Mensagens de Nossa Senhora em Medjugorje no dia 02/09/2017

Queridos filhos !

Quem melhor do que EU poderia falar para vocês do Amor e da existência do MEU FILHO ?

Vivi com ELE, EU sofri com ele, vivendo a vida terrena, EU provei da dor porque era MÃE.

MEU FILHO amou com pensamentos e obras o PAI CELESTIAL, o DEUS VERDADEIRO, e como ME dizia veio para redimi-los. EU escondi a minha dor com o amor. Vocês, filhos MEUS, tem numerosas perguntas, não compreendem a dor, não compreendem que através do Amor de Deus devem aceitar a dor e suportá-la. Todas as pessoas provam-na em maior ou menor medida, mas com a paz na alma e em estado de graça a esperança existe.

Este é o MEU FILHO, DEUS, nascido de DEUS. As SUAS PALAVRAS são sementes de Vida Eterna e semeadas nas boas almas produzem muitos frutos.

MEU FILHO suportou a dor porque tomou para si os pecados de vocês.

Por isso vocês, filhos MEUS, Apóstolos do MEU Amor, vocês que sofrem, saibam que as suas dores se tornarão luz e glória.

Filhos MEUS, enquanto vocês suportam a dor o CÉU entra em vocês, e em todos em torno de vocês é dado um pouco de Céu e muita esperança !

Obrigada !

OBS: Esta mensagem é um carinho de Nossa Senhora para você... As matérias do blog seguem abaixo, aproveite!

Eu sou o Caminho, a Verdade e a Vida

Evangelho do dia 18/05/2014 -  Jo 14,1-12

Naquele tempo, disse Jesus a seus discípulos: ”Não se perturbe o vosso coração. Tendes fé em Deus, tende fé em mim também. Na casa de meu Pai há muitas moradas. Se assim não fosse, eu vos teria dito. Vou preparar um lugar para vós e, quando eu tiver ido preparar-vos um lugar, voltarei e vos levarei comigo, a fim de que onde eu estiver estejais também vós. E, para onde eu vou, vós conheceis o caminho”.
Tomé disse a Jesus: “Senhor, nós não sabemos para onde vais. Como podemos conhecer o caminho?” Jesus respondeu: “Eu sou o Caminho, a Verdade e a Vida. Ninguém vai ao Pai senão por mim. Se vós me conhecêsseis, conheceríeis também o meu Pai. E desde agora o conheceis e o vistes”.
Disse Felipe: “Senhor, mostra-nos o Pai, isso nos basta!” Jesus respondeu: “Há tanto tempo estou convosco, e não me conheces, Felipe? Quem me viu, viu o Pai. Como é que tu dizes: ‘Mostra-nos o Pai’? Não acreditas que eu estou no Pai e o Pai está em mim? As palavras que eu vos digo, não as digo por mim mesmo, mas é o Pai, que, permanecendo em mim, realiza as suas obras.

Acreditai-me: eu estou no Pai e o Pai está em mim. Acreditai, ao menos, por causa destas mesmas obras. Em verdade, em verdade vos digo, quem acredita em mim fará as obras que eu faço, e fará ainda maiores do que estas. Pois eu vou para o Pai”. 

- Palavra da Salvação.
- Gloria a vós Senhor!


Comentário do Evangelho

No domingo passado, Cristo foi chamado a “porta das ovelhas”. No evangelho de hoje, vemos com maior clareza por que Cristo é o acesso ao Pai: Caminho, Verdade e Vida. O sentido desses três termos, que constituem uma unidade (o Caminho da Verdade e da Vida), é apresentado mediante pequena encenação. Jesus inicia sua despedida (Jo 13,31-17,26) dizendo que sua partida é necessária: ele vai preparar um lugar para seus discípulos.
Quando Jesus sugere que eles conhecem o caminho, Tomé, o cético, responde que não o conhecem. Então, Jesus explica que ele mesmo é o caminho da Verdade e da Vida, o caminho pelo qual se chega ao Pai. Na Bíblia, caminho e caminhar significam muitas vezes o modo de proceder. O caminho ou caminhar reto chamaríamos de moral ou virtude. Portanto, se Jesus chama a si mesmo de caminho, não se trata de algo teórico, uma doutrina, mas de um modo de viver. É vivendo como Jesus viveu que conhecemos o seu caminho e encontramos a vida e a verdade às quais ele nos conduz (v. 6a). Se, pois, ele diz que ninguém vai ao Pai senão por ele (v. 6b), não está proclamando uma ortodoxia que exclui os que não confessam o mesmo credo, mas dá a entender que os que chegam ao conhecimento/experiência de Deus são os que praticam o que ele, em plenitude, praticou: o amor e a fidelidade até o fim. E isso pode acontecer até fora do credo cristão.
Depois da pergunta de Tomé, temos a pergunta de Filipe: “Mostra-nos o Pai, isso nos basta” (Jo 14,8). Ora, qualquer judeu piedoso, qualquer pessoa piedosa, quer conhecer Deus – que Jesus costuma chamar de Pai. Porém, diz João no prólogo de seu evangelho, ninguém jamais viu Deus (Jo 1,18). Agora, Jesus explica a Filipe: “Quem me viu, viu o Pai”. Nesse momento, quando (segundo a contagem judaica) já se iniciou o dia de entregar a vida por amor até o fim, Jesus revela que, nele, contemplamos Deus.
Nosso perguntar encontra nele resposta; nosso espírito, verdade; nossa angústia, a fonte da vida. Nesse sentido, ele mesmo é o caminho que nos conduz ao Pai e, ao mesmo tempo, a Verdade e a Vida que se tornam acessíveis para nós. “O Unigênito, que é Deus e que está no seio do Pai, no-lo fez conhecer” (Jo 1,18). Jesus não falou assim quando realizava seus “sinais”: o vinho de Caná, o pão para a multidão, nem mesmo a cura do cego ou a revivificação de Lázaro. Pois o sentido último ao qual a atuação de Jesus apontava não era fornecer vinho ou pão, ou substituir um médico ou curandeiro, mas manifestar o amor do Pai, o Deus-Amor.
Trata-se de ver a Deus em Jesus Cristo na hora de sua entrega por amor. Para saber como é Deus, o Absoluto da nossa vida, não precisamos contemplar outra coisa senão a existência de Jesus de Nazaré, “existência para os outros”, na qual Deus imprimiu seu selo de garantia, no coroamento que é a ressurreição. Muitas vezes, tentamos primeiro imaginar Deus para depois projetar em Jesus algo de divino (geralmente, algo de bem pouco humano...).
Devemos fazer o contrário: olhar para Jesus de Nazaré, para sua vida, para sua palavra e sua morte, e depois dizer: assim é Deus – isso nos basta (cf. Jo 14,8-9). E isso é possível porque Jesus, trilhando até o fim o caminho que ele mesmo é, assumindo ser a “graça e a verdade” (Jo 1,14), o amor e a fidelidade de Deus até o fim, mostra Deus assim como ele é, pois “Deus é amor”, diz João em sua primeira carta (1Jo 4,8.16).
Podemos dizer, com Paulo, que Jesus é o rosto do Pai, a perfeita imagem dele (cf. Cl 1,15). Assim como Jesus procede, Deus é. Ele está no Pai e o Pai está nele (Jo 14,11), e quem a ele se une fará o que ele fez, e mais ainda, agora que ele se vai para junto do Pai (14,12) e deixa, por assim dizer, o campo aberto para a ação dos que creem nele, animados pelo Espírito-Paráclito (14,13-17, continuação do texto de hoje).


Pe. Johan Konings, sj, Vida Pastoral, n.278, Paulus - CNBB / Missal Cotidiano 


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