Mensagens de Nossa Senhora em Medjugorje no dia 02/07/2017

“Queridos filhos, os agradeço porque responderam ao Meu chamado e porque se reuniram em torno de Mim, em torno da Sua Mãe Celestial. Eu sei que pensam em Mim com amor e esperança. Eu sinto o amor de cada um de vocês, como também a sede do Meu Amadíssimo Filho, que por meio do Seu Amor Misericordioso, sempre e novamente Me envia até vocês. Ele que era homem e Deus Uno e Trino. Ele que por causa de vocês sofreu com o corpo e com a alma. Ele que se fez pão para dar pão às suas almas, para poder salvá-las.

Meus filhos, os ensino como serem dignos do Seu Amor, para poderem dirigir os seus pensamentos a Ele, para poderem viver o Meu Filho. Apóstolos do Meu Amor, os envolvo com o Meu Manto porque como Mãe desejo salvá-los.

Os peço: rezem pelo mundo inteiro. O Meu Coração sofre. Os pecados se multiplicam, são muitos. Mas com a ajuda de vocês, vocês que são humildes, cheios de amor, escondidos e santos, o Meu Coração triunfará. Amem o Meu Filho acima de tudo, e o mundo inteiro por meio Dele.

Não esqueçam nunca que cada irmão seu leva em si algo de precioso: a alma. Por isso, Meus filhos, amem a todos aqueles que não conhecem o Meu Filho, para que por meio da oração e do amor que vem da oração, eles possam tornarem-se melhores, a fim de que a bondade neles possa vencer, para poder salvarem as almas e terem a Vida Eterna.

Meus Apóstolos, Meus filhos, o Meu Filho pediu que amassem uns aos outros; que isto esteja escrito em seus corações e com a oração comecem a viver este amor.

Obrigada.

OBS: Esta mensagem é um carinho de Nossa Senhora para você... As matérias do blog seguem abaixo, aproveite!

Papa Francisco e cardeais em consistório condenam a violência em nome da religião

  Papa Francisco e cardeais em consistório condenam a violência em nome da religião O Papa Francisco e os cardeais que participam do consistório extraordinário sobre a família encomendaram ao diretor do Escritório de Imprensa, padre Federico Lombardi SJ, que leia uma declaração, na qual expressaram sua preocupação pelos conflitos internos na Ucrânia, Síria, Sudão do Sul, Nigéria e República Centro-Africana.

“Infelizmente, pôde-se notar que muitos dos conflitos em andamento são descritos como sendo de natureza religiosa, não raramente contrapondo sorrateiramente cristãos e muçulmanos, enquanto se trata de conflitos que têm primariamente raízes de natureza étnica, política ou econômica”, precisaram.

Depois de condenar “qualquer violência perpetrada em nome da pertença religiosa”, asseguraram que a Igreja “continuará seu compromisso em favor da paz e da reconciliação, mediante o diálogo inter-religioso e as múltiplas obras de caridade que diariamente oferecem ajuda e conforto aos sofredores em todas as partes no mundo”.

Texto da declaração

“Durante o Consistório extraordinário, o Santo Padre e o Colégio Cardenalício elevaram ao Senhor uma oração especial pelos muitos cristãos que, em várias partes do mundo são cada vez mais vítimas de atos de intolerância ou de perseguição. A todos os que sofrem por causa do Evangelho, o Santo Padre e os cardeais desejam renovar a segurança de sua oração constante, exortando-os a permanecerem firmes na fé e a perdoarem de coração os seus perseguidores, a imitação do Senhor Jesus.

Igualmente, o pensamento do Papa e dos cardeais se dirige também às nações que, neste período, estão dilaceradas por conflitos internos, ou por graves tensões que afetam a normal convivência civil, como no Sudão do Sul ou na Nigéria, onde uma série constante de atentados mata numerosas vidas inocentes em um crescente clima de indiferença.

Nestas horas, suscita especial preocupação a dramática evolução da situação na Ucrânia, para a qual se deseja que cesse rapidamente toda ação violenta e se restabeleçam a concórdia e a paz.
Também preocupa muito a persistência do conflito na Síria, que parece longe de encontrar uma solução pacífica e duradoura , assim como o da República Centro-Africana, que cada dia assume proporções maiores. Cada vez é mais urgente uma iniciativa da comunidade internacional para promover a paz e a reconciliação internas, garantir o restabelecimento da segurança e do Estado de direito e permitir o acesso indispensável às ajudas humanitárias.

Infelizmente, pôde-se notar que muitos dos conflitos em andamento são descritos como sendo de natureza religiosa, não raramente contrapondo sorrateiramente cristãos e muçulmanos, enquanto se trata de conflitos que têm primariamente raízes de natureza étnica, política ou econômica.

Por sua vez, a Igreja Católica, ao condenar toda e qualquer violência perpetrada em nome da pertença religiosa, continuará seu compromisso em favor da paz e da reconciliação, mediante o diálogo inter-religioso e as múltiplas obras de caridade que diariamente oferecem ajuda e conforto aos sofredores em todas as partes no mundo”.


VATICANO, 21 Fev. 14 - ACI
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