Mensagens de Nossa Senhora em Medjugorje no dia 02/04/2018

“Queridos filhos,

Através do Grande Amor do PAI CELESTIAL, EU estou com vocês como sua MÃE e vocês estão comigo como MEUS filhos, como Apóstolos do Meu Amor que sem cessar, reúnem-se em torno de MIM.

Filhos MEUS, vocês são aqueles que, como a oração, devem abandonar-se totalmente ao MEU FILHO, a fim de que não sejam mais vocês a viverem, mas o MEU FILHO em vocês; de modo que todos aqueles que não O conheçam, O vejam em vocês e desejem conhecê-lo.

Rezem para que eles vejam em vocês uma humildade decidida e bondade, disponibilidade a servir os outros; que vejam que vocês vivem a sua vocação no mundo com o coração, em comunhão com o MEU FILHO. Que eles vejam em vocês mansidão, ternura e amor ao MEU FILHO, como também aos seus irmãos e irmãs. Apóstolos do MEU AMOR, vocês devem rezar muito e purificar os seus corações de odo que sejam vocês os primeiros a caminhar no caminho do MEU FILHO de modo que sejam vocês os justos unidos pela JUSTIÇA do MEU FILHO.

Filhos MEUS, como MEUS Apóstolos vocês devem estar unidos na comunhão que flui do MEU FILHO, a fim de que os MEUS filhos que não conhecem o MEU FILHO reconheçam uma comunhão de amor e desejem caminhar no caminho da vida, no caminho da unidade com o MEU FILHO.

Obrigada.”

OBS: Esta mensagem é um carinho de Nossa Senhora para você... As matérias do blog seguem abaixo, aproveite!

Façamos o esforço de abrir-nos ao amor de Deus na Quaresma

O Papa Francisco celebrou hoje uma missa na Basílica de São Pedro com a presença de mais de 500 parlamentares italianos, dos presidentes do Senado e da Câmara e de nove ministros da Itália. O Santo Padre refletiu sobre a necessidade que cada pessoa tem na Quaresma de abrir-se ao amor e à salvação de Deus para não terminar sendo um corrupto.

Na primeira leitura, extraída do livro de Jeremias, o profeta apresenta o “lamento de Deus” por uma geração que, assinala o Papa, não acolheu seus mensageiros e que, em vez disso, justifica-se por seus pecados. “Deram-me as costas”, citou o Papa Francisco, acrescentando logo que: “Este é a dor do Senhor, a dor de Deus”. Esta realidade está presente também no Evangelho do dia, a de uma cegueira para Deus, sobretudo, dos líderes do povo.

“O coração daquelas pessoas com o tempo se endureceu tanto, tanto, tanto, que ficou impossível ouvirem a voz do Senhor. E de pecadores que eram, regrediram até tornarem-se corruptos”.

O Santo Padre disse logo que “é muito difícil um corrupto voltar atrás. Os pecadores sim, porque o Senhor é misericordioso e os espera, nos espera a todos. Mas os corruptos ficam presos em suas coisas, e estes eram corruptos. E por isso se justificam, por que Jesus, com a sua simplicidade, mas com a força de Deus os incomodava”.

“Pessoas que seguiram por um caminho errado e que fizeram resistência à salvação de amor do Senhor, e assim se desviaram da fé, de uma teologia de fé a uma teologia do dever”.

O Papa Francisco indicou deste modo que “recusaram o amor do Senhor e esta negação os levou a um caminho que não era o da dialética da liberdade que o Senhor oferecia, mas o da lógica da necessidade, onde não há lugar para o Senhor. Na dialética da liberdade, existe o Senhor bom, que nos ama tanto!”.

“Ao contrário, na lógica da necessidade não há lugar para Deus: a ordem é ‘fazer’, ‘dever’... é uma ordem comportamental: são homens de boas maneiras, mas de péssimos costumes”.

O Santo Padre assinalou também que “neste caminho de Quaresma, fará bem a todos nós pensar no convite do Senhor ao amor e nos questionarmos se estamos caminhando neste sentido, ou estamos ‘correndo o risco de nos justificar e escolhermos outro caminho?’”.

“Rezemos ao Senhor para que nos dê a graça de seguirmos sempre pelo caminho da salvação, de nos abrirmos à salvação que vem apenas de Deus, da fé. Peçamos a Deus que nos dê a graça da fé, e não daquilo que propunham esses ‘doutores do dever’, os quais, sem fé, regiam o povo com a teologia pastoral do dever”.

Para concluir, o Papa exortou cada um de nós a pedir “esta graça: Dá-me Senhor a graça de abrir-me à tua salvação. A Quaresma é para isto. Deus ama todos. Ama todos! Fazer o esforço de abrir-nos: pede-nos somente isto: ‘Abra-me a porta. Eu faço o resto’. Deixemos que Ele entre em nós, nos acolha e nos dê a salvação. Que assim seja”.


VATICANO, 27 Mar. 14 - ACI/EWTN Noticias
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