Mensagens de Nossa Senhora em Medjugorje no dia 02/11/2017

“Queridos filhos, olhando vocês em torno de Mim, em torno da sua Mãe, Eu estou vendo muitas almas puras, vejo muitos dos Meus filhos que estão procurando amor e consolação, mas ninguém está oferecendo isso a eles.

Também vejo aqueles que fazem o mal, porque não têm bons exemplos, não conheceram Meu Filho, aquele bem que é silencioso, que se difunde através das almas puras, que é a força que reforça o mundo.

Existem muitos pecados, mas também muito amor. o Meu Filho Me envia, como Mãe, a mesma igual para todos, para que Eu vos ensine o Amor, para que vocês compreendam que são irmãos.

Ele deseja vos ajudar. Apóstolos do Meu Amor, é suficiente o desejo vivo da fé e do Amor, o Meu Filho o aceitará.

Mas vocês têm que ser dignos, ter boa vontade e um coração aberto. O Meu Filho entra nos corações abertos. Eu, como Mãe, desejo que vocês conheçam o melhor possível o Meu Filho, Deus, nascido de Deus, para que vocês conheçam a grandeza do Seu Amor, o qual vocês tanto precisam.

Ele aceitou os seus pecados, conseguiu a Redenção para vocês, mas em troca procura que vocês amem-se uns aos outros. O Meu Filho é Amor. Ele ama todo ser humano, sem diferença, todas as pessoas de todos os povos e nações.

Se vocês, Meus Filhos, vivessem o Amor do Meu Filho, o Seu Reinado já estaria na Terra. Por isso, Apóstolos do Meu Amor, rezem, rezem para que o Meu Filho e Seu Amor estejam mais próximos de vocês, para que vocês sejam exemplos de Amor e possam ajudar àqueles que ainda não conhecem o Meu Filho.

Nunca esqueçam que o Meu Filho, Uno e Trino, Ama. Amem e rezem pelos seus sacerdotes. Obrigada.”

OBS: Esta mensagem é um carinho de Nossa Senhora para você... As matérias do blog seguem abaixo, aproveite!

Primeiro grande desafio de João Paulo II foi a Teologia da Libertação, afirma Bento XVI

Em uma entrevista concedida ao jornalista polonês Wlodzimierz Redzioch, a primeira após a sua renúncia ao ministério petrino, o Papa Emérito fala sobre sua amizade e trabalho com o Papa polonês, e assinala que “desmascarar uma falsa ideia de libertação” contida na Teologia marxista da Libertação foi o primeiro grande desafio do beato ao ser eleito Sumo Pontífice. A entrevista será publicada em abril no livro “Ao lado de João Paulo II”, de autoria de Redzioch, por ocasião da canonização do Papa Peregrino.

Na extensa conversa com Wlodzimierz Redzioch, colaborador da revista Inside the Vatican, o Papa Emérito afirma que o primeiro grande desafio foi a Teologia da Libertação e recorda a postura de Karol Wojtyla: “João Paulo II nos guiou, por um lado a desmascarar uma falsa ideia de libertação, e por outro, a expor a autêntica vocação da Igreja na libertação do homem”.

O Papa Ratzinger afirmou ainda que “Somente a partir de sua relação com Deus podemos entender Karol Wojtyla”. Bento XVI recorda ainda que a amizade com  Karol Wojtyla teve início em 1978 no Conclave que elegeu o Papa polonês. Embora os dois já se conhecessem desde o tempo do Concílio Vaticano II, o contato frequente ocorreu depois que Wojtyla tornou-se Papa.

“Percebi (na época do Concílio) o fascínio humano que dele emanava, e da maneira como ele pregava, pude ver o quanto era profundamente unido a Deus”, conta o bispo emérito de Roma.

Ao trabalhar com João Paulo II como prefeito da Congregação para a Doutrina da Fé, Ratzinger conta que o trabalho com o Papa sempre foi marcado pelo afeto e colaboração.
“(…) Me sustentava com uma fidelidade e uma bondade absolutamente incompreensíveis”, relatou.

No final da entrevista, assinala a nota divulgada por Canção Nova Notícias com Rádio Vaticano, o Papa Emérito afirma que sempre conta com a intercessão do futuro santo.

“Eu não podia e não deveria tentar imitá-lo, mas eu tentei continuar a sua herança e o seu trabalho, o melhor que pude. Estou certo de que ainda hoje a sua bondade me acompanha e ele me protege com a  sua bênção”, conclui.


Vaticano, 07 Mar. 14 - ACI
Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...