Palavra da Salvação.
- Gloria a vós Senhor.

Comentário do Evangelho

Os três versículos do Evangelho de João proclamados na liturgia de hoje pertencem ao diálogo de Jesus com Nicodemos (cap. 3). É a catequese de Jesus que visa suscitar a fé nele. Os versículos de hoje estão unidos ao tema antecedente, ou seja, o amor de Deus manifestado na morte de Jesus. Sua morte insere o ser humano no mistério de Deus: ele dá a vida porque ama; a morte de Jesus é a consequência desse amor.

Quem é Deus? A I leitura no-lo mostrou caminhando com seu povo, perdoando seus pecados, assumindo-o como sua propriedade e herança. O evangelho de hoje vai além, porque nos faz ver não só o Deus que caminha com seu povo e lhe perdoa os pecados. Mostra-nos Deus superando e vencendo até aqueles limites próprios da condição humana, como a morte.


Deus ama a todos, indistintamente. Não só um povo particular. Ele ama o mundo. Neste caso, o mundo significa a humanidade toda, capaz de aceitar ou rejeitar o amor de Deus. Ora, o amor de Deus é oferta gratuita que atinge o ser humano em profundidade, antecipando-se à sua capacidade de amar. Ele nos ama não porque sejamos bons, mas porque ele é bom, quer salvar, quer comunicar vida em plenitude (v. 16).

A vida em plenitude se realizou na encarnação e morte de Jesus. O v. 16 mostra Deus desprendendo-se do Filho único, a ponto de entregá-lo em vista da salvação de quem nele crê. Jesus é a personificação do amor do Pai levado às últimas consequências: a entrega do Filho único. A salvação de Jesus não discrimina as pessoas: todos necessitam dela e todos têm acesso a ela, mediante a fé em Jesus, a fonte da vida: “Porque Deus enviou seu Filho ao mundo não para julgar o mundo, mas para que o mundo seja salvo por ele” (v. 17).


Aquilo que encontramos de forma incipiente na I leitura adquire aqui seu pleno significado e realização: Deus não deseja que as pessoas se percam nem sente satisfação em condenar alguém. O prazer de Deus é salvar a todos, é desarmar a todos com a lógica do amor. Portanto, o sofrimento, a injustiça, o pecado, a opressão, tudo o que gera dor e morte é contrário ao projeto de Deus. Esse projeto visa erradicar essas forças de morte para criar canais que comuniquem vida em plenitude. É isso que Jesus veio revelar com sua vida e palavra. É isso que deseja criar com a força de sua morte e ressurreição, presentes e atuantes na comunidade cristã.


A vida de Jesus provoca as pessoas à decisão. Estar com ele é estar a favor da vida. Não estar com ele é patrocinar a morte. Para João, Jesus não julga. Ele simplesmente provoca o julgamento de Deus. As pessoas é que se julgam, ao se confrontarem com a prática de Jesus e tomarem partido a favor ou contra. Quem se posiciona a favor não é julgado; quem se decide contra já está julgado, porque não acreditou no Nome do Filho único de Deus (cf. v. 18). O nome revela o que a pessoa é e faz. No Antigo Testamento (Ex 3,14), Javé se mostrou o Deus libertador que caminha com o povo rumo à libertação e à vida. No Novo Testamento ele se mostrou libertador em Jesus (cujo nome significa Javé salva). Acreditar nesse nome é ser a favor da vida em todas as suas manifestações; é, consequentemente, ser contra tudo o que não promove a vida.


Paulo Alves - Fonte: CNBB / Missal Cotidiano
Comentários: Vida Pastoral nº 260, Paulus, 2008
Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...