Mensagens de Nossa Senhora em Medjugorje no dia 02/07/2017

“Queridos filhos, os agradeço porque responderam ao Meu chamado e porque se reuniram em torno de Mim, em torno da Sua Mãe Celestial. Eu sei que pensam em Mim com amor e esperança. Eu sinto o amor de cada um de vocês, como também a sede do Meu Amadíssimo Filho, que por meio do Seu Amor Misericordioso, sempre e novamente Me envia até vocês. Ele que era homem e Deus Uno e Trino. Ele que por causa de vocês sofreu com o corpo e com a alma. Ele que se fez pão para dar pão às suas almas, para poder salvá-las.

Meus filhos, os ensino como serem dignos do Seu Amor, para poderem dirigir os seus pensamentos a Ele, para poderem viver o Meu Filho. Apóstolos do Meu Amor, os envolvo com o Meu Manto porque como Mãe desejo salvá-los.

Os peço: rezem pelo mundo inteiro. O Meu Coração sofre. Os pecados se multiplicam, são muitos. Mas com a ajuda de vocês, vocês que são humildes, cheios de amor, escondidos e santos, o Meu Coração triunfará. Amem o Meu Filho acima de tudo, e o mundo inteiro por meio Dele.

Não esqueçam nunca que cada irmão seu leva em si algo de precioso: a alma. Por isso, Meus filhos, amem a todos aqueles que não conhecem o Meu Filho, para que por meio da oração e do amor que vem da oração, eles possam tornarem-se melhores, a fim de que a bondade neles possa vencer, para poder salvarem as almas e terem a Vida Eterna.

Meus Apóstolos, Meus filhos, o Meu Filho pediu que amassem uns aos outros; que isto esteja escrito em seus corações e com a oração comecem a viver este amor.

Obrigada.

OBS: Esta mensagem é um carinho de Nossa Senhora para você... As matérias do blog seguem abaixo, aproveite!

As “Fraternas” e um chamado para a nova evangelização

Fraternidade Mariana da Reconciliação é uma jovem iniciativa da Igreja que se estendeu em vários países do mundo, logo depois de surgir na capital peruana. Na seguinte nota conheça o testemunho de algumas de seus membros que servem em diferentes serviços apostólicos na cidade de Los Angeles, nos Estados Unidos.

A Fraternidade Mariana da Reconciliação nasce no Peru em 1991 e desde então se expandiu para várias dioceses do mundo na Austrália, Inglaterra, Itália, Estados Unidos (Califórnia, Colorado, Connecticut e Texas), assim como em outros países da América do Sul e América Central. As “Fraternas”, como são conhecidas as mulheres que participam desta comunidade, vivem em obediência, celibato e desapego aos bens temporais para estar plenamente disponíveis para o apostolado.

Em declarações ao jornal Católico Angelus The Tidings Online, quatro fraternas que moram em Los Angeles, Califórnia (Estados Unidos), contaram como assumem este compromisso.

Luciane Urban, que é uma Fraterna brasileira e se desempenha como coordenadora executiva de Dom José Gómez, Arcebispo de Los Angeles, comentou que sempre diz às pessoas que “eu dei a minha vida a Deus e não sei onde vou morar, do que vou viver, o que vou fazer, ou quanto tempo vou estar em um lugar, e sempre me perguntam: Como pode viver com tanta insegurança?’", ela lhes responde "Que maior segurança podemos ter que estar nas mãos de Deus?”.

Explicou que “a nível humano, parece muito inseguro, mas é totalmente o contrário. Acho que essa é uma das coisas que nos dá muita alegria e que nos ajuda a sermos capazes de viver e conhecer as pessoas e fazer amigos”,

Disse também que as fraternas são capazes de ir a outros lugares e mudar de ministérios, assim como fazer algo que nunca fizeram antes, “se Deus está pedindo-nos que façamos, ele vai dar a graça. O que parece tão inseguro aos olhos do mundo, é a segurança total de Deus".

A peruana Rossana Goñi (47), superiora da comunidade em Los Angeles, uniu-se à comunidade aos 26 anos e destacou que na comunidade, “a ênfase está em ser uma pessoa comum, ativa e evangelizadora, para sair e estar no meio do mundo fazendo algo".

Como alenta o Papa Francisco, comentou, “queremos sair e dizer às pessoas que Deus está vivo e te ama e quer que seja feliz", destacou que são mulheres consagradas que fazem votos de castidade, mas que isto não significa que abandonam a maternidade porque “sou uma mãe espiritual de muitos, inclusive de pessoas mais velhas do que eu. Ser uma mãe espiritual é muito gratificante, nascemos para isso, somos mulheres e não perdemos (esse desejo) a maternidade. Vivemos a maternidade em sua totalidade", concluiu.



LOS ANGELES, 04 Abr. 14 - ACI/EWTN Noticias 
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