Mensagens de Nossa Senhora em Medjugorje no dia 02/12/2017

“Queridos filhos, Me dirijo a vocês como sua Mãe, a Mãe dos justos, a Mãe daqueles que amam e sofrem, a Mãe dos santos.

Filhos Meus, também vocês podem ser santos: depende de vocês. Santos são aqueles que amam imensamente o Pai Celestial, aqueles que O amam acima de tudo.

Por isso, filhos Meus, procurem ser sempre melhores. Se procuraram ser bons, podem ser santos, também se não pensam isto de vocês. Se vocês pensam ser bons, não são humildes e a soberba os distancia da santidade.

Neste mundo inquieto, cheio de ameaças, as suas mãos, apóstolos do Meu amor, devem estar estendidas em oração e em misericórdia. Para mim, filhos Meus, presenteiem o Rosário, as rosas que tanto amo!

As Minhas rosas são as suas orações feitas com o coração e não somente recitadas com os lábios. As minhas rosas são as suas obras de oração, de fé e de amor.

Quando era pequeno, Meu Filho me dizia que os Meus filhos seriam numerosos e que me trariam muitas rosas.

Eu não compreendia, agora sei que vocês são aqueles filhos, que trazem rosas quando amam o Meu Filho acima de tudo, quando rezam com o coração, que ajudam os mais pobres. Estas são as Minhas rosas!

Esta é a fé, que faz que tudo na vida se faça por amor; que não conhece a soberba; que perdoa sempre prontamente, sem nunca julgar e procurando sempre compreender o próprio irmão.

Por isso, apóstolos do Meu amor, rezem por aqueles que não sabem amar, por aqueles que não os amam, por aqueles que os fizeram mal, por aqueles que não conheceram o Amor de Meu Filho. Filhos Meus, os peço isto para que lembrem que rezar significa amar e perdoar. Obrigada !”

OBS: Esta mensagem é um carinho de Nossa Senhora para você... As matérias do blog seguem abaixo, aproveite!

As “Fraternas” e um chamado para a nova evangelização

Fraternidade Mariana da Reconciliação é uma jovem iniciativa da Igreja que se estendeu em vários países do mundo, logo depois de surgir na capital peruana. Na seguinte nota conheça o testemunho de algumas de seus membros que servem em diferentes serviços apostólicos na cidade de Los Angeles, nos Estados Unidos.

A Fraternidade Mariana da Reconciliação nasce no Peru em 1991 e desde então se expandiu para várias dioceses do mundo na Austrália, Inglaterra, Itália, Estados Unidos (Califórnia, Colorado, Connecticut e Texas), assim como em outros países da América do Sul e América Central. As “Fraternas”, como são conhecidas as mulheres que participam desta comunidade, vivem em obediência, celibato e desapego aos bens temporais para estar plenamente disponíveis para o apostolado.

Em declarações ao jornal Católico Angelus The Tidings Online, quatro fraternas que moram em Los Angeles, Califórnia (Estados Unidos), contaram como assumem este compromisso.

Luciane Urban, que é uma Fraterna brasileira e se desempenha como coordenadora executiva de Dom José Gómez, Arcebispo de Los Angeles, comentou que sempre diz às pessoas que “eu dei a minha vida a Deus e não sei onde vou morar, do que vou viver, o que vou fazer, ou quanto tempo vou estar em um lugar, e sempre me perguntam: Como pode viver com tanta insegurança?’", ela lhes responde "Que maior segurança podemos ter que estar nas mãos de Deus?”.

Explicou que “a nível humano, parece muito inseguro, mas é totalmente o contrário. Acho que essa é uma das coisas que nos dá muita alegria e que nos ajuda a sermos capazes de viver e conhecer as pessoas e fazer amigos”,

Disse também que as fraternas são capazes de ir a outros lugares e mudar de ministérios, assim como fazer algo que nunca fizeram antes, “se Deus está pedindo-nos que façamos, ele vai dar a graça. O que parece tão inseguro aos olhos do mundo, é a segurança total de Deus".

A peruana Rossana Goñi (47), superiora da comunidade em Los Angeles, uniu-se à comunidade aos 26 anos e destacou que na comunidade, “a ênfase está em ser uma pessoa comum, ativa e evangelizadora, para sair e estar no meio do mundo fazendo algo".

Como alenta o Papa Francisco, comentou, “queremos sair e dizer às pessoas que Deus está vivo e te ama e quer que seja feliz", destacou que são mulheres consagradas que fazem votos de castidade, mas que isto não significa que abandonam a maternidade porque “sou uma mãe espiritual de muitos, inclusive de pessoas mais velhas do que eu. Ser uma mãe espiritual é muito gratificante, nascemos para isso, somos mulheres e não perdemos (esse desejo) a maternidade. Vivemos a maternidade em sua totalidade", concluiu.



LOS ANGELES, 04 Abr. 14 - ACI/EWTN Noticias 
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