Mensagens de Nossa Senhora em Medjugorje no dia 02/09/2017

Queridos filhos !

Quem melhor do que EU poderia falar para vocês do Amor e da existência do MEU FILHO ?

Vivi com ELE, EU sofri com ele, vivendo a vida terrena, EU provei da dor porque era MÃE.

MEU FILHO amou com pensamentos e obras o PAI CELESTIAL, o DEUS VERDADEIRO, e como ME dizia veio para redimi-los. EU escondi a minha dor com o amor. Vocês, filhos MEUS, tem numerosas perguntas, não compreendem a dor, não compreendem que através do Amor de Deus devem aceitar a dor e suportá-la. Todas as pessoas provam-na em maior ou menor medida, mas com a paz na alma e em estado de graça a esperança existe.

Este é o MEU FILHO, DEUS, nascido de DEUS. As SUAS PALAVRAS são sementes de Vida Eterna e semeadas nas boas almas produzem muitos frutos.

MEU FILHO suportou a dor porque tomou para si os pecados de vocês.

Por isso vocês, filhos MEUS, Apóstolos do MEU Amor, vocês que sofrem, saibam que as suas dores se tornarão luz e glória.

Filhos MEUS, enquanto vocês suportam a dor o CÉU entra em vocês, e em todos em torno de vocês é dado um pouco de Céu e muita esperança !

Obrigada !

OBS: Esta mensagem é um carinho de Nossa Senhora para você... As matérias do blog seguem abaixo, aproveite!

O Papa Francisco segue os passos de Paulo VI na busca da unidade dos cristãos, destaca Patriarca Twal

Faltando poucos dias para a visita do Papa Francisco a Terra Santa prevista para os dias 24 a 26 de maio, o Patriarca latino de Jerusalém, Fouad Twal, sublinhou a importância de que o 
Papa Francisco siga as pegadas de Paulo VI na busca da unidade dos cristãos.

No prefácio do livro “Paulo VI peregrino em Terra Santa”, escrito por Roberto Orlandi e publicado pelo jornal da Santa Sé, o L’Osservatore Romano, o Patriarca Twal recalcou que a visita “surpreendente do Papa Paulo VI a Terra Santa em janeiro de 1964, ao final do segundo período conciliar, sublinha a importância histórica e profética desta viagem, que depois de tantos séculos, foi definitivamente histórica para um novo começo nas relações com a igreja ortodoxa”.

“Sabemos que é difícil dar o primeiro passo, começar algo novo. Então foi verdadeiramente um novo começo, o começo de uma reconciliação”, assinalou o prelado recordando o encontro amistoso entre o Papa Paulo VI e o patriarca Atenágoras de Constantinopla, 50 anos atrás.

O Patriarca Twal explicou que “a realidade cotidiana de nossa relação segue sendo difícil”, mas, “lançou-se uma semente importante que devemos seguir cultivando com a oração pelo outro, com todo respeito, com o reconhecimento mútuo”. “Os frutos estiveram aí, embora talvez não os que esperávamos: podemos seguir o rumo”, reitera.

Neste sentido expressou que não podemos eliminar de um só golpe tantos séculos de separação, “é compreensível que as sementes germinem lentamente”. “Para cada coisa se necessita um tempo, frequentemente somos impacientes e às vezes não sabemos recolher os frutos verdadeiros”.

Como um destes frutos, o Patriarca Twal destaca a unificação das festas dos católicos com as dos ortodoxos, ao menos no que se refere à Jordânia, Síria e Egito. “O mesmo impulso foi irradiado a Palestina e Israel. O calendário foi melhor adaptado, desde ano passado este ficou em vigor no território de nossa diocese em Israel, a exceção dos Santos lugares em Jerusalém e Belém, devido ao Status Quo e a chegada constante de peregrinos que esperam unir-se ao resto das celebrações da Igreja Católica em todo mundo”.

Por último, recordou o último Sínodo dos bispos para o Oriente Médio de 2010, onde surgiram várias propostas dirigidas a melhorar o patrimônio litúrgico e a santidade das diferentes tradições.

“Sobre tudo não esquecemos os frutos mais ocultos, às vezes invisíveis, mas não por isso menos reais: isto se refere a cada esforço entre diferentes membros de diferentes Igrejas em fazer crescer laços pessoais de amizade ou de orar juntos, especialmente nas situações difíceis, de perseguição e de violência, que ainda persistem”.

“O Papa Francisco destacou isto em mais de uma ocasião: nos nossos dias, possivelmente mais que no passado, há um ecumenismo de sangue, de martírio. Não podemos esquecê-lo”.


ROMA, 19 Mai. 14 - ACI/EWTN Noticias
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