Mensagens de Nossa Senhora em Medjugorje no dia 02/07/2017

“Queridos filhos, os agradeço porque responderam ao Meu chamado e porque se reuniram em torno de Mim, em torno da Sua Mãe Celestial. Eu sei que pensam em Mim com amor e esperança. Eu sinto o amor de cada um de vocês, como também a sede do Meu Amadíssimo Filho, que por meio do Seu Amor Misericordioso, sempre e novamente Me envia até vocês. Ele que era homem e Deus Uno e Trino. Ele que por causa de vocês sofreu com o corpo e com a alma. Ele que se fez pão para dar pão às suas almas, para poder salvá-las.

Meus filhos, os ensino como serem dignos do Seu Amor, para poderem dirigir os seus pensamentos a Ele, para poderem viver o Meu Filho. Apóstolos do Meu Amor, os envolvo com o Meu Manto porque como Mãe desejo salvá-los.

Os peço: rezem pelo mundo inteiro. O Meu Coração sofre. Os pecados se multiplicam, são muitos. Mas com a ajuda de vocês, vocês que são humildes, cheios de amor, escondidos e santos, o Meu Coração triunfará. Amem o Meu Filho acima de tudo, e o mundo inteiro por meio Dele.

Não esqueçam nunca que cada irmão seu leva em si algo de precioso: a alma. Por isso, Meus filhos, amem a todos aqueles que não conhecem o Meu Filho, para que por meio da oração e do amor que vem da oração, eles possam tornarem-se melhores, a fim de que a bondade neles possa vencer, para poder salvarem as almas e terem a Vida Eterna.

Meus Apóstolos, Meus filhos, o Meu Filho pediu que amassem uns aos outros; que isto esteja escrito em seus corações e com a oração comecem a viver este amor.

Obrigada.

OBS: Esta mensagem é um carinho de Nossa Senhora para você... As matérias do blog seguem abaixo, aproveite!

Maconha: dez razões para não despenalizar nem legalizar seu uso

No contexto da promulgação da lei que permite o consumo de até 40 gramas de maconha por pessoa ao mês no Uruguai; e em meio ao debate público sobre a sua possível legalização ou despenalização em outros países, o Sistema Informativo da Arquidiocese do México publica um artigo no qual apresenta 10 razões convincentes para opor-se a esta medida.

O artigo, publicado em 17 de fevereiro, apresenta as seguintes razões:

1. Falou-se falsamente que fumar maconha não afeta a saúde. Segundo estudos publicados pelo Drug Abuse National Institute dos EUA, entre os efeitos de consumir maconha estão: percepção distorcida da realidade; perda da memória e da capacidade de aprendizagem; falta de coordenação motora; desorientação; incapacidade para pensar com clareza, de reagir e resolver problemas; perda de habilidades cognitivas, que podem ser permanentes; ataques de ansiedade, paranoia, pânico; fobias, alucinações; aumento da frequência cardíaca e diminuição da pressão, o que aumenta em até quatro vezes o risco de ataque cardíaco; baixa no sistema imunológico; problemas respiratórios; tosse; congestão pulmonar e câncer, pois contém mais substâncias cancerígenas que o tabaco.

2. Afetaria gravemente a economia dedicar ao cultivo de droga terras que poderiam dedicar-se a cultivos alimentares e/ou medicinais.

3. Legalizar a maconha não diminuiria a violência; só serviria para enriquecer a uns quantos latifundiários que já sonham com os lucros que conseguirão.

4. Mais de noventa e nove por cento dos viciados em cocaína e heroína começaram com este vício porque algum dia cederam à tentação de experimentar a maconha. E uma vez atravessada essa porta, continuaram experimentando outras drogas cada vez mais fortes. A maconha é a porta de entrada a vícios mais graves.

5. Muita gente que hoje não se atreve a experimentar a maconha porque está proibida, o faria se fosse legal. Logo, não apenas adultos, mas também jovens, adolescentes e crianças estariam consumindo-a, começando seu triste caminho de vício e destruição.

6. Da mesma forma que, ainda que seja proibido, se vende cigarro de tabaco nas esquinas aos motoristas, também se venderão cigarros de maconha. Agora, além de ter que tomar cuidado com os motoristas que dirigem embriagados, também teremos que ter cuidado com os ‘maconheiros’! E quando aumentarem os acidentes automobilísticos, as autoridades instalarão ‘maconhímetro’ junto com o ‘bafômetro?’.

7. As estatísticas provam que uma porcentagem impressionante de delitos são cometidos sob o efeito da droga, em especial, da maconha. As prisões estão cheias de delinquentes que não teriam cometido nada ilícito se não se drogassem.

8. Promover a maconha é promover uma saída falsa. As pessoas se drogam para evadir sua realidade porque vivem um grande vazio existencial. Mas a solução não está em fazer com que as pessoas vivam uma evasão que deixará graves consequências, mas em ajudar-lhes a encontrar o sentido da sua existência. E para isso, não precisa de maconha, precisa de Deus.

9. Diz São Paulo: “É para que sejamos homens livres que Cristo nos libertou. Ficai, portanto, firmes e não vos submetais outra vez ao jugo da escravidão” (Gal 5, 1). Como fiéis não podemos estar a favor da legalização de algo que escraviza o ser humano, o deixa viciado, alienado de sua realidade e privado de sua liberdade.

10. Os interessados em legalizar a maconha expõem como muito ‘progressista’ e como um grande ‘avanço’ imitar a outros países que a legalizaram. Mas incentivar que as pessoas se droguem, alterem sua consciência, fiquem viciadas, percam a bússola, a paz, a saúde e o sentido de sua existência, não contribui em nada para melhorar a sociedade, pelo contrário, promove sua deterioração física, mental e espiritual. Queremos isso para a nossa pátria, para o nosso lar?

O Papa Francisco, em sua visita ao Brasil realizada no ano passado por ocasião da Jornada Mundial da Juventude, inaugurou o polo de atenção aos dependentes químicos de um hospital no Rio de Janeiro e em seu discurso disse que "não é deixando livre o uso das drogas, como se discute em várias partes da América Latina, que se conseguirá reduzir a difusão e a influência da dependência química; é necessário enfrentar os problemas que estão na raiz no uso das drogas, promovendo uma maior justiça, educando os jovens para os valores que constroem a vida comum, acompanhando quem está em dificuldade e dando esperança para o futuro".


MEXICO D.F., 19 Fev. 14 - ACI/EWTN Noticias 
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