Mensagens de Nossa Senhora em Medjugorje no dia 02/09/2017

Queridos filhos !

Quem melhor do que EU poderia falar para vocês do Amor e da existência do MEU FILHO ?

Vivi com ELE, EU sofri com ele, vivendo a vida terrena, EU provei da dor porque era MÃE.

MEU FILHO amou com pensamentos e obras o PAI CELESTIAL, o DEUS VERDADEIRO, e como ME dizia veio para redimi-los. EU escondi a minha dor com o amor. Vocês, filhos MEUS, tem numerosas perguntas, não compreendem a dor, não compreendem que através do Amor de Deus devem aceitar a dor e suportá-la. Todas as pessoas provam-na em maior ou menor medida, mas com a paz na alma e em estado de graça a esperança existe.

Este é o MEU FILHO, DEUS, nascido de DEUS. As SUAS PALAVRAS são sementes de Vida Eterna e semeadas nas boas almas produzem muitos frutos.

MEU FILHO suportou a dor porque tomou para si os pecados de vocês.

Por isso vocês, filhos MEUS, Apóstolos do MEU Amor, vocês que sofrem, saibam que as suas dores se tornarão luz e glória.

Filhos MEUS, enquanto vocês suportam a dor o CÉU entra em vocês, e em todos em torno de vocês é dado um pouco de Céu e muita esperança !

Obrigada !

OBS: Esta mensagem é um carinho de Nossa Senhora para você... As matérias do blog seguem abaixo, aproveite!

Dom Helder a caminho da beatificação

Conhecido como “irmão dos pobres”, dom Helder Camara poderá se tornar santo. Nesta terça-feira (27), dom Fernando Saburido, atual arcebispo de Olinda e Recife, anunciou que já deu início ao processo necessário para reconhecer sua memória e exemplo, que seguem vivos no imaginário do povo brasileiro. “Dom Helder se identificava profundamente com os marginalizados, lutando pela paz, pela justiça e pelos direitos humanos, e a Igreja cada vez mais se volta para os que sofrem”, afirmou.

Após ter recebido o aval dos bispos e arcebispos da região, dom Fernando encaminhou uma carta ao prefeito da Congregação da Causa dos Santos, cardeal Ângelo Amato, em Roma, pedindo autorização para abrir o processo de beatificação e posterior canonização de dom Helder. “Este é o primeiro passo, e com ele se busca obter o nihil obstat” (declaração de que não há nenhuma situação que torne impossível o início do caso). O pedido só pode ser feito no mínimo cinco anos após a morte do candidato a santo. De posse da autorização, este passa a ser denominado servo de Deus.

“Assim que houver essa resposta positiva, vai-se instalar oficialmente o processo dentro da arquidiocese, com a constituição de comissões e de um tribunal eclesiástico para colher os depoimentos de pessoas que conheceram a vida e os feitos de dom Helder”, explicou frei Jociel Gomes, que é vice-postulador das causas de Frei Damião e Dom Vital, cujos processos já se encontram em andamento.

Segundo frei Jociel, este trabalho provavelmente deve começar no início do próximo semestre, quando dom Fernando deverá nomear um postulador para acompanhar as ações. Depois, por conta do volume de depoimentos e dados documentais, ainda não há como mensurar o tempo necessário até o relatório final chegar às mãos do papa Francisco, a quem caberá decidir sobre a beatificação e posterior canonização. “Serão duas etapas mais amplas, a primeira chamada fase diocesana, que vai ocorrer aqui, e a fase romana, quando os documentos coletados serão analisados”, descreveu.

O processo que leva à santificação é longo e, quando falta documentação, milagre comprovado ou acompanhamento assíduo junto à Santa Sé, pode demorar ainda mais. A palavra final sempre é do papa, o único com poder para decretar, de fato, a santidade.

Após ser declarado servo de deus, a etapa seguinte é atingir o grau de venerável, quando, após a fase diocesana, por meio do tribunal eclesiástico, se consegue provar que a pessoa praticou, em grau heroico, todas as virtudes cristãs. Os depoimentos são enviados a Roma para serem analisados por peritos, obtendo parecer favorável.

Para se tornar beato, ou bem aventurado, o próximo nível rumo à santificação, a Igreja pede que seja apresentado dois milagres comprovados, que tenham acontecido através da intercessão do candidato e ocorrido após sua morte. Na primeira etapa, se buscam graças ou curas extraordinárias, que são examinadas por um tribunal canônico e, em seguida, por médicos e outras testemunhas convocadas para apoiar a análise. O papa pode dispensar o candidato desta condição, como João XXIII fez com São Francisco Maria de Camporosso, nomeado após apenas um milagre reconhecido. No caso dos mártires, que morreram pela fé, não é exigido nenhum milagre. Ao ser declarado beato, a pessoa recebe autorização oficial para ser venerada na região onde viveu.

Por fim, para se tornar santo, a lei canônica exige que seja constatado mais um milagre. O fato é proclamado pelo papa, geralmente na Praça de São Pedro, em Roma, com declaração pública da santidade. Enquanto o culto dos beatos é local, o dos santos pode ser exercido em qualquer lugar.


Quinta, 29/05/2014 - JC Online / Paulo Alves
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